O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Governo federal adota arbitragem para resolver conflitos na infraestrutura

24 de setembro de 2019 Economia
Compartilhar

Por Ivan Martínez-Vargas, da Folhapress

SÃO PAULO-SP – O governo Bolsonaro publicou nessa segunda-feira, 23, um decreto que regulamenta o uso, pela União, da arbitragem para a resolução de conflitos com empresas nos setores de infraestrutura. A medida engloba os contratos de concessão.

A norma regulamenta a adoção do mecanismo para a resolução de conflitos sobre recomposição de equilíbrio econômico-financeiro de contratos de concessão em andamento, cálculos de indenizações ou não cumprimento de obrigações contratuais. A conta do serviço, contudo, ficará com a iniciativa privada. Os setores portuário, aquaviário e de transportes via ferrovias, rodovias, e aeroportos estão inseridos no decreto.

Para que a arbitragem possa ser adotada, basta que o contrato contenha uma cláusula que preveja a adoção desse mecanismo ou, quando não houver previsão contratual, que esse método seja aditado, desde que haja acordo entre as partes.

O decreto prevê, na ausência de previsão contratual de arbitragem, que a União possa optar pela solução sempre que a demora na solução do conflito “possa gerar prejuízo à prestação adequada do serviço ou à operação da infraestrutura ou inibir investimentos considerados prioritários”.

Para Joaquim Muniz, sócio do escritório de advocacia Trench Watanabe Rossi, o decreto “disciplina o uso da arbitragem, que tem a vantagem de resolver conflitos de maneira mais ágil (em até dois anos) e técnica. Antes, a lei permitia, mas o tema não estava plenamente regulamentado”.

A base da nova norma é uma lei federal de 1996 que foi reformada em 2015 para permitir que a arbitragem fosse mais usada pelo governo. “Em alguns casos é mais interessante resolver de maneira privada tanto para a sociedade e quanto para o governo. É o caso de concessões com graves problemas, como casos de repactuação das obrigações de uma concessionária ou discussões sobre tarifas de pedágio. No Judiciário, demora anos”, diz Luciano Gogoy, professor da FGV Direito.

A maior novidade do decreto, segundo ele, é a possibilidade de que conflitos que já estejam na Justiça possam passar à arbitragem. Nesses casos, a norma prevê que “o órgão da Advocacia-Geral da União responsável pelo acompanhamento da ação judicial emitirá manifestação sobre as possibilidades de decisão favorável à administração pública federal e a perspectiva de tempo (…)” para a resolução do caso.

Além de mais demorada, a via judicial costuma ser mais cara, segundo Carolina Ciado, sócia do Cascione. “No início, os preços da arbitragem são maiores, porque você remunera os árbitros e contrata os peritos. No Judiciário, porém, a demora eleva muito os custos. A desvantagem é que não há como recorrer em caso de derrota” diz.

Pelo decreto, as despesas do processo arbitral serão antecipadas pela iniciativa privada, e a União só desembolsa valores se vier a perder o caso. “Esse ponto é ruim, os custos geralmente são divididos entre as partes. Exigir que sempre seja do privado é um absurdo. No estado de São Paulo, é quem entra com a ação que paga, por exemplo”, afirma Muniz.

“A empresa vai tomar essa despesa para ter o benefício de litigar e, se for vencedora, há previsão de ressarcimento. Vejo a medida como algo bom”, diz Luciano Gogoy.

Notícias relacionadas

Apostas na Mega-Sena 30 anos começam neste domingo

Refinarias da Petrobras operam com mais de 100% de capacidade

Com guerra e juro alto, bancos elevam em 33% provisões contra calotes

Renda sobe no Brasil, mas não consegue acompanhar custo de vida

Fiesp entra com ação contra leilão de energia elétrica e pede novo certame

Assuntos Arbitragem, judicialização
Cleber Oliveira 24 de setembro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Esporte

Parintins elimina Manaus nos pênaltis e vai à final do turno em jogo marcado por erro de arbitragem

8 de março de 2026
Rogério Ceni
Esporte

Rogério Ceni faz crítica contundente contra a arbitragem no Brasil

3 de novembro de 2025
CBF vai treinar árbitros para profissionalizá-los (Foto: CBF TV/Reprodução/YouTube)
Esporte

CBF fará ‘intensivão’ para melhorar arbitragem no Brasileirão

10 de outubro de 2025
Lucas Freitas no momento em que chuta para marcar o gol do Vasco (Foto: Matheus Lima/Vasco da Gama)
Esporte

Arbitragem do Brasileirão acertou em 82% dos lances polêmicos

24 de setembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?