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Turismo Amazônia

Etnoturismo é aposta do Acre para atrair visitantes estrangeiros

1 de abril de 2019 Turismo Amazônia
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Secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, explica que as visitas a áreas indígenas são um dos trunfos do Acre para promover o desenvolvimento sustentável na Amazônia (Foto: Divulgação)
Da Redação

MANAUS – O turismo mundial vai crescer entre 3% e 4% em 2019, conforme relatório recém-divulgado pela Organização Mundial do Turismo (OMT), e o Acre quer ser o principal destino de turismo consciente no Brasil. Para isso, investe em formação de indígenas para atuarem como guias turísticos e na capacitação de agências locais e nacionais para a realização de campanhas que atraiam os turistas à região de Chico Mendes.

Apesar de 2018 ter registrado o segundo melhor resultado dos últimos 10 anos, atingindo a marca de 1,4 bilhão de chegadas internacionais no mundo todo, as Américas estão na lanterna do crescimento, de acordo com dados do mesmo documento. Isso pode mudar com as recentes medidas de entrada de estrangeiros no Brasil, com a extinção da exigência do visto para turistas vindos dos Estados Unidos, Japão, Canadá e Austrália.

Ao menos é o que defende Eliane Sinhasique, secretária de Empreendedorismo e Turismo do Estado do Acre, na entrevista a seguir:  

Qual a expectativa de turistas no Acre para os próximos anos com o fim da exigência do visto para os quatro países anunciados?

Estamos esperançosos de que, com o fim da exigência dos vistos para americanos, australianos, japoneses e canadenses, possamos receber esses turistas no Acre. Temos uma biodiversidade incrível, etnoturismo, ecoturismo em nove Unidades de Conservação e o Parque Nacional da Serra do Divisor (o ponto mais oeste do Brasil). Além disso, são 16 etnias indígenas que já fazem seus festivais (culturais e religiosos) e atraem turistas do mundo todo. A esperança é que esse número seja ampliado, gerando emprego e renda para nossas comunidades.

Como o governo do Acre se prepara para atender essa demanda?

Estamos trabalhando transversalmente para preparar nosso trade e nossas comunidades. Com a Secretaria de Educação, por exemplo, estamos trabalhando uma metodologia diferenciada para os indígenas aprenderem inglês e espanhol para facilitar a comunicação com os turistas estrangeiros; trabalhando com os órgãos federais para a internacionalização do nosso aeroporto da capital, Rio Branco, de forma a continuar as tratativas com empresas aéreas interessadas na nossa rota com o Peru. Como medida, o governador Gladson Cameli já baixou o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do combustível de aviação para as empresas aéreas interessadas em voar durante o dia para nosso estado. Tivemos retorno e a Gol Linhas Aéreas já assinou o acordo e começará a fazer seus voos diurnos, partir de primeiro de junho. Uma outra ação é a divulgação e oferta do Acre às operadoras de turismo para fomentar e estimular os turistas a virem ao Acre.

O governo pensa em executar campanhas internacionais para atrair mais turistas?

As campanhas publicitárias internacionais vão depender de nossa disponibilidade financeira. Por enquanto, vamos trabalhar apenas as redes sociais.

O Acre investe para oferecer segurança e conforto aos turistas?

Investimentos na malha viária, iluminação pública e na revitalização de espaços de memória fazem parte do plano governamental. No entanto, precisamos articular com nossos deputados federais e senadores para destinação de suas emendas para esse setor. Já conseguimos uma emenda com o deputado federal Flaviano Melo para a construção de um belíssimo portal de entrada do Estado do Acre na BR-364, divisa com o estado de Rondônia. A ideia é que esse portal possa se transformar num cartão postal do Acre. Essa obra começa ainda em 2019.

Os roteiros podem ser considerados um nicho de mercado? As agências já descobriram isso?

Por enquanto, as agências de Turismo do Acre, focam em ofertar pacotes para os acreanos visitarem outros lugares. Ainda não despertaram para ofertar o Acre como destino turístico para pessoas daqui e de outras localidades. Mas isso vai mudar!

Como isso muda a formação do guia turístico?

Para as aldeias indígenas é necessário a capacitação dos próprios indígenas como condutores. Eles conhecem as trilhas, a história de sua ancestralidade, os costumes, a medicina natural. Precisamos apoiar a sinalização turística, orientar a construção de acomodações regionalizadas e a manipulação de alimentos nas aldeias.

As referências históricas do Acre, como a vida e a memória de Chico Mendes, são trabalhadas na perspectiva turística?

Infelizmente, as referências históricas e a memória de Chico Mendes não são trabalhadas nas perspectivas turísticas em Xapuri – cidade natal do líder seringueiro. Na casa onde morou Chico – e onde ele foi assassinado em 1989 –  há registro de até 600 visitantes ao mês, mas o município não se apoderou disso, não realiza um trabalho de divulgação nem o aprimoramento da “marca” Chico Mendes, com foco à atração de mais turistas ao município. Há visitação, mas os potenciais de empreendimentos turísticos não são desenvolvidos, como a capacitação de artesãos que poderiam produzir souvenir sobre Xapuri. Não existe essa visibilidade necessária de que a história de Chico Mendes é mais um atrativo turístico para Xapuri e o Acre. Quando não se valorizam os heróis regionais, a gente perde muito com isso. Deixar essa história cair no esquecimento faz com que o município também empobreça. Esquecer nossa história, nossa cultura, nossos heróis, é muito ruim do ponto de vista econômico para o nosso Estado.

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Assuntos Acre, Chico Mendes, indígenas
Redação 1 de abril de 2019
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