O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Governo tenta baixar custo da energia reduzindo preço para acionamento de térmicas

2 de fevereiro de 2022 Economia
Compartilhar
Luz bandeira tarifária (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
O valor é menor do que os R$ 1.000 por MWh definidos como teto na última reunião do comitê (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Por Nicola Pamplona, da Folhapress

RIO DE JANEIRO – O CMSE (Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico) decidiu reduzir o teto de preço para o acionamento de usinas térmicas no país, retirando do sistema projetos que cobrem mais de R$ 600 por MWh (megawatt-hora) gerado.

O valor é menor do que os R$ 1.000 por MWh definidos como teto na última reunião do comitê, em janeiro. A decisão, diz o CMSE, responde à melhora no nível das barragens e na expectativa de chuvas para os próximos meses.

Para enfrentar a seca em 2021, o governo autorizou o uso de todo o parque térmico disponível no país, acionando usinas que chegavam a custar R$ 2.500 por MWh. Para bancar os custos extras, foi criada a bandeira tarifária de escassez hídrica, com vigência até abril.

A bandeira acrescenta R$ 14,20 por cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos, valor bem superior aos R$ 9,49 por 100 kWh da bandeira vermelha nível 2, até então a maior sobretaxa cobrada na conta de luz para bancar as térmicas.

O CMSE também estabeleceu um teto de R$ 1.000 por MWh para a importação de energia dos países vizinhos. Além disso, estabeleceu um limite de 10.000 MW para a geração térmica e a importação de energia. Em janeiro, esse limite era de 15.000 MW.

Nesta quarta, o país gerou cerca de 9.000 MW em energia térmica e importou 0,1 MW do Uruguai, segundo dados do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico). Exatos seis meses antes, o volume de energia gerado por térmicas chegou a 18.945 MW.

“Essa mudança na política operativa deverá se traduzir em redução dos custos percebidos pelos consumidores de energia elétrica”, disse, em nota o MME (Ministério de Minas e Energia).

O CMSE destacou que o nível dos reservatórios das hidrelétricas brasileiras chegou a 49,4% no fim de janeiro, 5,1 pontos percentuais acima do esperado. No fim de fevereiro, a expectativa é que o indicador fique entre 55,2% e 60,6%, acima dos 38,3% verificados no mesmo período de 2021.

A recuperação reflete as fortes chuvas que caíram sobre o país desde o início do verão, provocando mortes e transtornos na Bahia, em Minas Gerais e em São Paulo, por exemplo.

Especialistas consultados pela reportagem dizem que, com a recuperação do nível dos reservatórios e a entrada de novos projetos de geração durante o ano, não há risco de problemas do suprimento de energia em 2022.

A consultoria PSR Energy estima que o país chegará ao início do período seco, em abril, com os reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste, considerados a principal caixa-d’água do setor elétrico brasileiro, com 65% de sua capacidade –nesta quarta, estavam com 42,2%.

“A quantidade de nova oferta que entra no sistema a partir de 2022, somada com este nível de reservatório, nos dá muita tranquilidade para 2022 e 2023”, diz o presidente da PSR, Luiz Barroso.

O ex-diretor-geral do ONS, Luiz Eduardo Barata, também descarta risco, mas lembra que o consumidor ainda pagará caro pelas medidas adotadas pelo governo para conter a crise em 2021, como o acionamento de térmicas a custos elevados.

A conta de luz, diz, será impactada pelos repasses dessa energia e por empréstimo negociado pelas distribuidoras de eletricidade com o governo para cobrir parte do rombo provocado pela compra de energia das térmicas.

Além disso, o governo contratou 775,8 MW médios em capacidade de geração térmica adicional no fim de 2021, alegando que o país precisava de novas térmicas para levar o nível dos reservatórios a patamares seguros.

Os projetos vencedores têm custo fixo médio de R$ 1.563,61 por MWh (megawatt-hora) e os contratos têm vigência entre 2022 e 2025. O custo total do leilão para o consumidor será de R$ 39 bilhões.

Com as chuvas, hidrelétricas da região Norte passaram a liberar água sem gerar energia na virada do ano, por falta de capacidade de transporte da produção para o Sudeste. Em janeiro, o ONS negociou com a térmica Porto Sergipe que reduzisse sua produção para liberar espaço nas linhas de transmissão.

Notícias relacionadas

Ministro revela que 56 mil sites e aplicativos de bets foram desativados

Renegociação de dívida rural incluirá perdas causadas por eventos climáticos

Governo adia fim de subsídio da gasolina com alta no preço do petróleo

Empresas aéreas lucraram R$ 4,3 bilhões em 2025, informa a Anac

Indústria de calçados e importadores dos EUA são contra tarifas ao Brasil

Assuntos custo da energia, governo federal, usinas térmicas
Redação 2 de fevereiro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Governo repassa R$ 337 milhões para combate a incêndios e desmatamento

15 de junho de 2026
Dia a Dia

‘A BR-319 vai sair’, afirma Lula ao assinar ordem de serviço para reasfaltamento

27 de maio de 2026
Ministro Bruno Moretti afirma que cortes representam compromisso do governo com regras fiscais (Foto: Moreira Mari/Agência Senado)
Economia

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

22 de maio de 2026
Economia

Santo Antônio do Içá tem maior valor médio do Bolsa Família no AM: R$ 876

19 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?