O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Fim de acordo Boeing-Embraer é chance de Brasil ter cautela com privatizações, dizem militares

27 de abril de 2020 Economia
Compartilhar
Embraer KC-390 (Foto: Tereza Sobreira/Ministério da Defesa)
Embraer não teria cumprido todas as obrigações para executar a separação da linha de aviões regionais (Foto: Tereza Sobreira/Ministério da Defesa)
Da Folhapress

BRASÍLIA – O cancelamento da compra pela Boeing da área de avião civil da Embraer não foi considerado catastrófico por todo o governo federal.

A cúpula militar, que nunca foi unânime sobre o acordo, avalia que a desistência é uma oportunidade para que o presidente Jair Bolsonaro adote mais cautela na atual política de privatizações.

No sábado, 25, a Boeing anunciou a suspensão do acordo, de US$ 4,2 bilhões (R$ 23,5 bilhões na sexta) -era o maior negócio da indústria aeroespacial brasileira.

Segundo a empresa americana, a Embraer não teria cumprido todas as obrigações para executar a separação da linha de aviões regionais. Houve troca de acusação entre as companhias.

Para o núcleo fardado do Palácio do Planalto, o setor de tecnologia aeroespacial é estratégico para a proteção do país. Por isso, o compartilhamento de tecnologia poderia fragilizar a defesa aérea.

Os militares ouvidos pela Folha de S.Paulo ponderam, no entanto, que a quebra do acordo em meio a uma crise econômica causada pelo novo coronavírus não é animador.

O cenário, para eles, demonstra que outras empresas brasileiras correm o risco de perder grande valor de mercado ao longo da pandemia. Para alguns militares, o não prosseguimento do acordo fortalece o discurso de parcela do governo sobre a necessidade de uma flexibilização do ajuste fiscal e de um aumento do investimento público enquanto perdurar o alastramento da doença.

Apesar do discurso de parcimônia com o plano de privatizações da ala liberal do governo, os militares não defendem a reestatização da empresa, vendida em 1994.

Neste sábado, o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos aproveitou o negócio frustrado para emitir uma nota pedindo a reestatização da Embraer.

A rescisão do acordo de compra da Embraer pela Boeing, anunciada neste sábado, 25, pela empresa norte-americana, é uma reviravolta em uma transação marcada pelo desprezo aos interesses nacionais e dos trabalhadores brasileiros”, diz trecho do comunicado enviado pelo sindicato.

A entidade também diz que se posicionou contrário à venda. “A Embraer é um patrimônio nacional estratégico para o país e não precisa de aliança com parceiros internacionais para sobreviver.”

A gestão Jair Bolsonaro, ao contrário dos representantes da empresa, aprovou o negócio.

Esse aval foi necessário porque o governo detém a chamada “golden share” que lhe permitiria vetar qualquer tratativa. A ação era um resquício do processo de privatização da Embraer.

O acordo teve o apoio do Planalto sob Michel Temer (MDB). Ele foi ratificado por Bolsonaro no começo de 2019.

O negócio entre Boeing e Embraer começou a ser costurado em 2017, quando a maior rival da fabricante americana, a europeia Airbus, comprou a linha de jatos regionais C-Series, da canadense Bombardier.

No começo da tarde de sábado, a Embraer divulgou nota com acusações contra a Boeing. “A Embraer acredita firmemente que a Boeing rescindiu indevidamente o MTA (Acordo Global da Operação) e fabricou falsas alegações”, diz o texto.

A decisão foi tomada, segundo a nota, “como pretexto para tentar evitar seus compromissos de fechar a transação e pagar à Embraer o preço de compra de U$ 4,2 bilhões”.

“A empresa acredita que a Boeing adotou um padrão sistemático de atraso e violações repetidas ao MTA, devido à falta de vontade em concluir a transação, sua condição financeira, ao 737 MAX e outros problemas comerciais e de reputação”, afirma a Embraer, que disse ter cumprido todas as condições necessárias para o negócio.

A fabricante brasileira afirmou que irá tomar “todas as medidas cabíveis contra a Boeing pelos danos sofridos como resultado do cancelamento indevido e da violação do MTA”.

O próprio CEO da empresa, Francisco Gomes Neto, gravou um vídeo dando essa versão dos fatos.

“Vamos buscar compensação”, disse, afirmando que “lamenta a decisão”, mas que a Embraer já superou crises no passado. “Seguimos firmes e fortes”, disse.

As dificuldades financeiras da Boeing citadas são conhecidas, embora a empresa negue que sejam o motivo da rescisão.

São uma crise interna, com a paralisação da produção do best-seller 737 MAX por problemas técnicos que geraram acidentes fatais, e a queda de demanda mundial de aeronaves pela pandemia do novo coronavírus.

Notícias relacionadas

Eve conclui testes de protótipo do carro voador para voos de transição

Governo mantém cronograma de leilão de hidrovias no Norte

Conselho Monetário aprova R$ 1 bilhão em crédito para empresas aéreas

MPF alega invalidade de licença do Ipaam e pede suspensão do Projeto Potássio no AM

China suspende compra de carne de três frigoríficos brasileiros

Assuntos Boeing, Embraer, militares no governo
Redação 27 de abril de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Voo do eVTOL ocorreu em Gavião Peixoto (SP), sede da Embraer (Foto: Eve/Divulgação)
Tecnologia

Eve conclui testes de protótipo do carro voador para voos de transição

21 de maio de 2026
Justiça derruba liminar que suspendia venda da Embraer para a Boeing (Foto: Antônio Milena/ Agência Brasil)
Negócios

Embraer registra recorde em pedidos de aeronaves para 2026

28 de abril de 2026
Presidente Lula acompanha voo de caça Gripen fabricado no Brasil: primeiro supersônico brasileiro (IMagem: X/Reprodução)
Dia a Dia

Primeiro supersônico fabricado no Brasil voa pela primeira vez

25 de março de 2026
Embraer vai vender 100 unidades do jato Phenom 300E (Foto: Embraer/Divulgação)
Negócios

Phenom 300, da Embraer, lidera mercado mundial pelo 14º ano consecutivo

18 de fevereiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?