O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Instituto lança plataforma com dados sobre violência contra mulheres

27 de julho de 2015 Dia a Dia
Compartilhar
MANAUS, 03/10/2014VIOLENCIA DOMESTICAFOTO: ROBERVALDO ROCHA / CMM
Não dá para tratar de violência doméstica, sem tratar da ambiguidade dos sentimentos humanos (Robervaldo Rocha/CMM)

SÃO PAULO – O Instituto Patrícia Galvão, organização social sem fins lucrativos voltada à comunicação e direitos das mulheres, lançou nesta segunda, 27, uma plataforma na internet direcionada a jornalistas e comunicadores independentes com dados sobre a violência contra a mulher.

A ferramenta funciona como um dossiê e entra no ar em agosto, trazendo as últimas pesquisas publicadas sobre assuntos como violência doméstica, sexual, feminicídio e violência de gênero na internet (como a pornografia de vingança). O objetivo é agregar mais conteúdo futuramente e inserir as outras formas de violência. A plataforma traz também um banco de fontes, inicialmente com os contatos de 100 especialistas no assunto.

Um dos papeis do site é facilitar o acesso da imprensa ao material do instituto para diminuir os preconceitos quando o tema surge na cobertura dos veículos de comunicação e apoiar os comunicadores independentes e ativistas. “Na última década, a gente teve a grande expansão do feminismo na internet”, disse Maíra Kubik, professora em Estudos de Gênero e Diversidade, do departamento de Ciência Política, da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

“A gente pode situar a violência como a ruptura de qualquer forma de integridade, seja psíquica e sexual. Da forma como a sociedade está constituída, coloca determinados grupos em posições de superioridade e inferioridade. No caso das relações de gênero, a gente pode simplificar com o nome de machismo. As mulheres seriam inferiores na sociedade,” explica.

Jacqueline Pitanguy, da organização não governamental Cidadania, Estudo, Pesquisa Informação e Ação (Cepia), defende que a mídia precisa deixar de julgar com tanta perversidade as mulheres que demoram a sair de uma relação em que sofrem violência doméstica.

“A violência doméstica é repetição e tem uma direção, normalmente os homens batem e as mulheres apanham. Os homens ofendem, as mulheres se sentem humilhadas. É uma destruição também muito frequente do espaço doméstico, que representa o ambiente de segurança. Mas ocorre entre tapas e beijos. Não dá para tratar de violência doméstica, sem tratar da ambiguidade dos sentimentos humanos. Se não entendermos isso, fica muito fácil julgar a mulher”, declarou Jacqueline.

Sérgio Barbosa, professor de filosofia do Coletivo Feminista de Sexualidade e Saúde, que trabalha com homens autores de violência, disse que o perfil dos parceiros que cometem a agressão é recorrente. “Todos que chegam ao coletivo carregam o mesmo perfil, desconheciam que bater em mulher era crime. Chegam resistentes, mas no processo encontram outros homens e a desconstrução da violência também passa por um processo coletivo”. Para o especialista, a imprensa precisa informar que existe também a superação para esses homens.

Aline Yanamoto, Secretaria de Política para as Mulheres da Presidência da República, comentou sobre o feminicídio, a morte violenta de mulheres por razão de gênero. O percentual de mulheres assassinadas entre as mortes violentas é 10% no Brasil. “Mas tem uma peculiaridade muito sensível, as mulheres estão mais vulneráveis por serem mulheres. Cerca de 16 países tipificaram o feminicídio, esse cenário vem muito amparado pelo dado gravíssimo de que os países da América Latina estão entre os que mais ocorrem o feminicídio”, disse ela.

José Henrique Torres, juiz de Direito Titular da 1ª Vara do Júri de Campinas, citou uma decisão em que autorizou o aborto de um feto anencefaliano. Para ele, a questão é um problema terrível no país, pois o sistema de saúde não consegue enfrentar a necessidade do aborto legal. “Há uma necessidade imensa de que os juízes entendam a dimensão da violência contra a mulher, isso vem de uma ideologia patriarcal que todos conhecem muito bem”, declarou.

(Da Agência Brasil/ATUAL)

Notícias relacionadas

Sinetram diz que Estado não paga passagens estudantis desde 2025

Governo registra 10 mortes, sendo 3 indígenas, por violência política após eleição de Lula

MP recomenda troca de comissionados por museólogos em museus estaduais

Governo libera R$ 68,6 milhões para combater incêndios florestais no Norte

Anvisa suspende venda de linguiça defumada após detecção de bactéria

Assuntos Amazonas Atual, dossiê, Mulher, pesquisa, violência
Valmir Lima 27 de julho de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Débora Coelho, de 21 anos, foi presa temporariamente pela Polícia Civil (Foto: AM ATUAL)
Polícia

Mulher suspeita de atrair idoso para emboscada é presa em Manaus

28 de outubro de 2026
Dia a Dia

‘Manaus Odeia Árvores’ mostra como a cidade está sujeita ao calor intenso

20 de outubro de 2026
Flavio Bolsonaro e Lula no debate da Band
Política

Flávio tem 46,5% e Lula, 45,9%, mostra BTG/Nexus, diferença de 0,6 ponto

19 de outubro de 2026
Dia a Dia

Ex-coordenador da Funai é condenado por incitar violência contra indígenas

8 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?