O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Impeachment de Trump pode se voltar contra democratas e seguir script de Bill Clinton

19 de dezembro de 2019 Política
Compartilhar
Donald Trump
Com o país mais polarizado do que nunca, é baixa a chance de as pessoas mudarem de ideia (Photo by Bill Pugliano/Getty Images)
Da Folhapress

SÃO PAULO – Os democratas iniciaram o processo de impeachment do presidente republicano Donald Trump na esperança de que chegariam a um desfecho semelhante ao do pedido de afastamento do ex-presidente republicano Richard Nixon, em 1974.

Pressionado por revelações devastadoras do famoso caso Watergate, sobre operação de espionagem contra os democratas, Nixon acabou renunciando antes mesmo de as acusações de obstrução de justiça e abuso de poder serem julgadas.

No entanto, existe o risco de os democratas acabarem com um resultado bem mais parecido com o do processo do ex-presidente democrata Bill Clinton, em 1998.

Na época, a Câmara, liderada pelos republicanos aprovou o impeachment de Clinton, acusado de perjúrio e obstrução de justiça ao mentir sobre seu caso com a estagiária Monica Lewinsky.

No entanto, na guerra da opinião pública, Clinton conseguiu convencer os eleitores de que era alvo de uma perseguição injusta. O Senado votou contra o afastamento, e o impeachment acabou saindo pela culatra, com republicanos punidos nas urnas nas eleições legislativas e o líder republicano na Câmara, Newt Gingrich, renunciando. Clinton terminou o mandato com aprovação de 70%.

Para grande parte dos observadores, há uma enorme chance de prevalecer a narrativa de Donald Trump -de que o impeachment é um golpe de Estado contra ele e de que os democratas passam os dias tentando arrumar alguma coisa que anule o resultado da eleição de 2016.

Se a história colar, o risco é que parcela do eleitorado se irrite e acabe não votando em democratas (ou não saindo de casa para votar) na eleição presidencial de 2020.

Justamente por isso, a presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, resistiu tanto a iniciar o processo.

Desde que Trump assumiu, em 2017, integrantes das alas mais à esquerda do partido pediam que fosse iniciado um processo, seja pela interferência da Rússia na eleição e suposta conivência da campanha de Trump, seja por obstrução do Congresso nas investigações do caso, seja pelo uso do cargo para obter benefícios pessoais e receber presentes, no uso dos hotéis Trump por governos estrangeiros.

Pelosi só iniciou o processo quando chegou à conclusão de que era inevitável, que a tentativa de pressionar o governo ucraniano a investigar o democrata Joe Biden era absolutamente inadmissível e clara o suficiente para que os americanos entendessem.

A esperança dos democratas era que as audiências na Câmara seguissem o script do impeachment de Nixon, que renunciou antes de ser afastado, pois as revelações nas audiências levaram a perda de apoio até de republicanos.

No caso de Trump, os democratas sabiam que não conseguiriam nunca os votos necessários no Senado para aprovar o afastamento.

Mas apostavam que haveria revelações tão revoltantes durante as audiências que Trump perderia um número considerável de votos na eleição de 2020. Esse resultado ainda está em aberto.

É fato que os testemunhos corroboram a denúncia do “whistleblower” e a possível obstrução de justiça. Mas, em um impeachment, fatos contam muito menos do que o contexto político.

Não basta provar que se trata de crime passível de impeachment. É preciso ser horrível o suficiente para fazer seus apoiadores mudarem de lado. E, por enquanto, não houve revelação bombástica a ponto de fazer deputados republicanos mudarem de voto, que dizer de senadores ou eleitores.

Após algumas semanas de processo na Câmara, ninguém parece ter mudado de posição, mostra pesquisa do jornal Washington Post de 15 de dezembro -85% dos democratas apoiam o impeachment e 86% dos republicanos são contra.

Os independentes, supostamente persuasíveis, estão completamente divididos: 47% querem impeachment e afastamento, 46% são contra.

Com o país mais polarizado do que nunca, é baixa a chance de as pessoas mudarem de ideia. Portanto, caso a economia continue saudável e com pleno emprego, Trump entra com vantagem para a corrida eleitoral de 2020.

Notícias relacionadas

Eleições 2026: veja as regras para votar no primeiro turno

Post sobre autista: juíza nega liminar a Maria do Carmo contra Roberto Cidade

Rotta deixa oficialmente o Avante depois de romper com David Almeida

Juíza suspende pesquisa do Instituto Projeta divulgada na semana passada

Fragmentação política esvazia debate eleitoral na TV, afirma pesquisadora

Assuntos Impeachment
Redação 19 de dezembro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Ronaldo Caiado lançou pré-candidatura à Presidência da República (Foto: Secom/Governo de Goiás)
Política

Caiado compara apostas a drogas e promete ‘mão pesada’ contra as bets

20 de agosto de 2026
Política

‘Equívoco’, diz Gilmar Mendes sobre defesa de impeachment no STF por candidatos

19 de agosto de 2026
Presidente da CPI, Fabiano Contarato, observa o relator Alessandro Vieira ler o relatório que foi rejeitado (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
Política

CPI do Crime Organizado rejeita relatório que pedia indiciamento de ministros do STF

15 de abril de 2026
STF
Política

Partido Novo obriga candidatos a apoiarem impeachment de ministros do STF

8 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?