O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Entidades defendem ordenamento dos flutuantes sem sair do Tarumã

29 de agosto de 2023 Política
Compartilhar
Flutuantes em Manaus
Proprietários de flutuantes têm prazo para retirar as embarcações do Tarumã-Açu (Foto: Divulgação/Semcom)
Do ATUAL

MANAUS – Em audiência pública na CMM (Câmara Municipal de Manaus), na tarde desta terça-feira (29), representantes dos flutuantes do Tarumã-Açu e de moradores da Marina do Davi sugeriram a formalização de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) para o ordenamento e regularização dos mais de 900 flutuantes da área. 

Outra medida para evitar a retirada até o dia 31 de dezembro, conforme ordem judicial, dos flutuantes comerciais e residenciais seria o poder público fornecer as estações de tratamento de esgoto para proprietários de baixa renda.

O vereador Alonso Oliveira (Avante), que propôs a audiência para discutir o ordenamento dos flutuantes do Tarumã-Açu, afirmou que o objetivo não é afrontar a decisão judicial.

“Entendo que todos estarão sendo representados aqui nesta audiência completamente atípica. Que não tem o condão, a força de afrontar nenhuma decisão judicial, mas sairmos daqui com a visão, a missão e os nossos objetivos bem definidos, que é um diálogo harmonioso com o nosso Judiciário”, disse.

No dia 7 de junho, o juiz da Vara Especializada em Meio Ambiente (Vema), Moacir Pereira Batista, ordenou a retirada de todos os flutuantes instalados na localidade, incluindo os regulares. A decisão do magistrado não cabe mais recurso.

Durante a audiência na CMM, o presidente da Afluta (Associação dos Flutuantes do Rio Tarumã-Açu), Nildo de Melo Affonso Júnior, classificou a decisão da Justiça de “massacrante e injusta”. “Mostrou, provavelmente, que partiu de pessoas que não conhecem a realidade do Tarumã. Os flutuantes não estão no Tarumã para destruir aquele rio, mas salvar o rio”, afirmou o dirigente.

Nildo Affonso afirmou que os flutuantes, mesmo os explorados comercialmente para o turismo, não são responsáveis pela poluição do igarapé do Tarumã-Açu. Ele disse que o impacto ambiental nos afluentes do rio da zona oeste de Manaus será resolvido pelos empresários e moradores da área.

“As pessoas que exploram o turismo no Tarumã, exploram com responsabilidade. Se preocupam sempre em colocar uma estação de tratamento [de esgoto]. Afinal, a Capitania dos Portos, por exemplo, não vai autorizar a instalação de um flutuante se não tiver sua estação de tratamento”, disse. 

“Somos a última geração em vida capaz de salvar o Tarumã. E sem os flutuantes, o Tarumã morrerá, sim, em silêncio”, completou o presidente da Afluta, que explicou que os donos de flutuantes ajudam na limpeza do rio por meio de ações sociais e ambientais. 

E sobre os flutuantes que servem de moradia, Nildo Affonso disse que é necessário buscar soluções com o poder público para fornecer gratuitamente estações de tratamento para quem não tem recursos. Ele sugeriu também um acordo com o MPAM (Ministério Público do Amazonas), para assinar um TAC para evitar a retirada dos flutuantes. 

A presidente da Comunidade dos Moradores da Marina do Davi, Sara Guedes da Costa, fez um apelo para que os flutuantes permaneçam no Tarumã ao defender o ordenamento. Ela disse ainda que todos que residem e trabalham na localidade foram surpreendidos pela decisão do Poder Judiciário.

“Não tivemos em momento algum o conhecimento deste processo. Porque o processo não foi criado diretamente para o Tarumã-Açu e sim para a orla de Manaus. Pegaram como um gancho e colocaram o Tarumã-Açu e não nos deram o direito de resposta e direito de conhecimento de causa para poder nos defender. Como eu friso sempre, nós fomos acusados, condenados e sem direito a defesa em momento algum”, criticou.

Conforme Sara, quase 200 famílias moram em flutuantes e trabalham na área do Tarumã-Açu. “Não nos classificamos em família de vulnerabilidade [social]. Somos famílias que trabalhamos dignamente, que tiramos nosso sustento, ganhamos nosso dinheiro e pagamos nossas contas dignamente e os estudos das nossas crianças”, disse.

A representante dos moradores da Marina do Davi reforçou o discurso da Afluta de que a despoluição do Tarumã será possível com o apoio dos proprietários de flutuantes. Sara Guedes também pediu que o poder público custeasse a instalação de estações de tratamento de esgoto pendentes. 

“Por que tirar [os flutuantes]? Vai tirar a gente para viver como? No auxílio-aluguel? E a gente vai trabalhar com o quê? Vai ter trabalho para todas essas famílias? […] A Semulsp vai dar conta de fazer ação de limpeza toda semana e todo verão, como faz a comunidade e os moradores? Não vai, porque se a Semulsp desse conta de cuidar de todos os igarapés, a gente não teria perdido vários. Então, a Marina do Davi ainda está viva porque são os moradores que cuidam, porque lá é nossa casa e lá é o nosso lugar. E quem vai jogar lixo no lugar onde você mora e tira seu sustento? Ninguém”, finalizou. 

Com conhecimento técnico, o presidente do Comitê de Bacias Hidrográficas do Tarumã-Açu, Jadson Maciel, isentou os flutuantes pelos problemas ambientais na localidade. A causa seria outra: falta de saneamento básico. 

“Centralizaram todo o problema para os flutuantes, mas a gente sabe que os flutuantes não têm potencial poluidor e nem degradador. A gente sabe que tem um problema de saneamento básico no estado”, disse Maciel, que é fundador do projeto Remada Ambiental, que contribui na retirada de resíduos e lixo dos afluentes do Tarumã.

A deputada estadual Joana Darc (União Brasil), que preside a Comissão de Meio Ambiente da ALE-AM (Assembleia Legislativa do Amazonas), disse na audiência na CMM que a alternativa é formalizar um termo, como um TAC. O recurso, segundo a parlamentar, precisaria do apoio das duas Casas Legislativas, Ministério Público, DPE-AM (Defensoria Pública do Estado) e OAB-AM (Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Amazonas) para “sensibilizar” o Poder Judiciário.

“Nunca uma lei ou decisão judicial pode estar em desacordo com a realidade das pessoas. Na minha opinião e no consenso de todos, os flutuantes não são os marginais nessa história, como se coloca infelizmente nesta decisão judicial. Os verdadeiros culpados somos todos nós, que jogamos nosso lixo da casa que vai para o lixão, que é o principal poluidor e deságua lá no Tarumã”, afirmou Darc.

Notícias relacionadas

PT aprova candidatura de Marcelo Ramos ao Senado e apoio a Omar

Fundo de advogado e aliado de Eduardo Bolsonaro comprou casa em cidade em que ele vive nos EUA

Lula e Flávio empatam em 45% cada em eventual 2º turno, diz Datafolha

Datafolha: diferença da rejeição de Lula para Flávio é de quatro pontos

Campanha de Flávio pede ao STF apuração sobre vazamento de conversas com Vorcaro

Assuntos CMM, decisão judicial, destaque, flutuantes, retirada, Tarumã-Açu
Redação 29 de agosto de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Marcelo Ramos e Omar Aziz
Política

PT aprova candidatura de Marcelo Ramos ao Senado e apoio a Omar

16 de maio de 2026
A Anvisa suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de diversos produtos da marca Ypê (Foto: AM ATUAL)
Dia a Dia

Saiba como pedir reembolso de produtos Ypê suspensos pela Anvisa

16 de maio de 2026
entrerros covid-19
Dia a Dia

Pandemia reduziu expectativa de vida no AM em 5,8 anos, aponta estudo

16 de maio de 2026
Política

Ex-governador deve ser julgado pelo STJ mesmo após deixar cargo

16 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?