O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Grupo Atem ainda não opera refinaria de Manaus comprada da Petrobras

30 de outubro de 2021 Economia
Compartilhar
Petroleiros se mobilizam na Reman em greve pela defesa do emprego (Foto: Sindipetro/AM/Divulgação)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – Apesar de ter assinado contrato com a Petrobras para comprar a Refinaria Isaac Sabba (Reman), em Manaus, em agosto deste ano, o Grupo Atem informou que não começou a operação na unidade porque ainda não se tornou real proprietário dela. Conforme a companhia, a expectativa é que o processo de transferência seja concluído até março de 2022.

O grupo empresarial está comprando a refinaria e seus ativos logísticos associados pelo valor de US$ 189,5 milhões (equivalente a R$ 994,15 milhões). A operação, no entanto, depende de aprovações regulatórias e aval do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), autarquia vinculada ao Ministério da Justiça.

De acordo com a companhia, até o fim deste ciclo a refinaria permanece sob controle da Petrobras. “Outros passos ainda devem ser observados antes de a Atem assumir o ativo. As partes ainda precisam atender a certas condições precedentes, nomeadamente as aprovações regulatórias e a aprovação da operação pelo Cade”, informou o Grupo Atem.

A manifestação da companhia ocorreu após a reportagem do ATUAL questioná-la se o refino de petróleo pode ter custos menores com a privatização da Reman e, com isso reduzir, preço dos combustíveis no estado. O grupo empresarial respondeu que a Petrobras continuará operando a refinaria por meio de um contrato de prestação de serviços por período transitório.

Em agosto deste ano, Miquéias Atem, acionista e um dos fundadores do Grupo Atem, afirmou que a venda da refinaria irá estimular a competição no setor. “A aquisição da refinaria permitirá aprimorar o suprimento de combustíveis e derivados de petróleo e gás para a região de influência da Refinaria”, disse.

Preços

O trabalho na refinaria compõe um longo processo de produção dos combustíveis até chegar na bomba. Depois de ser extraído em águas profundas, a até 7 mil metros de profundidade, o petróleo é enviado para as refinarias, onde passam por processos químicos e físicos. Depois, são vendidos para as distribuidoras, que revendem aos consumidores em postos de distribuição.

De acordo com a Petrobras, o preço da gasolina cobrado na bomba tem cinco componentes: a realização da Petrobras corresponde a R$ 2,12; a distribuição, revenda e etanol anidro, R$ 1,97; os impostos federais (CIDE e PIS/PASEP e COFINS), R$ 0,69; e o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) – imposto estadual, R$ 1,53.

Quando o Grupo Atem começar a operar a Reman, ficará responsável pelos processos químicos e físicos. Nessa fase, as moléculas pesadas são purificadas e quebradas em partes menores, dando origem a diversos produtos, como gasolina, óleo diesel e gás liquefeito de petróleo.

Resistência

A privatização da Reman, no entanto, sofre resistência de trabalhadores do setor de transporte de Manaus, como os taxistas e mototaxistas, e do ramo petrolífero. Em maio deste ano, três sindicatos que representam esses setores apresentaram uma ação civil pública na Justiça Federal do Amazonas para barrar a venda da refinaria.

Os sindicatos alegam que a privatização acarretaria sérios prejuízos ao mercado interno e à ordem econômica do Amazonas. Eles pedem a apresentação de um estudo sobre o impacto socioeconômico para a economia amazonense e a realização de uma audiência pública para exposição à população dos efeitos da venda da Reman.

Ainda de acordo com os sindicatos, a produção, o refino e o transporte de petróleo e derivados não podem ser tratados como simples negócios privados, pois o “eventual comprador da Reman terá que implantar toda uma nova estrutura de compra, transporte, comercialização e recursos humanos, entre outras atividades”.

Para os trabalhadores, a nova estrutura terá um custo que também será repassado para os consumidores. “Considerando a necessidade de negociação de acesso à infraestrutura associada à refinaria, pode haver elevação dos custos de movimentação de produtos no estado do Amazonas”, diz trecho da ação.

Os sindicatos sustentam ainda como um “risco” em relação à competitividade o fato de que o comprador é um distribuidor já dominante no mercado. “É provável que a venda da Reman fique limitada a troca de agente econômico, sem benefícios de aumento de competitividade na comercialização de óleo diesel e gasolina neste mercado”, completam os sindicatos.

A ação estava sendo analisada pelo juiz Diego Leonardo Andrade de Oliveira, da 9ª Vara Federal do Amazonas. Entretanto, em junho deste ano, o magistrado entendeu que o caso deveria ser julgado pela Justiça Federal do Rio de Janeiro e, por esse motivo, determinou o envio do processo para o estado fluminense, onde outra ação já estava tramitando desde 2019.

No dia 14 de setembro, o juiz Júlio Abranches Mansur, da 14ª Vara Federal do Rio de Janeiro, negou o pedido dos sindicatos para suspender o processo de venda da refinaria. O magistrado recorreu a os mesmos argumentos que usou para rejeitar, em agosto de 2020, pedido similar feito por outras entidades em relação à Refinaria Alberto Pasqualini, no Rio Grande do Sul.

Naquela ocasião, Mansur sustentou que a Constituição Federal e a Lei Federal nº 9.478/1997 estabelecem que a União poderá contratar empresas para a refinação do petróleo. Além disso, a Resolução nº 16/2010, da ANP, não prevê a necessidade de realização de qualquer consulta pública, bastando que a compradora preencha os requisitos previstos naquela resolução.

A reportagem questionou o Grupo Atem sobre a ação judicial manejada pelos sindicatos. A companhia disse que ofereceu o melhor preço dentro do “processo competitivo amplo e transparente, promovido pela Petrobras” e que a venda respeitou os “mais rigorosos parâmetros legais e melhores práticas do mercado”.

“O processo competitivo ocorreu dentro dos mais rigorosos parâmetros legais e melhores práticas de mercado, contando com a participação de múltiplos interessados, foi conduzido por renomados assessores jurídicos e financeiros e chancelado por diversos órgãos de controle internos e da Administração Pública”, informou o Grupo Atem.

A Petrobras disse que não se manifesta sobre processos judiciais em andamento.

Notícias relacionadas

Conab e BNDES divulgam resultado de chamada para o Amazônia Viva

Saiba as proibições a agentes públicos que estão valendo no ‘defeso eleitoral’

Juiz derruba entendimento da Receita Federal que prejudica Zona Franca

Titulares de cartórios têm maior patrimônio médio declarado à Receita

Governo lança Desenrola MEI para renegociar R$ 12,4 bilhões em dívidas

Assuntos Grupo Atem, manchete, Petrobras, Refinaria Isaac Sabbá, Reman
Felipe Campinas 30 de outubro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Urna eletrônica
Política

Saiba as proibições a agentes públicos que estão valendo no ‘defeso eleitoral’

4 de julho de 2026
Inmetro e Fieam
Política

Juiz derruba entendimento da Receita Federal que prejudica Zona Franca

3 de julho de 2026
ligações clandestinas de energia
Economia

Furtos e fraudes de energia geraram prejuízo de R$ 753,6 milhões no AM

3 de julho de 2026
Economia

AM é o terceiro estado com maior projeção de aumento da economia

3 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?