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Dia a Dia

Governo tira cineastas e chama grupos estrangeiros para Conselho de Cinema

4 de dezembro de 2018 Dia a Dia
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Cinema
O grupo é composto por um total de nove titulares e nove suplentes (Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília)

Por Guilherme Genestreti, da Folhapress

SÃO PAULO, SP – O governo excluiu cineastas brasileiros da nova composição do Conselho Superior do Cinema, responsável por formular políticas públicas para o setor audiovisual nacional, e loteou seus assentos com representantes de gigantes das telecomunicações e de conglomerados internacionais, como a Netflix e os estúdios de Hollywood.

A nova composição foi anunciada em decreto assinado pelo presidente Michel Temer e publicado nesta segunda, 3, no Diário Oficial da União, e valerá para os próximos dois anos. É a primeira vez que integrantes da Apaci e da Abraci, associações que reúnem realizadores do país, não têm lugar no grupo -fizeram parte até o fim deste ano. Único cineasta entre os membros do novo conselho, Bruno Barreto não integra essas entidades de diretores.

O grupo é composto por um total de nove titulares e nove suplentes. Desse total, o governo reconduziu três dos antigos titulares e nomeou 15 novos membros -seis titulares e nove suplentes.

Entre os recém-nomeados estão Paula Karol Pinha, que trabalha na área de assuntos institucionais da Netflix, e José Maurício Fittipaldi, advogado que representa a MPA (Motion Picture Association of America), que reúne os grandes estúdios hollywoodianos, incluindo Disney, Warner e Fox. Leonardo Palhares, por sua vez, já falou em nome do Google e do Facebook em reuniões do conselho.

Isso significa que esses grandes grupos estrangeiros terão mais voz nas futuras discussões sobre políticas públicas para a indústria cinematográfica brasileira. Temas como a cota de tela, que prevê um número de dias que os cinemas são obrigados a exibir produções nacionais, e a regulação do VOD (vídeo sob demanda) são alguns dos tópicos discutidos pelo Conselho Superior de Cinema.

Outros dos integrantes incluem Marcelo Bechara Hobaika, que representa a TV Globo, Hiran Silveira, que representa a TV Record, e Marcio Fraccaroli, dono da Paris Filmes, distribuidora por trás dos grandes lançamentos nacionais. Já Ricardo Difini Leite, outro dos novos membros, é um exibidor que já deu declarações públicas contra a cota de tela, atualmente em exame no STF.

Procurado, o Ministério da Cultura, responsável pelas nomeações, informa que todos os nomes foram indicados após consulta formal a 49 entidades do setor. E que há, sim, realizadores no novo conselho, caso de Bruno Barreto.

“A MPA representa as distribuidoras norte-americanas que atuam no Brasil e, portanto, integram o setor audiovisual do país”, informa, via assessoria. “A advogada Paula Pinha foi indicada pela Associação Latino-Americana de VOD, que representa empresas de VOD, não pela empresa em que trabalha.” E completa: “Todas as entidades consultadas representam segmentos direta ou indiretamente impactados pela política pública de audiovisual”.

Sobre a ausência de diretores ligados às associações tradicionais, o MinC responde que não apenas Barreto representa o segmento de realizadores como também os indicados por outras entidades como a Bravi, a Conne, a Fames, a Abragames e a Apro -nenhuma delas, entretanto, é exclusiva para diretores.

“O fato digno de nota é que pela primeira vez há, de fato, um Conselho Superior de Cinema constituído a partir de uma consulta real ao setor e que representa todos os elos das cadeias de valor do audiovisual e boa parte dos segmentos do mercado.”

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Assuntos Abraci, Apaci, cineastas, Conselho de Cinema, Hollywood, MinC, Netflix
Redação 4 de dezembro de 2018
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