O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Haddad afirma que o Brasil pode crescer com governo liberal de Bolsonaro

30 de novembro de 2018 Política
Compartilhar
Fernando Haddad em evento no RJ
Fernando Haddad disse que venda de empresas estatais pode capitalizar e dar fôlego ao governo (Foto: Rovena Rosa/ABr)

Da Agência Estado

SÃO PAULO – O candidato derrotado do PT à Presidência, Fernando Haddad, disse que o eventual fracasso da administração do presidente eleito Jair Bolsonaro não é ‘o pressuposto’ da sua avaliação sobre as perspectivas econômicas do País com o próximo governo. Ao contrário, ele fez um diagnóstico de que a gestão de Bolsonaro poderá ter bons resultados econômicos.

“Temos que nos prevenir: ele vai adotar o neoliberalismo radical”, disse, referindo-se a Bolsonaro. “Em primeiro lugar gera um fluxo de caixa muito importante e dá fôlego, com a venda de ativos estatais, o que ocorreu com o primeiro mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso com venda de estatais, o que bancou a sobrevalorização do câmbio por quatro anos”, lembrou. “Vamos ter crescimento em 4 anos porque estamos há 4 anos sem crescer e isso vai dar um respiro para o governo”.

Na avaliação de Haddad, o novo governo também adotará uma agenda próxima a grupos religiosos conservadores. “A pauta do fundamentalismo alimenta o espírito e não o estômago, mas isto também está no jogo político”, disse.

Haddad destacou que o presidente pode ressaltar que vai “intervir na escola pública e que seu filho não tem risco de ser gay”. Para o ex-candidato a presidente, é preciso adotar cuidado para avaliar o futuro da administração Bolsonaro. “Não pode ver como dado o fracasso, que pode ocorrer, mas não é pressuposto da nossa avaliação”.

Haddad não fez críticas a Bolsonaro, com exceção de ter avaliado como indevido o fato de que o presidente eleito ‘bateu continência’ para John Bolton, assessor de Segurança Nacional do governo do presidente americano Donald Trump em visita na manhã da quinta-feira, 29, em sua residência no Rio de Janeiro.

O ex-prefeito também apontou como ‘estranho’ o fato do juiz Sergio Moro ter aceitado um cargo de primeiro escalão na futura administração. “Não é comum uma pessoa deixar de ser juiz para ser ministro do atual governo”, disse.

Haddad diz que as ações de Moro interferiram no resultado das eleições presidenciais pois, para ele, se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva –  condenado e preso na Operação Lava Jato – tivesse condições, ele estaria eleito e seria o sucessor do presidente Michel Temer.

De acordo com Haddad, além de propor a reforma política, o governo do ex-presidente Lula no segundo mandato deveria ter sugerido a realização da reforma tributária. “É quando há alto capital político que mudanças importantes precisam ser sugeridas mesmo que isso implique em derrota em eleições”, destacou.

O ex-prefeito, por outro lado, não mencionou, no evento promovido em Nova York pelo ‘The People’s Forum’, em nenhum momento a necessidade de ajustes fiscais caso fosse eleito como presidente, nem mencionou a importância da realização da reforma da Previdência Social para o País. “Na campanha presidencial defendi reformas em dois setores importantes: o bancário e o referente aos meios de comunicação”, destacou. “Há a cartelização do sistema bancário, o que também acontece com os meios de comunicação. São dois oligopólios que precisam ser revistos, senão não tem democracia”, finalizou.

Notícias relacionadas

Eleitores de Lula ocupam ruas em apoio à reeleição do presidente no 2º turno

Direita cresce na Amazônia e pressiona políticas públicas e direitos sociais

Ministério aciona MPF contra a Meta por falhas que afetaram campanha de Lula

Deputada colhe assinaturas para instalar CPI que investigará big techs na eleição

Richarlison acusa Flávio Bolsonaro de tomar ilha e pede investigação da PF

Assuntos Fernando Haddad, governo liberal, Jair Bolsonaro
Cleber Oliveira 30 de novembro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Oswaldo Eustáquio
Política

Moraes vota para tornar apoiador de Bolsonaro réu por associação criminosa

16 de outubro de 2026
Flávio Bolsonaro recusou-se a falar sobre apoio ao fim da jornada 6x1 (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Política

Flávio Bolsonaro comemora decisão de Moraes e deve visitar o pai nesta terça (13)

12 de outubro de 2026
Jair e Flávio Bolsonaro
Política

Moraes libera visitas de Flávio a Jair Bolsonaro após 90 dias de proibição

12 de outubro de 2026
Ministro Kassio Nunes Marques
Política

Nunes Marques levará revisão criminal de Bolsonaro ao plenário do STF

7 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?