O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Esporte

Governo estuda MP que afrouxa regras para clubes refinanciarem dívidas com a União

23 de fevereiro de 2021 Esporte
Compartilhar
Clubes de futebol querem flexibilizar regras como limite de endividamento e data de publicação de balancetes (Foto: Publicas/Divulgação)
Por Carlos Petrocilo, da Folhapress

SÃO PAULO – A Apfut (Autoridade Pública de Governança do Futebol) articula com o Ministério da Economia uma série de medidas para alterar a lei do Profut, diante dos problemas financeiros dos clubes brasileiros.

As dificuldades já existentes foram ampliadas por conta de efeitos da pandemia de Covid-19, entre eles o adiamento das receitas referentes a cotas de televisão e a ausência de público nos estádios.

O Profut (Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro), instituído em 2015, no governo Dilma Rousseff, permitiu aos times o refinanciamento de suas dívidas com a União em até 240 meses (20 anos), com descontos de 70% das multas e 40% dos juros, além de isenção dos encargos legais.

Em contrapartida, as agremiações devem cumprir medidas de austeridade e transparência. Entre elas, manter em dia suas obrigações tributárias federais e trabalhistas, reduzir o déficit e dar transparência aos seus balanços.

Thiago Froes, presidente da Apfut -órgão vinculado à Secretaria Especial do Esporte do governo federal e responsável pelo Profut-, vê 2021 como um ano desafiador para os clubes não perderem o seu refinanciamento em meio à crise.

“Estamos diante de uma situação bem complexa. Alguns fizeram o pagamento dentro de 2020, mas estamos falando de um universo de 77 entidades das séries A, B, C e D”, afirma Froes à reportagem.

Ele diz que está em debate a criação de um projeto de lei para mexer em mais pontos do programa e tenta formar um conselho deliberativo sobre o tema com a participação de integrantes do Ministério da Economia, mas que por ora pretende atacar aqueles que considera emergenciais.

“O nosso desafio maior é estar mais próximo da Economia e pensando em políticas a longo prazo. O cenário ideal é não ter Profut em 2035 [quando se atingirão os 20 anos de refinanciamento] e o mercado possuir boa saúde financeira”, afirma.

“Nesse círculo vicioso, todo esse debate do PL [projeto de lei] é realmente para, entre aspas e me desculpe o termo, mas para parar de ficar enxugando gelo. A ideia é que nós criemos políticas sustentáveis de longo prazo, executáveis e aplicáveis. Não adianta criarmos um monstro que a “executabilidade” não existe, é utópica.”

O primeiro passo, já encaminhado ao Ministério da Economia, é propor uma medida provisória (MP) para anular o dispositivo do Profut que, desde 2019, impede o clube de apresentar um déficit acima de 5% da receita bruta do ano anterior, sob pena de exclusão do programa.

Depois da publicação da reportagem, a Apfut enviou nota em que contesta o seu conteúdo e nega que o objetivo seja afrouxar as obrigações dos clubes: “A Apfut entende que o ano de 2020 foi atípico devido à pandemia e que alguns ajustes devem ser feitos devido à toda excepcionalidade gerada no mercado do futebol devido à crise sanitária, mas isso em nenhum momento se reflete em um afrouxamento das obrigações dos clubes”.

Outro ponto é alterar a exigência feita aos times de dar transparência e publicar seus balancetes até o último dia útil do mês de abril, adiando esse prazo.

“O retrato do ano fiscal de 2020 não estará correto. O calendário ainda está vigente, e as cotas de televisão serão pagas em 2021”, argumenta Froes.

Os direitos de transmissão são a principal fonte de receitas dos integrantes da elite nacional e respondem por mais de 50% da arrecadação da maioria da Série A -com exceção de Fortaleza e Palmeiras.

Pelos contratos assinados para TV aberta e fechada no Campeonato Brasileiro, 30% dos pagamentos feitos pela Globo dependem do desempenho das equipes na tabela de classificação, o que só será possível saber após a conclusão da competição, na quinta-feira, 25.

Outros 30% também são variáveis, de acordo com o número de jogos exibidos. Percentuais parecidos (25%) são aplicados para as equipes que têm contrato com a Turner.

Uma das possíveis mudanças para a nota de corte do déficit, segundo Froes, será o de considerar o resultado operacional dos três últimos anos e fazer uma média.

De acordo com os balanços apresentados em 2020, Botafogo, Corinthians e São Paulo apresentaram prejuízos bem acima dos 5% da receita bruta do ano anterior. Os três não sofreram nenhuma sanção.

Já o Cruzeiro acabou excluído do Profut em outubro de 2020 por inadimplência no fim de 2019, durante a gestão de Wagner Pires de Sá.

Publicitário e com atuação no marketing esportivo, Froes assumiu a presidência da Apfut em junho de 2020. Ele conseguiu realizar 2 das 4 plenárias anuais com a comissão formada por representantes de órgãos federais e outros ligados ao esporte que fiscalizam e julgam irregularidades no Profut. A última reunião até então havia ocorrido em novembro de 2018.

Antes mesmo dos reflexos da pandemia, os clubes já tinham dificuldades de se manter no programa e honrar suas parcelas, que variam de R$ 47 mil a R$ 1 milhão entre os 18 times da Série A que aderiram ao refinanciamento, segundo levantamento do jornal Folha de S.Paulo feito em junho de 2020. Palmeiras e Red Bull Bragantino não optaram pelo Profut.

O Ministério da Economia, como parte do pacote anticrise em 2020, deixou de cobrar R$ 242,6 bilhões em débitos tributários inscritos na dívida ativa da União de pessoas físicas e jurídicas. Também suspendeu a regra que determinava a rescisão de acordos de parcelamentos tributários em casos de atraso no pagamento.

Até o momento, no entanto, o governo não deu continuidade às medidas emergenciais neste ano. “Ninguém tem a solução ideal, é um problema em todos os setores. Minha mensagem aos clubes é que retomem os pagamentos normais em 2021”, diz Froes.

A Apfut defendeu publicamente o projeto de lei que suspendia, durante o período da calamidade pública decorrente da pandemia, o pagamento de dívidas dos times de futebol que aderiram ao Profut. As parcelas suspensas pelo projeto seriam incorporadas ao saldo devedor das agremiações para pagamento posterior.

O texto foi aprovado pelo Legislativo, mas a suspensão acabou vetada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), conforme publicado no Diário Oficial no dia 11 de janeiro.

“Apesar de meritória a intenção do legislador ao conceder o benefício fiscal, os dispositivos [vetados] encontram óbice jurídico por não apresentarem a estimativa do respectivo impacto orçamentário e financeiro”, afirmou o governo ao justificar o veto.

“Fomos a favor da PL por questões do mérito, mas teve problemas técnicos e temos que respaldar o presidente [Bolsonaro] em suas decisões. Entendia que era um alento para o mercado”, diz Froes.

Procurado pela reportagem, o Ministério da Economia não quis se pronunciar sobre temas conduzidos com a Apfut.

Notícias relacionadas

Amazonas tropeça em casa, leva virada, e perde terceiro jogo seguido

Torcedor do Amazonas FC é detido por suspeita de racismo

Palmeiras faz 3 no Flamengo e abre vantagem de 7 pontos na liderança

VAR anula pênalti e Fluminense é derrotado pelo Mirassol

São Paulo mantém quarto lugar com empate; Botafogo é nono

Assuntos Campeonato Brasileiro, clubes de futebol, esporte, Profut
Valmir Lima 23 de fevereiro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Esporte

Amazonas FC ‘bate’ Santa Cruz e mantém liderança da Série C do Brasileirão

27 de abril de 2026
futebol
Geral

Levantamento aponta esportes mais apostados em bet em 2025, com liderança do futebol

22 de abril de 2026
Esporte

Flamengo vence o Bahia no Maracanã em noite de homenagens a Oscar Schmidt

19 de abril de 2026
Pedro, atacante do Flamengo
Esporte

Flamengo já dá sinais de ‘recuperação’, e Campeonato Brasileiro promete ser acirrado

30 de março de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?