O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Empresas temem perder acesso a combustíveis e contestam venda da Refinaria de Manaus

12 de março de 2022 Economia
Compartilhar
Refinaria de Manaus, onde ocorreu acidente em 2014 por vazamento de gás (Foto: Reprodução)
Concorrentes do Grupo Atem pedem reprovação de venda da Reman (Foto: Reprodução)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – Três distribuidoras de combustíveis pediram ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), autarquia ligada ao Ministério da Economia, a reprovação do processo de venda da Reman (Refinaria de Manaus Isaac Sabbá) ao Grupo Atem. Elas têm receio de práticas discriminatórias e preços abusivos contra elas.

A Equador citou a possibilidade de o Grupo Atem usar o controle da “principal fonte de derivados de petróleo na Amazônia Ocidental” para restringir o acesso de distribuidoras de combustíveis concorrentes a insumos essenciais e, com isso, contribuir para o aumento dos custos dos rivais, além de “alavancar seu poder de mercado na distribuição de combustíveis”.

Para a Raízen, a venda da refinaria à companhia, no mercado de refino, substituirá um “monopolista nacional por um monopolista regional”, e no mercado portuário, criará um “novo monopólio”. A distribuidora também cita a possibilidade de o grupo empresarial realizar “condutas anticompetitivas” no mercado de distribuição de combustíveis.

A Ipiranga sustenta que a operação resultará em “aumentos de preços e abuso de poder de mercado”. A empresa alega que as concorrentes do Grupo Atem terão suas “margens comprimidas, seus custos (artificialmente) aumentados”, e, em curto prazo, a competitividade será “ceifada” e, em médio prazo, a saída de concorrentes será forçada.

Diante das alegações das distribuidoras, na última terça-feira (8), o Cade declarou a transação complexa e solicitou mais informações para avaliar se a venda da Reman pode afetar o suprimento da demanda das distribuidoras de combustíveis que operam na região. A autarquia também vai examinar se há outras alternativas às concorrentes do Grupo Atem.

Leia mais: Cade declara ‘complexa’ venda da refinaria de Manaus e pede investigação à Petrobras

Em nota técnica emitida na última terça-feira (8), a Superintendência-Geral do Cade determina que as informações sobre a venda da Reman sejam apresentadas pela Petrobras e pelo Grupo Atem até o dia 15 deste mês. Nesta quinta-feira (10), a compradora da refinaria pediu para que o prazo seja estendido até 30 de março.

O grupo empresarial está comprando a refinaria e seus ativos logísticos associados pelo valor de US$ 189,5 milhões (equivalente a R$ 994,15 milhões). A operação tem objetivo de aprimorar o nível de competitividade do mercado de combustíveis na região, mas as distribuidoras concorrentes do Grupo Atem apontam efeitos negativos.

“Monopólio”

Ao declarar o processo “complexo”, os técnicos do Cade citaram que as distribuidoras temem que o Grupo Atem possa adotar práticas discriminatórias e de preços abusivos, uma vez que “as particularidades da região amazônica tornam mais onerosas e logisticamente complicadas outras opções de abastecimento que não pela Reman”.

A Ipiranga aponta a possibilidade de alto nível de participação de mercado do Grupo Atem na venda de gasolina A e diesel A na região norte, em especial nos estados do Amazonas e de Roraima que, segundo a Ipiranga, “pode chegar, respectivamente, a 72,2% e 56,6% (poder de monopólio)”.

Para os técnicos do Cade, é necessário avaliar a existência de alternativas economicamente viáveis capazes de oferecer às distribuidoras – que são ao mesmo tempo clientes da Reman e concorrentes da Atem – outras opções de compra de combustível em caso de aumento significativo e não transitório de preços após a operação.

O Cade cita que as distribuidoras expressam preocupação em relação a ausência de alternativas viáveis para aquisição de combustíveis líquidos e GLP de outras fontes. Segundo elas, nem as importações pelo porto de Manaus e a cabotagem vinda de outras refinarias do país seriam capazes de exercer pressão competitiva sobre o Grupo Atem.

Os técnicos do Cade relatam, em nota técnica, que “os desafios logísticos regionais precisam ser avaliados com maior profundidade a fim de afastar preocupações com possíveis prejuízos à cadeia de produção e distribuição de gasolina A, diesel A e GLP nos estados mais afetados pela Operação, a saber: Amazonas e Roraima”.

“Nesse contexto, a avaliação da probabilidade de exercício de poder de mercado necessitará de uma análise mais aprofundada da de probabilidade de entrada e rivalidade restante após a Operação, das opções de aquisição dos produtos derivados de petróleo necessários a atender os mercados de distribuição de combustíveis líquidos e de GLP”, diz trecho da nota técnica.

Em relação ao mercado de distribuição, o Cade relata preocupações concorrenciais relacionadas à possibilidade de fechamento de insumos e aumento de custos a distribuidoras concorrentes do grupo. A Equador indicou que a operação cria condições para que o Grupo Atem restrinja o acesso das concorrentes aos combustíveis.

Para a Equador, a venda da refinaria ao Grupo Atem gerará um “risco de criação de um monopólio regional privado, com a elevação das barreiras à entrada no mercado de refino de petróleo da região e com a elevação do risco de fechamento de mercado a concorrentes na distribuição de combustíveis líquidos”. 

Notícias relacionadas

Aneel mantém taxa de energia na conta de luz para setembro

Prazo para pagar automóvel pelo Move Brasil será de 7 anos

Farra das emendas: dinheiro para parlamentares soma R$ 47,1 bilhões

Varejo fecha mais de 1,1 mil lojas desde 2022 com o avanço do comércio online

Fragmentação política esvazia debate eleitoral na TV, afirma pesquisadora

Assuntos Distribuidoras de combustível, manchete, Petrobras, Reman
Felipe Campinas 12 de março de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Plenário do Congresso Nacional: derrubada de vetos de Lula (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)
Política

Farra das emendas: dinheiro para parlamentares soma R$ 47,1 bilhões

31 de agosto de 2026
Candidatos usam fragmentos do dirscuso político e desvirtuam confronto de projetos de políticas públicas em debate eleitoral (Imagem ilustrativa gerada por IA/Google)
Política

Fragmentação política esvazia debate eleitoral na TV, afirma pesquisadora

30 de agosto de 2026
Estiagem - Lago de Tefé - Amazonas
Política

Sobram promessas e faltam políticas públicas ambientais na Amazônia

29 de agosto de 2026
A greve dos rodoviários teve início na segunda-feira (20) (Foto: Antonio Pereira/Semcom)
Dia a Dia

Transporte por ônibus em Manaus é dependente de verba pública

28 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?