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Dia a Dia

Réus negam crime em segundo dia de julgamento sobre rebelião no Compaj

27 de setembro de 2022 Dia a Dia
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julgamento
Gelson Carnaúba, acompanhado de advogada, durante julgamento por videoconferência (Foto: Raphael Alves/TJAM)
Do ATUAL

MANAUS – No segundo dia de julgamento, os réus Gelson Lima Carnaúba, Marcos Paulo da Cruz e Francisco Álvaro Pereira negaram participação na rebelião ocorrida no Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim) em 25 de maio de 2002, que durou 13 horas e resultou na morte de 12 presos e um agente penitenciário. Todos os réus usaram da prerrogativa de responder às perguntas somente dos respectivos advogados de defesa.

Leia também: Pela quinta vez, réus de rebelião no Compaj são julgados em Manaus

Na manhã desta terça-feira (27) foi realizada a fase de interrogatórios, que começou por volta das 9h40. O julgamento acontece no Fórum de Justiça Ministro Henoch Reis, presidido pelo juiz Rosberg de Souza Crozara.

O primeiro réu a ser interrogado foi Francisco Álvaro Pereira, que falou até 10h18. Ele declarou ser inocente das acusações e negou ter feito qualquer ameaça a Elgo Jobel Fernandes Guerreiro, testemunha já falecida, cujo depoimento em áudio gravado foi reproduzido na segunda-feira (26) em plenário.

“Sou inocente. Nunca tive problemas com ninguém dos outros pavilhões. Sempre fui respeitoso e humilde. É isso que quero dizer aos jurados”, afirmou. Em dado momento, interrompeu o interrogatório, chorando e sendo amparado pela defesa com um copo de água.

O interrogatório de Marcos Paulo da Cruz foi realizado na sequência, das 10h20 até 10h36. Sobre o dia da rebelião, ele garantiu que no momento do ocorrido estava em sua cela e quando ouviu os estrondos e gritos começou a fazer oração junto com outros presos.

“Nesse dia fiquei com medo. Nunca vi ninguém agredindo ninguém (SIC) no presídio”, comentou, afirmando que assumiu o crime, à época, por orientação da defesa.

Gelson Carnaúba, interrogado de 10h40 às 12h24, afirmou que se sentia incomodado pelo fato de ser interrogado por videoconferência. Ele está no presídio de Campo Grande (MS). Mas, ao mesmo tempo, falou que “hoje estou tendo um julgamento justo”. “Peço que os jurados não levem em consideração a farda que eu estou vestindo. Eu deveria estar contemplando os jurados”, disse o réu. “Nunca determinei a morte de ninguém. Nem tinha benefícios na prisão”, disse em outro momento.

Após a fase de interrogatórios a sessão foi suspensa por 50 minutos e foi reiniciada nesta tarde com os debates entre acusação e defesa. A previsão é que o julgamento seja concluído na noite desta terça-feira.

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Assuntos Compaj, destaque, Fórum Henoch Reis, julgamento, Rebelião
Redação 27 de setembro de 2022
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