O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Investimento estrangeiro no país foi recorde em 2024 com US$ 1,1 trilhão

26 de setembro de 2025 Economia
Compartilhar
Dólares
Investimento estrangeiro no Brasil é em dólar (Foto: Marcello Casal/ Agência Brasil)
Por Bruno de Freitas Moura, da Agência Brasil

RIO DE JANEIRO – O Brasil terminou 2024 com um estoque de US$ 1,141 trilhão em investimento estrangeiro direto no país, o que representa quase metade (46,6%) do Produto Interno Bruto (PIB), conjunto de bens e serviços produzidos no país. Essa marca é um recorde na série histórica do Banco Central.

Os dados fazem parte do Censo de Capitais Estrangeiros, divulgado pelo BC nesta sexta-feira (26), em Brasília.

Em 1995, quando foi iniciada a série, o percentual de investimento direto estrangeiro era de 6,1% do PIB. Em 2000, passou para 17,1%, alcançando 25,2% em 2010. Em 2019, superou pela primeira vez a marca de 30% (34,6%). Em 2023, a marca ficou em 45%.

O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, destaca que a maioria das empresas que recebem capital estrangeiro é controlada por esses investidores.

“Tem 100% do capital ou tem o controle da empresa, mais de 50%”, diz Rocha, ao ressaltar o fato de esses negócios terem maior ligação com o exterior.

“Tipicamente têm uma maior relação com o exterior, com os seus investidores, têm maior conteúdo importado, maior conteúdo exportado”, explica.

Aumento da capacidade produtiva

O BC divide os US$ 1,1 trilhão em duas partes: US$ 884,8 bilhões são participação no capital social de empresas, ou seja, sócios; enquanto US$ 256,4 bilhões são operações intercompanhia, isto é, empréstimos entre empresas.

“O mais importante é o caráter tipicamente produtivo desse investimento direto, aumentando capacidade instalada no país, contribuindo para crescimento de produtividade”, avalia Rocha.

Apesar do recorde em relação ao PIB, Fernando Rocha esclarece que,em termos absolutos, o estoque de investimento direto no país era maior ao fim de 2023, marcando US$ 1,3 trilhão.

O chefe do Departamento de Estatísticas do BC explica que isso acontece por causa do câmbio.

 “Esses investimentos no Brasil são todos feitos em reais, então a gente apura esses valores, mas depois converte em dólar”, detalha.

Segundo Rocha, entre o fim de 2023 e o final de 2024, a taxa de câmbio passou de R$ 4,84 por dólar para R$ 6,19. “Essa depreciação cambial reduziu esse valor de investimento direto, quando a gente expressa em dólares”, completa.

Fernando Rocha aponta que os principais países a investirem diretamente no Brasil são Estados Unidos, em primeiro lugar, França, Uruguai, Espanha e Países Baixos.

“A gente tem como principais setores, que somam 40% da posição de investimento, o setor de serviços financeiros, comércio, eletricidade e extração de petróleo”, elenca.

Notícias relacionadas

Dinâmicos, jovens ainda são ‘deixados de lado’ nas empresas

Juros altos dos bancos aumentam dívidas das famílias brasileiras, dizem economistas

Natureza torna logística na Amazônia cara, mesmo com infraestrutura

Brasil tem recorde de pessoas com renda mensal e cai beneficiário do Bolsa Família

Renda per capita é recorde, mas ganho dos ricos eleva desigualdade

Assuntos banco central, Investimento, pib
Cleber Oliveira 26 de setembro de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

vagas de emprego
Economia

Redução da jornada de trabalho não afetou PIB na Europa, mostra estudo

30 de abril de 2026
Economia

Redução da jornada 6×1 terá impacto mínimo no PIB, afirmam pesquisadores

28 de abril de 2026
Nubank
Negócios

Nubank anuncia que vai investir R$ 45 bilhões no Brasil este ano

27 de abril de 2026
Os R$ 10 milhões são para modernização de máquinas e implementos agrícolas (Foto: RICARDO STUCKERT/PR)
Economia

Governo destina R$ 10 bilhões para compra de máquinas por agricultores

27 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?