O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Governo Bolsonaro atrasou entrada em consórcio da vacina temendo custos

18 de maio de 2021 Política
Compartilhar
Palácio do Planalto: governo atrasou entrada em consórcio de vacinas (Foto: Pedro França/Agência Senado)
Por Fábio Pupo e Constança Rezende, da Folhapress

BRASÍLIA – O governo Jair Bolsonaro atrasou a entrada do país no Covax Facility, consórcio internacional criado para facilitar o acesso de vacinas contra a Covid-19, citando internamente receios com o custo da medida.

As informações estão em documentos do Ministério da Economia enviados à CPI da Covid e mostram que, em agosto de 2020, o governo calculou que seria necessário destinar de US$ 420 milhões a US$ 1,3 bilhão ao consórcio para vacinar 20% da população (compromisso inicial do Covax). O valor foi considerado alto pela pasta.

“O Brasil ainda não decidiu a sua participação em razão, principalmente, do alto valor, do investimento de risco, das incertezas sobre preços e escala de produção, da necessidade de envolver muitos atores e também porque o Brasil já tem outros acordos para desenvolver a vacina com maior compartilhamento de risco”, afirmou a pasta da Economia em nota técnica de agosto.

O investimento inicial demandado, de 15% do total, foi considerado à época pelo governo como um investimento de risco porque ainda não havia uma vacina aprovada.

O Covax foi uma iniciativa apoiada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para reunir países interessados em comprar uma vacina que até então ainda não tinha sido criada, o que, inclusive, aceleraria o desenvolvimento do imunizante.

Apesar das incertezas, 77 países já haviam demonstrado interesse no consórcio quando o documento da Economia foi produzido. Durante o processo, duas reuniões foram feitas no governo sobre a Covax com a presença de membros do Ministério da Economia.

Uma no Palácio do Planalto, em 2 de junho, em que estiveram presentes os ministros Walter Braga Netto (então na Casa Civil) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), além dos então ministros Eduardo Pazuello (então na Saúde) e Ernesto Araújo (enão no Itamaraty) e do secretário especial Carlos da Costa.

A outra, em 5 de agosto, reuniu somente integrantes da Casa Civil e da equipe econômica. O Brasil tinha inicialmente até o dia 31 de agosto para repassar a verba que assegurava a adesão, mas pediu mais tempo. Em 17 de setembro, na véspera de o prazo se encerrar, o governo informou que iria solicitar um novo adiamento.

Em nota, a Secretaria de Comunicação do governo justificou na época que estudava criteriosamente a participação do Brasil e que, “assim como outros países, segue em tratativas junto à Aliança Global de Vacinação para a extensão do prazo” para a adesão.

“Tal medida se faz necessária para obter mais informações sobre as condições para a aprovação regulatória, instrumento jurídico aplicável, vacinas em desenvolvimento, suas características de armazenamento e transporte logístico”, apontou.

O governo, no entanto, não detalhou os pontos em análise. Mesmo após fazer o pedido por mais tempo, o governo acabou anunciando sua entrada no Covax no dia seguinte – em 18 de setembro.

Apesar de ter tido a chance de comprar mais vacinas no Covax, o país entrou no consórcio garantindo a imunização de apenas 10% da população. As vacinas serão entregues até o fim de 2021, e o valor total ficou em R$ 2,5 bilhões (liberados no fim de setembro).

Os valores divulgados pelo governo indicam hoje que, apesar da preocupação inicial, o Brasil está pagando mais barato pela vacina fornecida pela Covax (cerca de US$ 11 por dose) do que o cobrado pela Pfizer do governo americano, por exemplo (US$ 19 por dose).

Ao todo, o acordo do Brasil com a Covax envolve a entrega de 42,5 milhões de doses até o fim deste ano. Além dos 2,9 milhões neste trimestre – do qual só 1 milhão foi entregue –, estava prevista mais uma remessa de 6,1 milhões até maio e 33 milhões até dezembro.

Durante o processo, o Ministério da Economia reafirmou que não tinha responsabilidade de decidir sobre a compra de determinada vacina, pois isso se tratava de uma decisão de saúde pública.

A pasta participou do processo sugerindo em vários momentos o uso da encomenda tecnológica para a aquisição (uma lei que rege a compra pública em casos de risco tecnológico).

Assim como tinha feito em junho, o Ministério da Economia elaborou uma análise no documento de agosto sobre as encomendas tecnológicas dizendo que o processo de encomenda de uma vacina era altamente incerto. “Simplesmente não se sabe, com um nível mínimo de certeza, se é possível desenvolvê-la e muito menos os exatos custos para tanto”, afirmou o ministério.

A pasta chegou a citar no documento de agosto que a encomenda tecnológica “existe para resolver problemas, e não apenas realizar desenvolvimento tecnológico guiado pela curiosidade”.

Também argumentou que as compras com esse instrumento são processos caros e complexos e que, por isso, “só devem ser utilizadas em casos muito específicos, devidamente justificados” e que o objetivo da lei em análise é encontrar uma solução, “e não promover o desenvolvimento científico e tecnológico descompromissado”.

Como exemplo, chegou a mencionar um caso hipotético para a despoluição do rio Tietê, em São Paulo. “Imagine o risco tecnológico da encomenda de uma solução para a despoluição a baixo custo do rio Tietê, ou mesmo do desenvolvimento de um jaleco médico com tratamento antibacteriano, não inflamável e que avise no caso de uma contaminação. Agora compare com a compra de munição para suprir a Polícia Federal”, disse a pasta no documento, sem se aprofundar ou prosseguir na comparação.

Após cinco páginas, a Economia conclui que o instrumento era inadequado no caso do Covax.

Na MP (medida provisória) que autorizou a compra, o governo apenas dispensou a aquisição da lei das licitações e outras normas, já que não se tratava de uma aquisição que se encaixava nos moldes previstos nos normativos.

Notícias relacionadas

TSE rejeita pedido de pré-candidatos do AM para barrar emendas em ano eleitoral

‘Estado tem a função de fazer justiça e dar igualdade’, diz Lula sobre política social

‘Vaquinha virtual’ está liberada para financiamento de campanha eleitoral

Flávio Bolsonaro diz que pediu patrocínio a Vorcaro porque o banqueiro era um ‘astro’

Dino abre novo processo para apurar desvio de emendas para filme sobre Jair Bolsonaro

Assuntos Covax Facility, Covid-19, vacina contra a Covid-19
Cleber Oliveira 18 de maio de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

‘Temos que fazer com que saibam quem foram os responsáveis’, diz Lula sobre mortes por Covid

11 de maio de 2026
Covid-19 teste
Dia a Dia

MPF aciona a Justiça contra hospital e médicos no AM por exame de Covid-19

30 de abril de 2026
manaus
Saúde

Sete anos após a pandemia de Covid-19, a política ainda se sobrepõem à ciência, dizem pesquisadores

26 de abril de 2026
cilindros de oxigenio
Dia a Dia

Negação de falhas impede indenizar vítimas da Covid em Manaus, diz MPF

20 de janeiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?