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Dia a Dia

Escolas públicas recorrem a Khan Academy para melhorar aprendizado

22 de setembro de 2022 Dia a Dia
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Escola ganhou computadores para aulas pela internet (Foto: Cleomir Santos/Semed)
Plataforma digital de educação fornece conteúdo para ensino público no Brasil (Foto: Cleomir Santos/Semed)
Por Laura Mattos, da Folhapress

SÃO PAULO – Redes estaduais e municipais de ensino do Brasil estão fechando parcerias com uma plataforma internacional de educação gratuita a fim de tentar preencher as lacunas de aprendizado dos alunos.

Os acordos não envolvem repasse financeiro dos governos, mas uma cooperação entre profissionais das redes e a Khan Academy, organização sem fins lucrativos fundada nos Estados Unidos e que tem atualmente 144 milhões de usuários no mundo – no Brasil, são 5,5 milhões de estudantes e 400 mil professores.

No Brasil, a instituição atua na rede estadual de Goiás, Roraima, Ceará e Rio Grande do Sul e na rede municipal de Belo Horizonte, Vitória e cidades paulistas como Marília, Osasco, Barueri, Araraquara e São José dos Campos.

São 105 mil alunos atendidos por meio dessas parcerias, em que a Khan Academy se torna parte do projeto pedagógico das escolas, realiza treinamento dos professores, fornece dados sobre o desempenho dos estudantes e aponta em que conteúdos devem se concentrar para a recuperação.

Os primeiros acordos nesses moldes foram fechados em 2015, mas a pandemia ampliou a aproximação com as redes de ensino, que buscam alternativas para lidar com os graves atrasos de aprendizado desses últimos anos.

Na semana passada, o vice-presidente de operações internacionais da plataforma, Sandeep Bapna, esteve em São Paulo para reuniões com o time de profissionais brasileiros da organização – são nove atualmente – a fim de alinhar o plano de expansão de parcerias. Ele foi responsável por implementar uma rede de cooperação entre a Khan Academy e redes públicas de ensino da Índia, ampliando a abrangência de 60 mil estudantes para 1,2 milhão desde 2015.

“Temos hoje, na Índia, 10 mil professores envolvidos nas parcerias”, diz Bapna à reportagem. “Não há como uma organização pequena como a Khan Academy conseguir monitorar sozinha todo esse processo, e é aí que entra a cooperação dos governos. Temos um time de mais de 400 pessoas das redes de ensino na Índia fazendo esse trabalho, e nós os ajudamos com dados e treinamento”, afirma.

“Esse é um exemplo de como podemos atender o maior número possível de estudantes no Brasil, onde há 40 milhões de crianças e jovens em escolas públicas”, diz. “O Brasil nos interessa muito porque temos aqui grandes redes de ensino”.

Para firmar acordo com a Khan Academy, a rede precisa ter mais de 10 mil alunos e estar disposta a utilizar a plataforma de modo alinhado ao seu currículo. Os estudantes devem ter pelo menos uma hora-aula por semana para utilizar os conteúdos do site dentro da escola, que tem de possuir, no mínimo, um computador para o acesso de cada dois alunos, além de uma boa conectividade com a internet.

A plataforma de educação se baseia no conceito de “mastery learning”, ou aprendizado de domínio, em que o aluno recebe apoio para dominar cada etapa do conteúdo antes de seguir para a próxima. A ideia, basicamente, é a de que é preciso preencher as lacunas do aprendizado para avançar: não dá para entender equações, por exemplo, antes de dominar as operações de somar, subtrair, multiplicar e dividir.

A versão brasileira da plataforma oferece todo o conteúdo de matemática, ciências e português do 3º ao 9º ano do ensino fundamental, de acordo com a BNCC (Base Nacional Comum Curricular), que determina as diretrizes para a educação no país. Para o ensino médio, estão disponíveis os conteúdos de matemática e ciências (física, química e biologia); os de português, diz a Khan Academy, entram no próximo ano.

“No Brasil, além do fechamento prolongado das escolas, enfrentamos a falta de acesso à internet e a dispositivos. Isso agravou o que chamamos de ‘unfinished learnings’, ou aprendizagens não concluídas, que devem perdurar por até cinco anos”, afirma Sidnei Shibata, brasileiro, que é diretor-executivo da Khan Academy na América Latina.

“Nossa hipótese é a de que, diante de classes com 30, 40 crianças ou adolescentes, não há como os professores atuarem para recuperar esse atraso tão grande sem o suporte da tecnologia”, diz Shibata. “Observamos que os professores estão extremamente cansados diante de tudo o que passaram e que estão passando, e esse é um problema fundamental hoje”, afirma, sobre a pandemia.

A Khan Academy foi fundada pelo norte-americano Salman Khan, matemático e engenheiro pelo MIT, com MBA na Universidade Harvard. A plataforma de educação gratuita tem entre os financiadores a fundação de Bill e Melinda Gates, a de Elon Musk, o Google e a brasileira Fundação Lemann.

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Assuntos ensino público, Khan Academy
Cleber Oliveira 22 de setembro de 2022
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