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Facebook é 'arma' de facção no AM para divulgar crimes e recrutar pessoas, diz estudo

7 de janeiro de 2020 >Dia a Dia
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Facebook baniu extremistas de todas suas redes sociais (Foto: Facebook/Reprodução)
Facebook é arma para facção criminosa, afirmam policiais em estudo (Foto: Facebook/Reprodução)

Por Jullie Pereira, da Redação

MANAUS – Tratada como facção criminosa pela polícia, a autointitulada FDN (Família do Norte) usa as redes sociais para divulgar seus crimes e criar uma rede de adeptos à facção, conclui o estudo ‘Impacto das mídias sociais no fortalecimento do crime organizado’ do major Guilherme José Sette Júnior, do capitão Maxwell Marques Mesquita e da capitã Lilian Barbosa Vieira, da Polícia Militar do Amazonas.

No estudo, os policiais analisaram publicações no Facebook a partir de grupos administrados por pessoas que se dizem integrantes da facção. As postagens incluem fotos, mensagens de texto e vídeos sobre crimes e o que os policiais definem como ‘ações internas’. O grupo denominado ´Compensão’ foi o escolhido para avaliação por conter mais de 30 mil membros e estar associado à organização criminosa. As publicações de janeiro a setembro de 2018 foram monitoradas . Uma postagem de setembro traz a seguinte mensagem: “Uns e outros traindo a fml (família) quem traiu nos ta ligado e esses vão pagar caro FDN- AM”. Os oficiais constataram que muitos internautas apoiaram a mensagem. “FDN até o fim porra”, diz um usuário do grupo.

Há também vídeos no qual pessoas confessam crimes outros em que supostos criminosos acusam parceiros de crime. É o caso de um jovem que aparece pedindo perdão por ter divulgado, sem consentimento, uma gravação na qual teve relações sexuais com uma mulher.

No estudo, os oficiais da PM citam que, desde 2013, quando a organização criminosa redigiu direitos e deveres para seus seguidores, o Facebook tem sido usado para divulgar suas diretrizes e também exaltar suas ações. O artigo cita a música ‘Funk do Massacre FDN’ que obteve 51 mil visualizações e faz referência ao massacre de 56 detentos ocorridos no Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), em janeiro de 2017.

Os policiais observaram que o Facebook é um espaço que constrói relações pessoais e isso pode ajudar qualquer tipo de pessoa. “Observa-se que sites de mídias sociais possibilitam a construção de relações pessoais e a exposição pública da rede de cada ator em questão. Deste modo, o Facebook atua como um canal de divulgação das ideologias presentes desde a criação do Comando Vermelho no Estado do Rio de Janeiro”, afirmam.

Na pesquisa, os autores concluem que é responsabilidade do Estado conter as práticas criminais e que as secretarias precisam trabalhar juntas para entender e reprimir os discursos de ódio ou apologia ao crime.

O artigo faz parte do livro ‘Investigação Científica nas Ciências Sociais Aplicadas 2’ que reúne artigos que tratam das problemáticas do Brasil em diversas áreas das Ciências Sociais, como segurança pública, educação, turismo, empreendedorismo, tecnologia, entre outras. A obra conta com 28 textos de pesquisadores de instituições do Brasil e da Argentina.

Você pode ter acesso ao artigo dos PMs do Amazonas na íntegra acessando AQUI.

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O equívoco jurídico de equiparar facções criminosas ao terrorismo

Assuntos facções criminosas, FDN, PM-AM
Redação 7 de janeiro de 2020
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