O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Governo corrige equívoco que era ‘armadilha’ para arrecadação federal

18 de maio de 2022 Economia
Compartilhar
Preço do combustível de aviação é repassado para o custo das passagens aéreas (Foto: iStock/Divulgação)
Imposto sobre querosene de aviação estava incluído na lei (Foto: iStock/Divulgação)
Por Matheus Teixeira, da Folhapress

BRASÍLIA – O governo federal publicará nesta quarta-feira (18) uma medida provisória para corrigir um equívoco na lei que desonerou tributos federais sobre diesel, biodiesel, gás de cozinha e querosene de aviação.

A legislação sancionada sem vetos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em março continha um risco para os cofres públicos que poderia levar o Executivo a superar sua previsão de perda de arrecadação com a renúncia fiscal.

Conforme mostrou o jornal Folha de S.Paulo, a redação da norma concedia às empresas que compram combustíveis para seu próprio uso créditos tributários para abater valores de outros impostos devidos à Receita Federal, mesmo que não paguem nada de PIS e Cofins nessas operações devido à desoneração.

Ou seja, o texto não apenas zerava PIS e Cofins sobre combustíveis como também gerava um crédito tributário para quem compra os produtos. Por isso, o impacto fiscal poderia ser maior do que o anunciado.

A assessoria da Secretaria-Geral da Presidência da República divulgou que será publicada no Diário Oficial da União desta quarta uma alteração na lei para evitar essa perda de arrecadação.

A legislação dava margem para que uma gama ampla de empresas, como transportadoras, empresas de ônibus e de aviação, fossem beneficiadas. Uma parte desses segmentos compõe a base de apoio do presidente e também tem a simpatia de parlamentares no Congresso Nacional.

O Ministério da Economia havia divulgado que o corte de PIS e Cofins tiraria R$ 14,9 bilhões dos cofres públicos neste ano. Há ainda um impacto de R$ 1,66 bilhão que recairá sobre as contas de 2023, quando seriam recolhidos os tributos de fato gerados em dezembro deste ano.

Com isso, a renúncia total da medida é estimada em R$ 16,6 bilhões. O valor, porém, considerava somente a redução a zero das alíquotas, sem levar em conta o uso dos créditos que serão gerados aos compradores.

Desde a época da sanção da lei, técnicos alertavam que o mecanismo criado pela norma não fazia sentido, já que o comprador final dos produtos não poderia ter direito a esses créditos – sobretudo se os tributos estão zerados.

Essa ala do governo defendia que o mecanismo deveria ser restrito às empresas produtoras e revendedoras que fazem parte da cadeia dos combustíveis.

O presidente tinha pressa em sancionar a lei porque, no dia anterior, a Petrobras havia anunciado um mega-aumento nos preços de gasolina, diesel e gás de cozinha. O corte de tributos seria uma forma de amenizar o impacto nas bombas e atenuar as consequências políticas no ano em que Bolsonaro pretende buscar a reeleição.

Na sexta-feira em que a lei foi sancionada, técnicos da Economia e do Palácio do Planalto correram para produzir as notas técnicas e os documentos necessários à sanção. Bolsonaro poderia ter vetado a lei integralmente ou alguns de seus trechos, mas a decisão foi pela sanção integral.

A construção do artigo que abriu a brecha dos créditos tributários, porém, dificultava um veto parcial. O dispositivo incluiu na mesma frase a desoneração de PIS/Cofins e o benefício aos compradores finais, inviabilizando a separação dos efeitos.

O trecho visto como problemático pelo governo foi incorporado pelo relator, senador Jean Paul Prates (PT-RN), pela primeira vez no parecer proferido em 9 de março, véspera da votação no plenário do Senado.

Por meio de sua assessoria, o relator destacou na época que o texto foi construído em negociação com o Congresso e que foi o próprio governo que pediu a inclusão da desoneração na proposta.

“O Ministério da Economia teve diversas oportunidades de identificar problemas no texto, e vários outros trechos foram adequados em prol do acordo. O fato do trecho em questão não ter recebido veto sinaliza que o risco em questão não foi considerado relevante pelo próprio Poder Executivo”, disse Prates.

Notícias relacionadas

China amplia acordos na África para não depender do dólar

Um único data center renderia R$ 1,5 bilhão ao PIB, mostra estudo

Indústria do chocolate cresce no Brasil e movimenta R$ 42,5 bilhões

EUA fazem audiência para discutir tarifa de 25% sobre produtos do Brasil

Passagens aéreas registram aumento de 11,2% em maio

Assuntos impostos federais, preços dos combustíveis
Cleber Oliveira 18 de maio de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Petrobras reduz preço do diesel nas refinarias (Foto: Fernando Frazão/ABr)
Economia

Governo destina R$ 550 milhões para subsidiar importação de diesel

29 de junho de 2026
Plataforma da Petrobras na Bacia de Campos: maior produção de petróleo (Foto: Petrobras/Divulgação)
Economia

Arrecadação de impostos federais foi recorde em maio: R$ 266,8 bilhões

25 de junho de 2026
Dário Durigan
Economia

Subsídios para combustíveis vão acabar, afirma ministro da Fazenda

17 de junho de 2026
Economia

ANP vai ampliar em julho fiscalização dos preços de combustíveis

12 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?