O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Governo alerta sobre mudança radical e cortes de benefícios na Previdência

30 de janeiro de 2018 Economia
Compartilhar
CPI concluiu que Previdência Social tem má gestão e não déficit nas contas (Foto: ABr/Agência Brasil)
Governo tenta aprovar reforma da Previdência e usará rombo nas contas do setor anunciado pelo Ministério da Previdência (Foto: ABr/Agência Brasil)

Do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – Sem ter os votos necessários para aprovar a reforma da Previdência a menos de um mês da data marcada para a votação, o governo pretende usar o buraco nas contas previdenciárias para tentar convencer os parlamentares de que o Brasil tem pouco tempo para promover alterações sem afetar direitos já adquiridos. A intenção é alertar para a necessidade de agir logo antes que o País seja forçado a adotar uma postura mais radical e cortar benefícios, a exemplo do que fizeram no passado Grécia e Portugal.

A nova investida do governo tenta afastar o ceticismo crescente na aprovação da reforma antes das eleições. Há internamente um movimento para deixar a votação para novembro, quando deputados já não temerão mais um ‘julgamento popular’ pelo voto. A saída foi sinalizada pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a investidores em Londres. O discurso oficial, porém, é o de que a votação está mantida para fevereiro.

A Previdência teve déficit recorde de R$ 268,8 bilhões em 2017, ano marcado por sucessivos adiamentos na votação da reforma. O rombo é R$ 41,9 bilhões maior do que em 2016 e inclui os regimes do INSS e dos servidores da União. “É como se tivesse de criar uma CPMF por ano para manter o que temos hoje”, diz Paulo Tafner especialista em Previdência.

Tafner estima que o governo tenha por volta de três anos até chegar ao limite de precisar mexer em direitos adquiridos. “Temos três anos antes de chegar à situação catastrófica de cortar benefícios. Não temos tempo para negociar mais ou esticar a transição, que já é longa, tem 20 anos”. Para ele, a velocidade com que o Brasil caminha para esse destino é ainda maior do que em Portugal ou na Grécia.

Déficit

O alerta que será reforçado aos deputados é que a proposta em negociação não mexe com quem já está aposentado ou já tem direito ao benefício, mas a condição que o País tem agora de manter esses direitos pode se esgotar rapidamente. “É fundamental modernizar as regras previdenciárias para as próximas gerações justamente para garantir que os benefícios continuem sendo pagos em dia”, defende o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha.

O caso português, principal exemplo de ‘solução extrema’ para uma Previdência com déficits crescentes, foi alvo de estudo acadêmico feito pelo procurador federal Bruno Bianco Leal, que atua como assessor especial da Casa Civil e ajudou a desenhar a proposta de reforma da Previdência. Em sua dissertação de mestrado, ele lembra que o próprio Tribunal Constitucional português (equivalente ao STF) passou de uma postura rigorosa na manutenção dos direitos já adquiridos para decisão de criar uma ‘jurisprudência de crise’, permitindo exceções para preservar o equilíbrio das contas públicas.

A Corte Europeia de Direitos Humanos também decidiu, em 2015, que a redução de benefícios promovida pelo governo de Portugal era válida diante da necessidade de garantir o equilíbrio das contas do país. Segundo a corte, a garantia representava um ‘interesse público’.

O consultor do Senado Pedro Nery lembra que no Brasil há outras amarras, como a chamada regra de ouro do Orçamento, que impede a emissão de dívida para pagar despesas correntes como salários e os benefícios previdenciários. Por conta dos sucessivos déficits o governo já enfrenta dificuldades para cumprir a norma, que está prevista na Constituição. “Essa amarra poderia provocar corte nos benefícios”.

Apesar das investidas do governo, parlamentares – mesmo da base aliada – avaliam que dificilmente será possível aprovar a reforma ainda este ano.

Notícias relacionadas

Governo mantém cronograma de leilão de hidrovias no Norte

Conselho Monetário aprova R$ 1 bilhão em crédito para empresas aéreas

MPF alega invalidade de licença do Ipaam e pede suspensão do Projeto Potássio no AM

China suspende compra de carne de três frigoríficos brasileiros

Congresso busca compensar varejo por isenção de imposto em compras do exterior

Assuntos Governo Temer, INSS, reforma da previdência
Cleber Oliveira 30 de janeiro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Os empréstimos consignados são valores descontados diretamente do benefício (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)
Economia

Biometria é obrigatória para obter consignado pelo INSS a partir desta terça

19 de maio de 2026
INSS
Economia

STF mantém decisão que rejeitou revisão da vida toda do INSS

16 de maio de 2026
Caixa
Dia a Dia

Justiça manda União, Caixa, Funai e INSS pagarem indígenas nas aldeias

14 de maio de 2026
Alessandro Stefanutto liberou descontos para entidades de fraude no INSS, diz a PF (Foto: Rafa Neddermeyer/ABr)
Política

PGR pede a Mendonça para manter prisão de ex-presidente e ex-diretores do INSS

6 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?