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Economia

Entidades chamam de ‘sabotagem’ licença para perfurar Foz do Amazonas

20 de outubro de 2025 Economia
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Navio sonda ODN-II será usado para perfurar poço na bacia da Foz do Amazonas (Foto: Foresea/Divulgação)
Navio sonda ODN-II será usado para perfurar poço na bacia da Foz do Amazonas (Foto: Foresea/Divulgação)
Por Juliana Domingos de Lima, do Estadão Conteúdo

RIO DE JANEIRO – Representantes e entidades da sociedade civil chamaram de “sabotagem” a licença para a perfuração de petróleo na Foz do Amazonas, concedida pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) à Petrobras nesta segunda-feira (20).

Após meses de controvérsia, opondo ambientalistas e o setor de óleo e gás, a aprovação ocorre a pouco mais de duas semanas da COP-30, sediada pelo país em Belém. Organizações ambientalistas prometeram judicializar a decisão.

A Petrobras afirma em nota que a pesquisa exploratória tem por objetivo obter “informações geológicas e avaliar se há petróleo e gás na área em escala econômica” e esclarece que “não há produção de petróleo nessa fase”.

A presidente da companhia, Magda Chambriard, disse que a conclusão do processo é uma “conquista da sociedade brasileira” e revela o compromisso das instituições com a viabilização de “projetos que possam representar o desenvolvimento do país”.

“É uma dupla sabotagem”, afirma Suely Araújo, coordenadora de políticas públicas do Observatório do Clima e ex-presidente do Ibama, durante a presidência de Michel Temer.

“Por um lado, o governo brasileiro atua contra a humanidade, apostando em mais aquecimento global. Por outro, atrapalha a própria COP-30, cuja entrega mais importante precisa ser a implementação da determinação de eliminar gradualmente os combustíveis fósseis”, analisa.

Segundo Suely, as entidades irão processar o governo pela decisão “nos próximos dias”.

Na avaliação de especialistas, a licença contraria a liderança reivindicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na pauta climática e cria dificuldades para a presidência brasileira na COP, que precisará explicar a decisão a outros países.

Nas regiões onde há ecossistemas críticos para a vida no planeta, defendem estabelecer zonas prioritárias em que não haja proliferação dos combustíveis fósseis. É o caso da região amazônica, que tem importância para o clima e a biodiversidade globais.

“Não há nenhuma justificativa para qualquer nova exploração de petróleo”, diz o climatologista Carlos Nobre, copresidente do Painel Científico para a Amazônia. “Ao contrário, é essencial deixar rapidamente os atuais combustíveis fósseis em exploração”.

O cientista lembra que a Floresta Amazônica se aproxima do ponto de não retorno, e que o aumento das emissões e da temperatura global devem acelerar esse processo.

Rejeição

A disputa em torno da exploração de petróleo na Margem Equatorial (região costeira situada entre o Rio Grande do Norte e o Amapá) vinha ocorrendo dentro do próprio governo, mas o presidente Lula já tinha mostrado ser favorável à exploração.

No início do ano, Lula chegou a criticar o Ibama e chamou a atuação do órgão de “lenga-lenga”, pela demora na aprovação do projeto. Técnicos do instituto recomendaram a rejeição do projeto da Petrobras no ano passado.

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Assuntos Foz do Amazonas, Ibama, licença ambiental, observatório do clima, Petrobras
Cleber Oliveira 20 de outubro de 2025
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