O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Industriais e sindicalistas lançam manifesto pela competitividade da indústria

6 de abril de 2015 Economia
Compartilhar
large_article_im761_Producao_industrial
Apesar da desvalorização recente do real ante o dólar, o manifesto diz que “considerando-se o índice Big Mac, o Brasil ainda está cerca de 146% mais caro que Japão, China e Rússia (média)” (Divulgação)

 

SÃO PAULO – Segmentos da indústria se uniram a centrais sindicais para lançar uma “coalizão indústria-trabalho” e publicar um manifesto pela competitividade da indústria de transformação. No documento constam reclamações tradicionais do setor sobre a dificuldade com câmbio apreciado, juros elevados, cumulatividade de impostos e alta carga tributária.

Apesar da desvalorização recente do real ante o dólar, o manifesto diz que “considerando-se o índice Big Mac, o Brasil ainda está cerca de 146% mais caro que Japão, China e Rússia (média)” – em referência ao índice que considera o preço do sanduíche mais vendido da rede McDonald’s. As entidades também apontam que, na década de 1980, a participação da indústria de transformação no PIB era de 35% e que, hoje, é de 2%.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) – que lidera a mobilização -, Carlos Pastoriza, fez questão de ressaltar que as reclamações não são contra um governo ou contra um partido. “Não é contra governo, é um movimento apartidário, um grito de alerta para o desmonte da indústria de transformação”, disse ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

‘Grito de alerta’

O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, acrescentou que a pauta apresentada hoje repete “o grito de alerta” organizado pelas mesmas entidades em 2011. Segundo ele, na ocasião, não houve nenhum avanço. “Temos praticamente a mesma pauta, que só atualizamos, pois a crise piorou ainda mais”, disse.

Segundo o sindicalista, alguns setores acabaram decidindo suas demandas de forma particular, o que fez com que o movimento perdesse sua força. Torres afirmou que hoje cobrará das entidades um comprometimento de união. “Vamos enfrentar isso juntos ou vai acabar a indústria desse país”, disse.

As entidades estão planejando o ato desde março, mas evitaram fazê-lo próximo do dia 15 do mês passado – quando houve uma série de grandes manifestações de rua em protesto e pedido de impeachment do governo de Dilma Rousseff (PT). A Central Única dos Trabalhadores (CUT), central mais próxima dos petistas, tem feito manifestações para contrapor aos protestos, mas sem deixar de criticar medidas de ajuste fiscal – planeja uma manifestação nessa linha para a terça-feira, 7.

Perto de uma centena de integrantes da Força Sindical e pouco mais de uma dezena de pessoas da Central Geral dos Trabalhadores Brasileiros (CGTB) estão no auditório onde será realizado o ato que terá início em breve. A CUT, que está prevista para participar do evento, não tem integrantes identificados por camisetas ou bandeiras na plateia, até o momento.

Segundo o presidente da Força, Miguel Torres, a CUT participou das discussões e em parte apoia o movimento de hoje. “Mas lá há problemas internos”, afirmou, ressaltando ser natural uma maior representatividade da Força Sindical hoje, já que é a entidade que mais representa trabalhadores na indústria. No convite ao evento, estavam listadas 39 entidades patronais e sindicais que participam da mobilização, entre elas Abimaq, Abit, Abiquim e Aço Brasil.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

 

Notícias relacionadas

Pautas-bomba no Congresso deixariam o país ingovernável, afirma Durigan

Possíveis sanções dos EUA ao Pix afetarão mais os bancos, diz ministro

Saque de dinheiro esquecido nos bancos atingiu R$ 482,8 milhões em abril

Governo avalia ajustes para caminhoneiros em caso de redução da jornada de trabalho

Prefeito diz que Suframa tem áreas para instalar fábricas em Manaus, mas deixou que fossem invadidas

Assuntos indústria
Valmir Lima 6 de abril de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Fábricas no Distrito Industrial de Manaus: expansão do polo das indústrias depende de ajuste no Plano Diretor (Foto: Suframa/Divulgação)
Economia

Expansão da indústria em Manaus depende de mudança no Plano Diretor

8 de junho de 2026
Augusto Barreto Rocha
Augusto Barreto Rocha

Sem soberania econômica, a Amazônia continuará sendo explorada

25 de maio de 2026
Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

A ação da Fiesp e o desafio de uma política industrial menos concentrada

18 de maio de 2026
Fábrica da BYD, multinacional chinesa de carros elétricos: expansão na Europa (Imagem: YouTube/Reprodução)
Economia

Brasil é o terceiro em investimentos estrangeiros, atrás de China e EUA

1 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?