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Economia

Empresas de navegação anunciam taxa para seca; empresários criticam

4 de julho de 2024 Economia
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Aliança Navegação
Aliança anunciou tarifa de pouca água durante a seca do Rio Amazonas (Foto: Valmir Lima/ATUAL)
Por Felipe Campinas, do ATUAL

MANAUS – Empresas de navegação anunciaram que cobrarão tarifa de “pouca água” de até US$ 5,9 mil – cerca de R$ 32,2 mil – por contêiner durante o período de seca dos rios na Amazônia. Conforme as companhias, a taxa será para garantir uma solução para o transporte de mercadorias enviadas a Manaus, incluindo uso de balsas para atuar em trechos críticos do Rio Amazonas.

A Aliança Navegação e Logística anunciou a menor taxa: R$ 15 mil por contêiner, que será cobrado a partir de 1º de setembro. A MSC vai cobrar US$ 5 mil (R$ 27,3 mil) a partir de 1º de agosto. E Maersk anunciou que cobrará US$ 5,9 mil (R$ 32,2 mil) a partir de 1º de agosto.

“É importante destacar que a LWS (Low Water Surcharge) [taxa de pouca água] é uma cobrança excepcional e temporária causada por condições extraordinárias de navegação, que será revisada e avaliada com base na gravidade da seca e nas mudanças nas condições de calado do Rio Amazonas”, informou a MSC.

A cobrança foi criticada pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Serafim Corrêa, na reunião do CAS (Conselho de Administração da Suframa) nesta quarta-feira (4). “As operadoras de navegação estão se aproveitando de um momento que nem aconteceu para ganhar dinheiro. Isso nós temos que repudiar”, afirmou Serafim.

O presidente do Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas), Antônio Silva, também reforço a crítica. Ele disse que a tarifa está “importunando os produtores”.

Serafim Corrêa afirmou que nesta sexta-feira (5) ocorrerá a abertura dos envelopes da licitação para dragagem na Enseada do Madeira e na Costa do Tabocal e que considera a taxa um “absurdo”.

“Só para que se tenha ideia do absurdo, no ano passado, quando estiagem estava muito forte- isso foi em 1º de outubro – a taxa que eles cobraram foi de US$ 2,1 mil. Agora passou para, respectivamente, US$ 5 mil e US$ 5,9 mil”, afirmou Serafim.

Ainda de acordo com o secretário, antes da criação da taxa de “pouca água”, os fretes aumentaram de US$ 3,5 mil passaram para US$ 11,5 mil. Com a nova taxa, os custos corresponderão a 40% do valor da mercadoria por contêiner.

“Agora, com mais US$ 5 mil, o frete por contêiner fica US$ 16,5 mil. Um contêiner, em média, o custo da mercadoria é US$ 45 mil. US$ 16 mil de frete isso equivale a algo em torno de 40%. Isso é um absurdo. Isso derruba todos os incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus porque nessa situação não é possível”, completou Serafim.

Seca do rio

O Rio Amazonas, que deságua no Oceano Atlântico, é via de navios porta-contêineres que transportam cargas de Manaus para outros países e que também trazem insumos para a produção local. Em outubro, o rio atinge o nível mais baixo e navios de grande porte ficam impossibilitados de concluir o trajeto até a capital amazonense.

Em 2023, quando a região registrou a seca histórica, balsas foram enviadas ao estado do Pará para buscar cargas que seriam trazidas por navios. A medida foi para evitar o desabastecimento em Manaus diante da seca dos rios. Os insumos foram descarregados no Porto de Vila do Conde, no município de Barcarena, próximo de Belém.

Os pontos mais críticos para navegação são a Costa do Tabocal e a Foz do Rio Madeira, próximo do município de Itacoatiara. Nessas localidades, em 2023, a Marinha do Brasil restringiu a navegação em razão do risco de acidentes.

A Aliança Navegação comunicou que vai usar balsas para transportar mercadorias do porto de Barcarena e do porto de Itacoatiara para Manaus.

“Este ano, nossa principal alternativa de transporte será via o píer provisório em Itacoatiara, antes da zona de assoreamento da Enseada do Madeira, que nos permitirá transbordar as cargas do navio para balsa ou balsa para navio para chegar e sair de Manaus. Também transbordaremos parte das unidades em Vila do Conde [Pará]”, diz trecho de comunicado da Aliança Navegação.

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Assuntos Aliança Navegação, manchete, navegação, Rio Amazonas, Rio Solimões, seca, Serafim Corrêa, Zona Franca de Manaus
Felipe Campinas 4 de julho de 2024
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