O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Estudantes indígenas e quilombolas não recebem bolsa desde janeiro

30 de maio de 2018 Dia a Dia
Compartilhar
Candidatos a cotas de negros em concurso serão avaliados por comissão (Foto: ABr/Agência Brasil)
Mais de 2,5 mil estudantes universitários indígenas e quilombolas estão sem receber bolsa-permanência do MEC (Foto: ABr/Agência Brasil)

Da Agência Brasil

BRASÍLIA – Estudantes indígenas e quilombolas de universidades federais estão sem bolsa-permanência desde o início do ano, afirmou nesta quarta-feira, 30, o presidente da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), Emmanuel Tourinho. A bolsa é de R$ 900.

Tourinho disse que 2,5 mil estudantes que entraram nas instituições federais este ano estão sem receber os recursos. A bolsa é paga diretamente pelo MEC (Ministério da Educação), com recursos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação). por meio de um cartão de benefício.

Para quem já era estudante até o ano passado, os pagamentos estão mantidos. O MEC confirmou a situação e disse que a situação deverá ser regularizada no segundo semestre.

“Os nossos alunos, sem suporte, não conseguem permanecer na universidade, não conseguem acompanhar as atividades acadêmicas”, afirmou o presidente da Andifes, que participou, nesta quarta-feira de audiência pública na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado para tratar da crise financeira nas universidades federais. A audiência foi solicitada pelo senador e ex-ministro da Educação Cristovam Buarque (PPS-DF).

Tourinho falou também sobre as dificuldades das universidades para manter a assistência estudantil que, segundo ele, teve os recursos de investimento zerados e os de custeio, congelados. Segundo o MEC, o valor para assistência estudantil para 2018 previsto no orçamento é a mesmo do ano passado.

A assistência estudantil engloba tanto moradia e alimentação quanto bolsa-permanência para estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, ou seja, com renda familiar per capita inferior a um salário mínimo e meio, ou seja R$ 1.431. O valor pago em bolsa para os estudantes varia de acordo com a instituição, ficando em média em R$ 450. “Sem os recursos, não temos condições de manter o mesmo patamar de assistência”, disse Emmanuel Tourinho.

A reitora da Universidade de Brasília (UnB), Márcia Abrahão Moura, que participou do debate, disse que a instituição tem usado recursos da arrecadação própria para pagar a esses estudantes. “Hoje está se tornando gravíssima a assistência estudantil. Estamos conseguindo atender apenas àqueles que têm menos de R$ 250 de renda per capita. Os que ganham mais não conseguimos atender. O que vai acontecer com esse estudante? Ele vai evadir-se da universidade”, afirmou.

A expansão das universidades, principalmente desde 2007, com o Programa do Governo Federal de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) e a Lei de Cotas (Lei 12.711/12), ampliou o ingresso nas instituições públicas e diversificou o perfil dos estudantes. A Lei de cotas estabelece que 50% das vagas das universidades federais e das instituições federais de ensino técnico de nível médio sejam reservadas a estudantes de escolas públicas. Dentro da lei, há reserva de vagas para pretos, pardos e indígenas, de acordo com a porcentagem dessas populações nas unidades federativas.

“Estamos em situação de aumento da situação de vulnerabilidade socioeconômica dos nossos estudantes”, ressaltou Márcia Abrahão. A reitora enfatizou que eles precisam cada vez mais de assitência para continuar estudando. Segundo a reitora, no ano passado, após quatro anos sem abrir edital, a UnB fez vestibular para estudantes indígenas. Eles ingressam na instituição a partir deste ano.

Crise nas instituições

As universidades reclamam de dificuldades financeiras que vão além do pagamento da assistência estudantil e da bolsa-permanência e afirmam que houve também aumento significativo de campi e de professores e de alunos e que faltam recursos para manter e aprimorar essa estrutura.

A Andifes mostra que, embora a dotação orçamentária tenha aumentado de R$ 47,3 bilhões, em 2017, para R$ 47,8 bilhões, em 2018, os gastos, principalmente com pessoal ativo e inativo, aumentaram em maior proporção, passando de R$ 38,2 bilhões para R$ 39,4 bilhões no mesmo período.

A dotação usada pelas instituições para aquisição de livros, computadores, equipamentos para laboratórios, entre outros, caiu de R$ 3,7 bilhões, em 2012, para R$ 813 milhões neste ano.

Ajuste fiscal

Na audiência, o MEC ressaltou que o Brasil passa por um momento de ajuste fiscal e que tem resultados primários – balanço das receitas e despesas – negativos desde 2014. Para este ano, a meta é que as contas públicas fechem em R$ 159 bilhões negativos. Segundo a pasta, é preciso cumprir essa meta, além do teto dos gastos públicos – que limita o aumento dessas despesas em 20 anos.

No MEC, os recursos para despesas discricionárias, aqueles para os quais a pasta pode escolher o destino, passaram de R$ 26 bilhões, em 2014, para R$ 22,6 bilhões em 2018. Desse montante, em 2014, R$ 7,2 bilhões foram destinados às instituições federais, valor que caiu para R$ 6,4 bilhões este ano. O MEC destaca que a queda geral foi maior que a queda nas universidades.

“O orçamento das universidades federais, na medida das possibilidades do ministério, tem sido preservado e tratado como prioridade. Hoje a rede federal concentra 60% do orçamento do ministério”, informou o coordenador-geral de Planejamento e Orçamento das Instituições Federais de Ensino do MEC, Weber Gomes de Souza. Ele disse que é preciso melhorar a gestão dos gastos e a organização interna das instituições.

Weber acrescentou que também é necessário discutir uma maior participação de recursos privados no financiamento das instituições federais, o que daria mais independência em cenários de dificuldade fiscal do governo.

Notícias relacionadas

STJ mantém condenação de empresa de energia do AM por corte irregular

MEC abre etapa complementar do Sisu para vagas no segundo semestre

Carcaça de ambulância fluvial furtada do Samu é encontrada em rio do AM

Cinco empresas são desclassificadas em licitação para trecho da BR-319

Motorista de micro-ônibus foge após atropelar entregador

Assuntos Amazonas, Brasília, indígenas, MEC, quilombolas
Redação 30 de maio de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

O ministro Afrânio Vilela não aceitou o recurso da concessionária (Foto: Clóvis Miranda/DPE-AM)
Dia a Dia

STJ mantém condenação de empresa de energia do AM por corte irregular

15 de junho de 2026
Os suspeitos desmontaram partes da “ambulancha” após o furto e levaram equipamentos médicos (Fotos: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Carcaça de ambulância fluvial furtada do Samu é encontrada em rio do AM

15 de junho de 2026
BR-319
Dia a Dia

Cinco empresas são desclassificadas em licitação para trecho da BR-319

15 de junho de 2026
Dia a Dia

Em um mês, 4,1 toneladas de drogas são apreendidas no Amazonas

14 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?