
MANAUS – Beber se tornou verbo de risco no Brasil. Tem metanol borbulhando na bebida. Na política, a extrema direita dá sinais de que não pretende mais “beber” no bolsonarismo. Está cada vez mais tóxico.
A PEC da Blindagem foi a gota d’água… Ops. O caldo de impunidade entornado pelo Senado.
Os cidadãos sentiram cheiro de podre na fórmula preparada pelos bolsonaristas para enfiar goela abaixo dos brasileiros, que foram às ruas protestar.
Quem insiste em “beber” no bolsonarismo é Tarcísio de Freitas, crente que os eleitores do mito vão agraciá-lo com taças de votos em 2026. É uma aposta de risco, igual as bets. O bolsonarismo está secando e até o Eduardo escasseou nas redes sociais.
O STF destilou as pretensões dos bolsonaristas raiz de evaporar com a democracia.
