O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Empresários estão mais pessimistas com o ambiente de negócios no Brasil

24 de maio de 2021 Economia
Compartilhar
Setor industrial registrou queda na produção (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)
Montagem de motores em São Paulo: empresários estão pessimistas com ambiente de negócios (Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)
Por Eduardo Cucolo, da Folhapress

SÃO PAULO – As expectativas das empresas brasileiras com o ambiente de negócios pioraram nos últimos seis meses, com o aumento das incertezas econômicas, das restrições provocadas pela pandemia e da falta de confiança na política econômica do governo.

É o que mostra sondagem especial realizada pelo FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) em abril.

O otimismo era de 70% em outubro, quando havia uma avaliação de continuidade de flexibilização das medidas de reabertura das atividades e recuperação da economia. Agora, 57% dos empresários dizem ter perspectivas positivas para os próximos seis meses.

O percentual dos que citam as incertezas econômicas como principais fatores que estão influenciando negativamente as expectativas passou de 67% para 74% no período.

O aumento de restrições para conter a pandemia e a falta de confiança na política econômica do governo federal aparecem em seguida, praticamente empatados, com 56% e 55%, respectivamente.

No sentido contrário, entre os fatores que puxam o otimismo atualmente, se destaca a expectativa de ampliação do programa de vacinação, citada por 66% dos entrevistados, seguida pelas perspectivas de retomada da economia mundial (48%).

As empresas também falaram sobre os maiores desafios operacionais que vêm enfrentando durante a pandemia. Trabalhadores em licença por motivos de doença (Covid-19) é o principal, citado por 34% das empresas, seguido pela adaptação a novas regras de funcionamento (33%) e falta de produto ou dificuldade de entrega dos fornecedores (31%). Foram consultadas 4.046 empresas, de 1º a 28 de abril, por meio de formulário eletrônico e telefone.

O economista Rodolpho Tobler, da Superintendência Adjunta de Ciclos Econômicos do FGV Ibre, afirma que a pesquisa manteve o padrão histórico de ter mais empresários otimistas do que pessimistas, mas houve uma piora ligada à frustração com as expectativas verificadas há seis meses.

Segundo Tobler, a piora da pandemia e da crise econômica derivada dela neste ano surpreendeu o setor produtivo, que em outubro do ano passado não trabalhava com a hipótese de um recrudescimento das restrições sanitárias dessa magnitude.

Apesar de vários dados econômicos apontarem que a economia cresceu no primeiro trimestre deste ano, o desempenho e o nível de abertura das atividades está aquém do que era esperado há seis meses. “Não estava muito no radar das pessoas no final do ano passado que a gente fosse atingir esse momento mais crítico, que seria necessário ter medidas restritivas novamente”, afirma o economista.

Para ele, a piora nas expectativas contribui para colocar um pé no freio nas decisões de contratação e investimento, o que retarda a recuperação do emprego e da atividade.

Viviane Seda Bittencourt, superintendente-adjunta de Ciclos Econômicos do FGV Ibre, afirma que uma diferença importante entre os dois períodos pesquisados é a falta de suporte do governo ao setor empresarial e aos consumidores.

Programas de auxílio emergencial, redução de jornada e linhas de crédito para micro e pequenas empresas foram interrompidos e só retomados a partir do fim de março.

Viviane destaca o aumento no percentual de empresários que citam a falta de confiança na política econômica do governo, especialmente na indústria (passou de 30% para 54%) e na construção (de 50% para 66%). Ela lembra que o setor industrial ainda se recupera em ritmo acelerado em outubro, mas agora vive um momento de desaceleração e de redução da ajuda governamental.

Os dois pesquisadores do Ibre afirmam que as empresas também estão mais frágeis financeiramente, devido ao prolongamento da crise, principalmente as micro e pequenas. O mesmo ocorre com os consumidores, que enfrentam dificuldade de obter emprego, perda de renda e um nível alto de endividamento.

“As empresas, principalmente as micro e pequenas, estão muito abaladas e sem reservas, já sem fôlego para se sustentar diante dessas medidas restritivas. Se você não tem suporte, tudo se torna muito mais difícil”, afirma Viviane.

Ricardo Luiz Theisen é gerente de um restaurante na zona oeste de São Paulo que só abre para o almoço e depende do movimento do comércio e de escritórios. Mesmo com a volta do atendimento presencial, o atendimento continua abaixo do verificado antes da pandemia.

A sondagem do Ibre mostra que, no segmento de serviços de alimentação, as expectativas positivas caíram de 65% em outubro para 45% em abril.

Uma segunda unidade do restaurante, que atendia principalmente funcionários do escritório de uma multinacional, continua fechada. “O movimento é 30%, 40% do que era. As empresas estão em homeoffice, muita coisa fechou. Vai demorar muito para voltar”, afirma Theisen.

Munir Samara é dono de uma loja de material de construção, segmento que apresenta números positivos em termos de vendas, mas com expectativas positivas que passaram de 60% em outubro para 48% em abril.

Ele afirma que a demanda continua aquecida e que os desafios atuais envolvem aumento de preços, falta de produtos e a redução de prazos por parte de fornecedores. “Do começo do ano para cá algumas coisas dobraram de preço. Tem item com reajuste a cada dez dias”, afirma Samara.

Notícias relacionadas

MTE inclui seis empregadores do AM em ‘Lista Suja’ do trabalho escravo

BC cria indicador para acompanhar reajustes salariais negociados

Preços de carros usados têm menor alta em um ano, registra o IBV Auto

Petrobras atinge recorde de valor de mercado após descoberta no Amapá

Empresas de apostas são obrigadas a informar saldo de apostadores

Assuntos ambiente de negócios, incerteza econômica, pandemia
Cleber Oliveira 24 de maio de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Sandoval Alves Rocha

Barbáries nunca mais!

2 de outubro de 2026
Cilindros de gás: fábrica em Manaus vai ampliar produção de gases medicinais (Foto: Divulgação)
Negócios

Crise do oxigênio em Manaus gerou projeto de gases medicinais

24 de setembro de 2026
Painel mostra desinficção em favela do Rio: milhares de mortos na pandemia de Covid-19 (Foto: Divulgação)
Variedades

Exposição em Manaus reúne relatos, fotos e vídeos sobre a Covid-19

9 de setembro de 2026
Política

Wilson Lima alega que não comprou respiradores em loja de vinho

18 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?