MANAUS – Com a guerra ideológica no MEC entre olavetes e velezvetes, a praga de laranjas dos assessores e o apocalipse zumbi da reforma da Previdência, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu, em momento tchutchuca, que comandar o país é coisa para tigrão. “Eu me pergunto, olho pra Deus e pergunto: Meu Deus, o que eu fiz para merecer isso? É só problema. Mas temos como ir em frente, nós temos como mudar o Brasil”, disse o presidente em encontro com servidores do Palácio do Alvorada, nesta sexta, 5. Deus não respondeu. Mas o presidente disse que seguirá em frente dando caneladas, pelas quais pediu desculpas. “Não nasci para ser presidente, nasci para ser militar, mas no momento estou nessa condição de presidente e, junto com vocês, nós podemos mudar o destino do Brasil. Sozinho não vou chegar a lugar nenhum”, afirmou. Olavetes, velezvetes, laranjas e agora os araujetes provam que, sozinho, o presidente tem mais chances de dar certo.
