O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Augusto Barreto Rocha

Há brutalidade e delicadeza na Amazônia

13 de maio de 2024 Augusto Barreto Rocha
Compartilhar


MANAUS – A Amazônia é forte e delicada ao mesmo tempo. É forte, pois resiste faz centenas de anos ao esforço de extração de riquezas de toda ordem. É delicada porque existem inúmeros biomas espalhados e cada um deles é alterado quando a intervenção não é pensada como uma ação harmônica com a natureza.

Neste contexto, nos últimos anos vários esforços vêm sendo feito para associar riqueza à proteção. Entretanto, há muito mais interesses na extração pura e que ignora tudo e todos que aqui vivem ou uma extração dissimulada de seus recursos, em um faz de conta “sustentável”, que vem recebendo o termo em inglês “green washing”, em especial nas fronteiras, que se tornam as áreas ainda mais vulneráveis que as regiões mais isoladas.

O aquecimento global começa a atrair mais atenção para a região, pois o ano de 2024 é o mais quente da história, segundo o Programa Copernicus, da União Europeia. Associado a isto, a diversos pesquisadores mundo afora que estão correlacionando o aquecimento global com a seca na Amazônia. Há clara correlação, pois o aumento da temperatura leva à redução das chuvas na região. Entretanto, não está completamente clara a causalidade: paira ainda uma dúvida se o aquecimento provocou a seca.

Até onde vai a adaptabilidade da região Amazônica à brutalidade da mudança climática? Qual será a resiliência dos seus sistemas? Como a natureza se adaptará à nova realidade? Para alguns pesquisadores, a Amazônia poderá sofrer em 2024 uma seca ainda mais severa do que em 2023. Este é o pensamento que tenho, como alguém que reflete a logística, mas não como um especialista em clima.

Isso significa que a minha sugestão para os profissionais que constroem redes logísticas para a indústria e o comércio de Manaus devem considerar que 2024 será pior que 2023. Para quem quiser ouvir, isso implica que o governo federal, dentro das atribuições do DNIT, deve agir com grande diligência na garantia do calado na “hidrovia” do Amazonas. Os armadores de navios de maior porte devem repensar suas frequências de navios e capacidades máximas, construindo soluções alternativas, caso o governo não faça o seu papel.

As empresas sediadas nas áreas que sofreram ao menos dois meses de rompimento das cadeias produtivas em 2023 deverão considerar a expressiva possibilidade da repetição do cenário do ano passado, salvo as medidas anteriormente mencionadas aconteçam em toda sua extensão. Trabalhar antecipadamente é o que resta aos gestores envolvidos com a logística da região.

Enquanto a Amazônia não entrar na agenda do país, como uma área primária e importante, não poderemos aproveitar toda a extensão de possibilidades que este delicado sistema pode ofertar. Por ora, o olhar é de fluxo de capitais apenas para apropriação de bens públicos, como destacado por Ladislau Dowbor, demarcando a região como áreas repletas de subclasses, ao invés de iguais em país e oportunidades.

A ver o que prevalece no longo prazo: a visão populista e que despreza pessoas de regiões com menor poder econômico ou a oportunidade da gestão responsável dos recursos ambientais e dos potenciais tão abundantes da Amazônia. A brutalidade superficial ou a delicada e cuidadosa análise de cada espaço de potências e potenciais.


Augusto César Barreto Rocha é doutor em Engenharia de Transportes (COPPE/UFRJ), professor da UFAM (Universidade Federal do Amazonas), diretor adjunto da FIEAM, onde é responsável pelas Coordenadorias de Infraestrutura, Transporte e Logística.

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Lula defende exploração com responsabilidade na Foz do Amazonas

Ciência não é futebol, não dá para escolher um lado, diz divulgador científico

A ação da Fiesp e o desafio de uma política industrial menos concentrada

Nova tecnologia fortalece estudos sobre contaminação por mercúrio no Amazonas

Luz para Todos prioriza mulheres e povos tradicionais

Assuntos Amazônia, bioma amazônico, recursos naturais, riquezas minerais
Cleber Oliveira 13 de maio de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Poços da Petrobras na Faixa Equatorial: mais petróleo em alto-mar (Arte: Petrobras/Divulgação)
Economia

Lula defende exploração com responsabilidade na Foz do Amazonas

19 de maio de 2026
Divulgador Pedro Loos diz que combate conspirações sem entrar em embate direto (Imagem: YouTube/Reprodução)
Dia a Dia

Ciência não é futebol, não dá para escolher um lado, diz divulgador científico

18 de maio de 2026
Barco-laboratório
Especial Publicitário

Nova tecnologia fortalece estudos sobre contaminação por mercúrio no Amazonas

15 de maio de 2026
Dia a Dia

Luz para Todos prioriza mulheres e povos tradicionais

11 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?