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© 2022 Amazonas Atual
Variedades

Espetáculo ‘Lugar da Chuva’ propõe reflexão poética e política sobre a Amazônia

14 de agosto de 2019 Variedades
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Oa atores Raphael Brito e Wellington Dias abrem mão da chamada “quarta parede” (Foto: Divulgação)

Da Redação

MANAUS – A peça Lugar da Chuva, parceria entre os coletivos Frêmito Teatro (Macapá-AP) e Agrupamento Cynétiko (São Paulo-SP), realiza duas apresentações gratuitas no dia 22 de agosto, no Teatro da Instalação (Rua Frei José dos Inocentes s/n – Centro) com início às 19h. A peça tem duração de 70 minutos, e a distribuição de ingressos começa 1 hora antes de cada apresentação. A classificação etária é de 14 anos.

A produção é fruto do intercâmbio entre amapaenses, paulistas e um maranhense, que juntos realizaram uma viagem de residência artística por Macapá para colaborar na criação do espetáculo. A proposta do trabalho é reinventar poeticamente a Amazônia amapaense a partir do caldo de nativos, habitantes e viajantes, buscando um lugar de troca onde se possa construir a reflexão.

Em cena, se entremeiam reflexões sobre uma Amazônia atual, urbana, globalizada, com as questões que movimentam esse momento. Paralelo a isso, o espelhamento e estranhamento com a Natureza, ancestralidades e tradições, buscando ir além dos estereótipos sobre a floresta enquanto um lugar inabitado e sem história.

Logo no início da peça os atores Raphael Brito e Wellington Dias abrem mão da chamada “quarta parede” – a separação entre palco e plateia – para recepcionar o público e convidá-lo a adentrar num barco imaginário, por onde a viagem se inicia. A partir daí, numa espécie de jogo narrativo onde não há personagens fixos, eles vão conduzindo a imaginação do espectador por diversos locais reais e fictícios do Amapá.

Entre os locais reais que o roteiro do espetáculo navega estão a Fortaleza de São José, marco colonial da cidade, a Ilha de Santana, com sua floresta de samaúmas, e o bairro do Araxá, com suas palafitas urbanas, ambientes que se tornaram alguns dos cenários por onde a dramaturgia da peça navega.

(Foto: Divulgação)

O texto escrito por Ave Terrena, levantado a partir da sua vivência na cidade, é definido pela autora como uma “dramaturgia cartográfica”, onde cada cena é uma ilha independente, mas que está em composição com o todo, apostando numa ousada mistura de fluxo narrativo e poético nas falas.

A peça também conta com projeções de vídeo, criadas por Luciana Ramin, exibindo imagens que foram registradas em Macapá durante o processo de criação. O material bruto foi editado pela artista tendo como inspiração a estética da videoarte, em que ela busca ‘reimaginar’ as paisagens amapaenses pelo viés da  poética visual.

A concepção geral do projeto é do diretor e produtor amapaense Otávio Oscar, que deu início à proposta assumindo o desafio de repensar, através do teatro, o lugar da identidade e da cultura amazônicas, que agora não são mais definidas apenas pelas tradições e ancestralidades, mas também por essa nova faceta globalizada que é a Amazônia urbana.

“Apesar de investir em uma linguagem poética, o espetáculo busca sensibilizar o público para um movimento de reflexão política, abordando de forma crítica alguns temas que são urgentes e atuais para a sociedade amazônida, como os problemas sociais, ecológicos e urbanísticos que estão na pauta do momento”, destaca Oscar.

Além do espetáculo, o grupo também oferece uma oficina gratuita de teatro chamada “O Ator Fluvial”, no dia 23 de agosto, no Centro Cultural Usina Chaminé, das 13h às 17h. Na oficina serão disponibilizadas 30 vagas e a classificação indicativa é de 14 anos. As inscrições acontecerão 30 minutos antes da oficina, no próprio local.

A passagem do espetáculo e da oficina por Manaus é parte de uma série de apresentações que contam com o apoio do Edital de Patrocínio do Banco da Amazônia.

Sinopse

Lugar da Chuva é uma viagem poética e política pela Amazônia amapaense. A dramaturgia cartográfica, que organiza o texto por ilhas, acompanha a trajetória de dois narradores-viajantes por diversos locais na foz do Rio Amazonas, reinventando as sensações que os atravessam durante o percurso entre a cidade e a floresta, entre o mato e o concreto, entre o rio e a rua. Em cena, entremeiam-se reflexões sobre um Amapá atual, urbano e globalizado, em suas complexas relações com a história, as ancestralidades e a natureza.

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Assuntos Agrupamento Cynétiko, Amazônia, Frêmito Teatro, Lugar da Chuva, Teatro da Instalação
Redação 14 de agosto de 2019
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