O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Guia orienta sobre palavras ofensivas a serem evitadas por servidores

1 de agosto de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
Guia orienta sobre palavras a serem evitadas por servidores (Foto: Prefeitura de Campinas/Divulgação)
Guia orienta sobre palavras a serem evitadas por servidores (Foto: Prefeitura de Campinas/Divulgação)
Por Tatiana Cavalcanti, da Folhapress

SÃO PAULO – No ambiente de trabalho, um homem chama uma colega de “gordona”. Ela fica magoada, ofende-se, e isso o faz refletir sobre sua atitude preconceituosa. Constrangido com o próprio ato e uso das palavras ofensivas, ele reconhece que errou e se retrata com ela. Hoje, eles convivem harmoniosamente.

Essa situação aconteceu em um dos órgãos da Prefeitura de Campinas, no interior de São Paulo. Para evitar situações parecidas, o município lançou neste mês o “Guia de Terminologia sobre Políticas Afirmativas” para nortear o atendimento de seus servidores aos cidadãos campineiros e até para que a relação entre os funcionários públicos seja mais igualitária.

Virtual, o guia tem a pretensão de ser didático e fácil de compreender. Termos que devem ser evitados – como “cabelo ruim”, “escravo”, “criado mudo”, “fazer nas coxas”, “ceguinho”, “bichona/viado”, “sapatão”, “índio”, “hermafrodita”, “macumbeiro” e “mãe solteira”, entre outros –, ganham sinalização em vermelho.

Destacadas em azul aparecem as sugestões de expressões a serem usadas no lugar das palavras pejorativas, como escravizado, mesa de cabeceira, mal feito, deficiente visual, gay, lésbica, indígena e mãe solo.

“O guia está sendo divulgado em todos os serviços de atendimento ao público da prefeitura. O objetivo é que o servidor tenha uma prestação de serviço mais acolhedora e correta”, afirma Eliane Jocelaine Pereira, à frente da Secretaria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas da Prefeitura de Campinas.

A secretária cita outros termos pejorativos que entraram no guia após sugestão de servidores: “crioulo”, “mulato” (prefira pardo ou mestiço) e “João sem braço”, por exemplo.

“Buscamos fazer um retrato da administração pública. Então, decidimos que era uma boa iniciativa promover atividades de equidade no serviço público aos servidores que pertencem a segmentos negros, indígenas, pessoas com deficiência, LGBTQIA+ e idosos”, afirma Eliane.

Há ainda no guia explicações de conceitos como diversidade, homofobia, discriminação racial, capacitismo, etarismo e direito reprodutivo.

A ideia de criar um manual de referência surgiu quando funcionários públicos municipais identificaram que havia uma linguagem inadequada e preconceituosa sendo usada em documentos, como relatórios, e apresentações.

Eram termos como “retardado”, “doente mental” e “deficiente”, de acordo com a analista de gestão de pessoas Milena Ranzini, 42, que fez parte do grupo intersetorial que desenvolveu o manuscrito.

“O guia passa a ser um local de referência para saber a linguagem adequada que os funcionários públicos devem usar. Já que muitas pessoas não tinham conhecimento de quais termos eram ou não corretos”, afirma Milena.

A analista lembra, ainda, que atualmente não se usa mais o termo “deficiente”, e sim pessoa com deficiência. Tampouco se deve falar, segundo ela, “louco” ou “doido”, mas sim pessoa com transtorno mental.

Milena admite que, em uma reunião recente, ao tentar dizer que não havia alguém disponível para cumprir uma tarefa, disse que estavam “sem braço”. “Um funcionário já chamou a atenção e lembrou que esse termo constava no manual, em capacitismo. Sinal que o guia está funcionando. Estamos todos aprendendo juntos”, relata Milena.

Funcionário público da Coordenadoria Setorial de Benefícios Sociais de Campinas, Cléber Nogueira Rodrigues, 42, também contribuiu para o guia antes de seu lançamento, ao sugerir termos raciais e homofóbicos.

Para ele, as políticas afirmativas são importantes. “Elas nos ensinam a ser mais inclusivos. Muitas vezes as pessoas usam termos equivocados por falta de conhecimento. É uma oportunidade de reparar as desigualdades sociais e raciais da nossa sociedade”.

O guia tem tido efeito sobre os servidores na rotina de trabalho. Alguns têm até levado os novos ensinamentos para fora do ambiente institucional. “Um dos servidores mostrou o guia para o pai, que logo notou que faltava a palavra ‘judiação’, que tem uma conotação preconceituosa com os judeus”.

Outra expressão que pedimos para evitar são aquelas que reforçam os maus tratos aos animais, como ‘matar dois coelhos com uma cajadada só’ ou ‘apanhou como um cachorro’”, relata Milena.

Esse guia busca validar a mudança de comportamento em relação à diversidade, para a terapeuta ocupacional Juliana Assunção dos Santos, 43. “Estamos aqui justamente para conviver com o diferente. Isso é inclusão”. Foi ela quem sugeriu que os termos “louco” e “doido” constassem no manual. “São pejorativos para se referir a pessoas que, na verdade, têm um transtorno mental. Assim como falar que alguém é retardado ou débil mental, é preciso parar com isso, com todos esses termos preconceituosos”.

A leitura do manual não é obrigatória. “Precisamos socializar a questão da equidade na administração. Quanto mais debatermos as mudanças de comportamento, mais fácil vai ser exigir a atualização. Obrigar a leitura sem mudar o comportamento não muda a cultura”, relata a secretária.

Notícias relacionadas

Presídios terão raio-X e scanners do projeto Padrão Segurança Máxima

Número de homicídios de mulheres caiu em dez anos, registra Atlas da Violência

Das 37.150 mortes no trânsito em 2024, 15.459 envolveram motocicletas

Polícia Federal destrói dragas e apreende drogas e ouro ilegal no Amazonas

Prefeitura publica nomeação de 325 aprovados do cadastro reserva da Semed

Assuntos comentarios pejorativos, Prefeitura de Campinas
Cleber Oliveira 1 de agosto de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Campanha de defesa da assistência a autistas em Manaus: proteção da lei (Foto: Karla Vieira/Semcom/Manaus Solidária)
Dia a Dia

Lei institui multa para quem discriminar autistas no Amazonas

14 de julho de 2022

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?