O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Inflação da comida explode sob pandemia de coronavírus, mostra OCDE

2 de junho de 2020 Economia
Compartilhar
No começo de abril, a ONU e a OMC alertaram para o risco de escassez de comida (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Da Folhapress

BRUXELAS – A crise do coronavírus provocou uma queda brusca na inflação anual dos 37 países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) em abril, mas os preços da comida explodiram nesse mês.

Na média, a inflação em 12 meses da OCDE caiu de 2,3% em fevereiro para 1,7% em março e 0,9% em abril.

A alta anual no preço dos alimentos, por sua vez, foi de 2,4% em março para 4,2% em abril, maior aumento desde janeiro de 2012.

No Brasil, que não faz parte da OCDE, dados do IBGE mostram que até meados de maio o grupo alimentos e bebidas tinha inflação acumulada no ano de 5,47% (IPCA-15).

Na OCDE, os três países que registraram a maior alta em 12 meses na inflação da comida foram Hungria (8,9%), Colômbia (8,2%) e Austrália (7,4%), os três países em que houve a maior alta em abril.

O alerta sobre o impacto da pandemia nos preços dos alimentos vem crescendo, por causa de distúrbios no plantio, na colheita e na comercialização. No começo de abril, a ONU e a OMC alertaram para o risco de escassez de comida e no mês passado o alerta foi reforçado pela professora da escola de políticas públicas Kennedy School, de Harvard, Carmen Reinhart, e pelo economista-chefe do Global Markets Research, Rob Subbaraman.

Em artigo publicado no site do Fórum Econômico Mundial, eles afirmaram que a escassez de ração animal, fertilizantes e pesticidas aumentou os custos da agricultura e o risco de quebra de colheitas.

Embora os estoques de grãos ainda estejam altos, a intensidade e duração da pandemia pode colocá-los em risco, segundo os autores.

Restrições a viagens impediram a entrada de trabalhadores sazonais e afetaram a colheita de frutas e legumes na Europa e na Índia, e o avanço da doença reduziu a mão de obras em indústrias e frigoríficos nos EUA.

Com restaurantes, hotéis e escolas fechados em muitos países, as cadeias de atacado tiveram que ser reorganizadas para supermercados e entrega em domicílio, o que exige mudança tanto no preparo quanto na embalagem.

Durante a adaptação, muitos produtos frescos tiveram que ser destruídos: a imprensa europeia relatou vários casos envolvendo leite, queijo, batatas e cebolas.

Alguns dos principais países produtores de alimentos também barraram exportações, como fizeram a Rússia e o Cazaquistão com grãos e a Índia e o Vietnã com arroz.

Outros aceleraram importações para fazer estoques, como as Filipinas (arroz) e o Egito (trigo).

“Intervenções simultâneas de muitos governos podem resultar em um aumento global do preço dos alimentos, como aconteceu em 2010 e 2011”, afirmam Carmen Reinhart e Rob Subbaraman.

Cálculos do Banco Mundial estimam que o protecionismo tenha sido responsável por cerca de 40% do aumento do preço global do trigo e 25% do aumento dos preços do milho naquele período.

Em abril, a inflação dos alimentos em 12 meses na União Europeia foi de 4,3% na média, segundo a OCDE, e no G7 (grupo das sete maiores economias globais), de 3,7%.

Única exceção entre os 37 países da OCDE, a Irlanda viu deflação no preço dos alimentos, de 1,2%.

O principal vetor da queda da inflação em abril foram os preços da energia, que despencaram em média 12,2%, depois de recuarem 3,7% em março, refletindo a queda no valor do petróleo.

A redução de abril ou a maior desde setembro de 2015.

Mesmo excluídos alimentos e energia, a alta anual de preços desacelerou nos países da OCDE em abril, para 1,6%, ante 2,1% em março.

É a menor taxa de inflação, excluindo alimentos e energia, nos países do grupo desde fevereiro de 2014.

A organização ainda não tem estimativas para maio, mas o acompanhamento da agência de estatísticas europeia para os países que usam o euro como moeda mostram inflação de 0,1% no mês passado, abaixo dos 0,3% de, por causa de novo recuo nos preços de energia.

Em abril de 2020, a inflação anual diminuiu em todas as principais economias do mundo, com exceção da Rússia, onde subiu de 2,5% para 3,1%.

No G20 (20 maiores economias do mundo, do qual faz parte o Brasil), a inflação anual também diminuiu em abril, para 2,4%, em comparação com 3,2% em março. Os preços em 12 meses subiram menos no Brasil (2,4% em abril, contra 3,3%), na Argentina (para 45,6% em abril, de 48,4% em março) e na China (para 3,3%, de 4,3%).

A OCDE ressalva que as medidas de combate à pandemia de coronavírus afetaram coleta, compilação de dados e cálculo de indicadores em vários países, e que pode haver impacto na qualidade dos números, embora estejam sendo desenvolvidas ferramentas estatísticas para minimizar problemas.

Notícias relacionadas

Aneel mantém taxa na conta de luz com bandeira amarela em agosto

Ganho do trabalhador com lucro do FGTS é mínimo; entenda o cálculo

Só 19,8% da população do Amazonas têm chances de ficar rico

Desenrola Brasil foi usado em 544 anúncios falsos nas redes sociais

Desbloqueio do Orçamento alcança Cidades, Transportes e Fazenda

Assuntos alimentação, IBGE, inflação, OCDE
Redação 2 de junho de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Brasil tem desemprego de 5,4%, o menor já registrado pelo IBGE (Foto: Fotos Públicas)
Economia

Desemprego atinge menor nível desde 2012; salário médio é de R$ 3.738

30 de julho de 2026
Na Região Norte, o Amazonas respondeu por quase 19% da receita do comércio e por cerca de 1% do faturamento nacional do setor (Foto: CDL/Divulgação)
Economia

Comércio faturou R$ 84,4 bilhões no Amazonas, registra o IBGE

29 de julho de 2026
No acumulado de 2026, o Amazonas cai 0,6% e ocupa a última posição do país (Foto: Arquivo/CNM)
Economia

Serviços crescem 1,8% em maio, mas AM têm o pior resultado em 2026

16 de julho de 2026
Alimentos e inflação
Economia

Preço de alimentos recua, e inflação oficial de junho fica em 0,16%

10 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?