O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Governo e ruralistas disputam voto de Zanin sobre o marco temporal

29 de agosto de 2023 Política
Compartilhar
Ministro Cristiano Zanin é procurado por ruralistas e indígenas antes de decidir sobre marco temporal (Foto: Nelson Jr./SCO/STF)
Ministro Cristiano Zanin é procurado por ruralistas e indígenas antes de decidir sobre marco temporal (Foto: Nelson Jr./SCO/STF)
Por João Gabriel, Catia Seabra e José Marques, da Folhapress

BRASÍLIA – Em meio a críticas por seus primeiros votos no STF (Supremo Tribunal Federal), o posicionamento do ministro Cristiano Zanin sobre o marco temporal tornou-se o novo foco de atenção do governo Lula (PT) e da bancada ruralista.

Às vésperas da retomada do julgamento, que acontece nesta quarta-feira (30), Zanin tem agendas para tratar sobre o tema com Tereza Cristina, senadora e ex-ministra da Agricultura de Jair Bolsonaro (PL), Sonia Guajajara, ministra dos Povos Indígenas, e Jorge Messias, ministro da AGU (Advocacia Geral da União).

O ministro indicado por Lula para o STF recebeu críticas da esquerda após o julgamento para reconhecer a homotransfobia como injúria racial e o voto dele contra a descriminalização das drogas.

No último sábado (26), Zanin se posicionou contra uma ação da Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), que entrou no Supremo com uma ação pelo reconhecimento de que os guarani-kaiowá vêm sofrendo violência policial em Mato Grosso do Sul.

O magistrado votou junto com os dois indicados de Bolsonaro no STF, Nunes Marques e André Mendonça. Os três seguiram o voto do relator, ministro Gilmar Mendes.

A posição do grupo, no entanto, acabou derrotada e a ação foi reconhecida -fato comemorado pela Apib, entidade que já foi dirigida pela hoje ministra Guajajara.

O caso julgado pelo STF, que servirá para montar fixar uma tese de referência para todos os processos similares no país, diz respeito à reinvindicação de terra do povo xokleng em Santa Catarina.

A ideia do marco, defendida por ruralistas, pretende que sejam considerados territórios indígenas aqueles ocupados pelos povos em 1988, na data da promulgação da Constituição Federal -portanto, não reconhecendo o direito aos xokleng.

O movimento indígena argumenta que não pode haver um marco temporal para a demarcação, uma vez que o direito dos povos com relação a elas é anterior inclusive à criação do Estado e que a Constituição fala em “terras indígenas tradicionalmente ocupadas”. Já os defensores do texto, em especial ruralistas, afirmam que a definição trará mais segurança jurídica a indígenas e proprietários rurais.

O marco temporal entrou em debate nas agendas de Zanin com Tereza Cristina e Jorge Messias, nesta segunda-feira (28), e Sonia Guajajara, na manhã de terça (29).

Messias irá apresentar ao ministro do STF a visão da AGU, que advoga em prol da União, sobre a tese.

A AGU tem discordâncias do voto do ministro Alexandre de Moraes, que em seu voto propôs mudanças em relação à indenização que deve ser paga a proprietários de terrenos em locais ocupados tradicionalmente por indígenas.

Moraes apontou que, se não houver esbulho (usurpação da posse), conflito físico ou controvérsia judicial na data da promulgação da Constituição, a União deveria indenizar previamente o proprietário de terra localizada em ocupação tradicional indígena, em dinheiro ou em títulos da dívida agrária.

A AGU é contra a indenização prévia e também defende que o pagamento não fique a cargo apenas da União, mas seja dividido também com outros entes da federação.

A conversa entre eles, porém, não será reservada e irá tratar também de outras questões de processos que interessam ao governo. Messias, que tem um histórico de relação próxima com Zanin, é um dos cotados para ser indicado ao Supremo na vaga a ser aberta pela aposentadoria da ministra Rosa Weber (em setembro).

Procurado pela Folha de S.Paulo, o STF disse que as agendas são públicas e que Zanin tem recebido partes que têm interesse em ações, para possíveis esclarecimentos e debates que possam contribuir para o julgamento.

O voto de Moraes foi o terceiro do julgamento e não seguiu nem o relator, Edson Fachin, que foi contra o marco, nem o segundo ministro a votar, Kassio Nunes, que se posicionou a favor.

Moraes se posicionou contra a tese do marco, mas abriu brecha para uma série de condicionantes para a demarcação dos territórios, a mais importante delas a indenização para que as terras passem a ser de posse indígena.

O movimento indígena vê o voto de Fachin como o melhor e critica a indenização de territórios, por entender que, na prática, ela inviabilizará ou travará as indenizações. O próprio Ministério dos Povos Indígenas já emitiu notas técnicas contra essa premissa.

Já os ruralistas, da qual Tereza Cristina é um dos expoentes, defendem o marco como instrumento para dar segurança jurídica ao tema, mas vê de forma positiva os precedentes abertos por Moraes.

Na visão deles, esse posicionamento ecoa diversas condicionantes criadas no julgamento da terra Raposa Serra do Sol, em 2009, que criou o precedente do marco temporal junto a uma série de dispositivos para a exploração das riquezas naturas nos territórios.

Como votaram os ministros

Edson Fachin, contra

O relator argumenta que o direito dos povos indígenas às terras é anterior à criação do Estado e que, por isso, não deve ser definido por nenhum marco temporal. Lembrou que a Constituição define os direitos indígenas como fundamentais e diz que os povos têm “direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam”

Nunes Marques, a favor

Indicado por Bolsonaro, ele divergiu do relator e afirmou, em seu voto, que o marco cria segurança jurídica para as demarcações. Ele seguiu o entendimento criado no julgamento da terra Raposa Serra do Sol, que instituiu a tese pela primeira vez no Supremo

Alexandre de Moraes, divergente

O ministro foi contra a instituição de um marco temporal, mas abriu a possibilidade da criação de condicionantes para a demarcação de terras -como no caso da Raposa Serra do Sol-, dentre elas, a indenização de quem ficaria sem a área para que o território fosse delegado aos indígenas

Notícias relacionadas

Entidades convocam para protesto em Manaus contra PL que reduz penas

PF faz buscas contra assessora de Arthur Lira na Câmara para apurar desvios de emendas

Sancionada lei sobre convocação e concurso para a Guarda Municipal

PL da Dosimetria beneficia criminosos comuns, afirmam magistrados

Moraes decreta perda de mandato de Carla Zambelli e manda Motta dar posse a suplente

Assuntos Cristiano Zanin, indígenas, Marco Temporal, ruralistas
Cleber Oliveira 29 de agosto de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Povos indígenas marcham em Brasília contra marco temporal
Política

Senado aprova PEC do Marco Temporal para demarcação de terras indígenas

9 de dezembro de 2025
Amom
Dia a Dia

Amom encontra indígenas com doença autoimune em Tefé e cobra dados sobre casos

9 de dezembro de 2025
David Alcolumbre disse que interesses pessoais devem ficar fora do Congresso (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Política

Alcolumbre leva PEC do Marco Temporal à votação um dia antes do STF analisar o tema

6 de dezembro de 2025
Dieta básica de família ribeirinha: frango, peixe e farinha (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

Governo lança estudo para mapear alimentação em aldeias indígenas

3 de dezembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?