O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Esquerda admite falhas e quer evitar ser refém da pauta econômica

28 de julho de 2019 Política
Compartilhar
Rui Falcão, deputado federal
Ex-presidente do PT e deputado federal Rui Falcão diz que é previso rever estratégias (Foto: Lula Marques)
Por Fábio Zanini, da Folhapress

SÃO PAULO – Num primeiro semestre para ser esquecido, a esquerda enfrentou divisões, dificuldade de mobilização e não conseguiu escapar da pauta por vezes caótica ditada pelo governo Jair Bolsonaro. Terminou com uma dura derrota na votação da reforma da Previdência.

Na avaliação de líderes esquerdistas ouvidos pela Folha de S.Paulo, é preciso não ficar refém da pauta econômica e ampliar os temas para evitar sorte parecida no segundo semestre.

Uma das dificuldades apontadas foi lidar com o estilo imprevisível de Bolsonaro e de seus ministros.

“Temos de refletir sobre o que foi esse semestre. Apesar da instabilidade do governo, Bolsonaro manteve o controle do debate público no Brasil”, afirma o presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros.

Para ele, com o ritmo frenético de temas lançados pelo governo e as declarações polêmicas do presidente e seu entorno, a esquerda acabou perdendo o foco de pontos essenciais, sobretudo a reforma da Previdência.

“A gente queria debater a reforma da Previdência e acabava discutindo uso de cadeirinha infantil no carro e se menino veste azul e menina veste rosa”, afirma Medeiros.

Ex-presidente do PT e atualmente deputado federal por São Paulo, Rui Falcão diz que é hora de rever estratégias. “Não podemos ficar apenas na via parlamentar”, diz ele.

A falta de mobilização da sociedade contra a reforma da Previdência, na avaliação dele, se refletiu no dia da votação da matéria na Câmara, em primeiro turno.

“Era um negócio desolador, não tinha nem 20 pessoas nas galerias do plenário”, diz.

Houve algumas vitórias pontuais, aponta Falcão, sobretudo ter conseguido atrasar a tramitação da reforma, que ainda precisa ser votada em segundo turno após o recesso parlamentar, e a retirada de itens como as mudanças no pagamento do BPC (Benefício de Prestação Continuada). Mas faltou muito para uma vitória real neste tema.

Um dos problemas, diz Falcão, é a mudança estrutural no mercado de trabalho, que apresenta novos desafios para a esquerda.

“Você tem uma outra configuração de classe no país hoje, e isso torna a mobilização difícil. Aquela coisa de trabalhador concentrado, fácil de mobilizar, está acabando. Hoje o cara não trabalha mais de macacão”, afirma.

O deputado federal Orlando Silva (PC do B-SP) concorda que a esquerda ficou presa a temas menores ao longo do começo do ano e ainda está aprendendo a se desvencilhar do estilo Bolsonaro.

“O presidente tenta montar armadilhas, tem sido pródigo nisso, e por vezes a esquerda morde a isca. Há método nesse aparente caos”, afirma.

Uma dificuldade óbvia é numérica. Os partidos de esquerda somados (PT, PC do B, PDT, PSB e PSOL) reúnem 131 deputados, ou 25% da Câmara apenas. Isso sem contar as dissidências, como houve na votação da Previdência.

Ou seja, sem conquistar aliados nos partidos do chamado centrão, obter vitórias é altamente improvável.

No segundo semestre, não deverá haver um tema dominante na pauta da Câmara, como a reforma da Previdência.

A esquerda aposta que os campos de batalha principais se darão na reforma tributária, no pacote de segurança e combate à corrupção do ministro da Justiça, Sergio Moro, e nos cortes de gastos, sobretudo na educação.

Silva diz que, no caso da reforma tributária, a esquerda não deveria deixar o debate restrito aos termos preferidos do Ministério da Economia, da racionalidade do modelo.

“Temos de fazer um debate mais de mérito. A esquerda não pode se contentar com a simplificação tributária, temos de avançar na discussão de um sistema tributário progressivo”, declara.

Para Medeiros, o grande desafio será identificar os temas que irão mobilizar a sociedade e antecipar-se no debate.

Ele diz que os cortes na educação podem ser um fator de mobilização popular que faltou na Previdência. “Os estudantes estão picados pela antipatia ao governo Bolsonaro”, afirma. Falcão acrescenta a instalação de uma CPI mista sobre fake news como um momento promissor para a esquerda no segundo semestre.

Sua criação foi assegurada ao PT pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A investigação deverá ter como um dos temas a estratégia de campanha nas redes sociais utilizada na eleição do ano passado por Bolsonaro.

Na conta dos possíveis pontos otimistas para o segundo semestre, Falcão inclui também a possível progressão de pena para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba. “Seria um alento para nós”, diz.

Notícias relacionadas

Câmara aprova urgência para projeto que quebra patentes do Mounjaro e Zepbound

Adiado 4 vezes, julgamento sobre extradição de Zambelli deve ocorrer nesta terça

Braga diz que Lula virá ao Amazonas em março para inaugurar obras do MCMV e avanços da BR-319

Pesquisa Real Time Big Data mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro e nomes do PSD

Presidente do PT defende maturidade política para debate profundo sobre projeto de país

Assuntos partidos de esquerda, reforma da Previdêncvia
Redação 28 de julho de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Evandro Leitão saiu do PDT e se filiou ao PT (Imagem: TV Alece/YouTube)
Política

Partidos de esquerda tiveram pior desempenho nas grandes cidades

31 de outubro de 2024
Política

Michelle Bolsonaro proíbe coligações com esquerda e cria canal de denúncia

2 de agosto de 2024
Plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas
Política

Conservadores dominam 16 Assembleias, incluindo a do AM

13 de outubro de 2022
Jair Bolsonaro
Política

Bolsonaro diz que acerto com PL é de nenhuma aliança com partido de esquerda

25 de novembro de 2021

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?