O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Governo deve R$ 3,3 trilhões a credores brasileiros e estrangeiros

24 de julho de 2017 Economia
Compartilhar
Dívidas (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)
Dívida do governo cresceu em junho e passa dos R$ 3 trilhões, segundo o Tesouro Nacional (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – O estoque da dívida pública federal (DPF) subiu 3,22% em junho, quando atingiu R$ 3,357 trilhões. Os dados foram divulgados na manhã desta segunda-feira, 24, pelo Tesouro Nacional. Em maio, o estoque estava em R$ 3,253 trilhões.

A correção de juros no estoque da DPF foi de R$ 34,36 bilhões em junho, mês em que houve ainda um resgate líquido de R$ 70,26 bilhões. A DPF inclui a dívida interna e externa. A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) subiu 3,31% e fechou o mês passado em R$ 3,233 trilhões. Já a Dívida Pública Federal externa (DPFe) ficou 0,91% maior, somando R$ 123,99 bilhões (US$ 37,48 bilhões) no sexto mês do ano.

Os estrangeiros diminuíram a aquisição de títulos do Tesouro Nacional em junho. A participação dos investidores não-residentes no Brasil no estoque da DPMFi caiu de 13,42% em maio para 12,90% no mês passado, somando R$ 417,14 bilhões, segundo os dados divulgados pelo Tesouro. Em maio, o estoque nas mãos de estrangeiros estava em R$ 419,94 bilhões.

A parcela das instituições financeiras no estoque da DPMFi teve alta de 22,16% em maio para 22,97% em junho. No mesmo período, os fundos de investimentos aumentaram a fatia de 23,17% para 23 59%. Já as instituições de Previdência tiveram diminuição na participação de 26,21% para 25,52% na mesma base de comparação.

Um ano

A parcela da Dívida Pública Federal a vencer em 12 meses caiu de 15,16% em maio para 14,96% em junho. O prazo médio da dívida caiu de 4,54 anos para 4,41 anos na mesma base de comparação. Já o custo médio acumulado em 12 meses da DPF passou de 11,23% ao ano em maio para 11,40% ao ano no mês passado.

A parcela de títulos prefixados na DPF subiu de 34,97% em maio para 35,09% em junho, informou o Tesouro. Os papéis atrelados à Selic, por sua vez, aumentaram a fatia de 30,47% para 30,85% da DPF na mesma base de comparação.

Ajuste fiscal

No início do ano, o Tesouro anunciou as novas metas do Plano Anual de Financiamento (PAF), incorporando uma estratégia de emitir mais LFTs – título pós-fixado com rentabilidade atrelada à variação da taxa Selic – devido à disposição do órgão em assumir “um pouco mais de risco”, tendo como contrapartida a redução do custo. A mudança também incluiu as metas de longo prazo, com alta de 15% para 20% no porcentual de LFTs a ser perseguido para que seja alcançado o chamado “perfil ótimo”.

A mudança ocorre num momento de flexibilização da política monetária e busca da consolidação do ajuste fiscal. O aumento da parcela dos títulos atrelados à taxa flutuante também considerou a avaliação do Tesouro que a venda desses títulos, com prazos maiores de vencimento, é melhor do ponto de vista de custo e risco da dívida do que os prefixados de curto prazo.

Em junho, os títulos remunerados pela inflação caíram para 30 25% do estoque da DPF, ante 30,66% em maio. Os papéis atrelados ao câmbio, por sua vez, diminuíram a participação na DPF de 3 91% em maio para 3,82% no mês passado.

Todos os papéis estão de acordo com o intervalo traçado nas novas metas do PAF. O objetivo perseguido pelo Tesouro para os títulos prefixados em 2017 é manter a parcela de 32% a 36% da DPF, enquanto os papéis remunerados pela Selic devem ficar entre 29% e 33%. No caso dos que têm índices de preços como referência a meta é de 29% a 33% e, no de câmbio, de 3% a 7%.

Notícias relacionadas

Bancos impulsionam consignado privado pelo Crédito do Trabalhador

Fim da escala 6×1: economistas alertam sobre envelhecimento e custo do trabalho

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Assuntos dívida pública, Receita Federal, Tesouro Nacional, Títulos públicos
Cleber Oliveira 24 de julho de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Juiz determinou que a Receita Federal e a Caixa sejam notificadas da decisão para cumpri-la em 48 horas, sob pena de multa de R$ 5 mil por dia (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Economia

Receita lança painel com dados econômicos das empresas

1 de maio de 2026
Nota fiscal (Foto: Secom/Divulgação)
Economia

Multa a empresa que não se adaptou à reforma tributária será cobrada em 2027

1 de maio de 2026
Pix tem novas regras, mas não há cobrança de impostos (Foto: Marcelo Casal Jr./ABr)
Economia

É falsa notícia sobre rastreamento de transação no Pix, afirma Receita Federal

20 de abril de 2026
Mais de R$ 5,8 bilhões serão restituidos aos contribuintes (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Economia

Ministro quer fim da declaração convencional do Imposto de Renda

31 de março de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?