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Economia.

Eletrobras vende distribuidora do Amazonas para Consórcio Oliveira/Atem

10 de dezembro de 2018 Economia.
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Além da Amazonas Energia, outras cinco distribuidoras serão privatizadas (Foto: Google/Reprodução)
Distribuidora de energia foi vendida para o Consórcio Oliveira/Atem, formado por empresas do Amazonas  (Foto: Google/Reprodução)

SÃO PAULO – A Eletrobras conseguiu vender sua distribuidora de energia no estado do Amazonas, que era considerada a empresa em pior situação financeira colocada à venda pela estatal.  A companhia foi vendida para o Consórcio Oliveira/Atem, formado por empresas do Amazonas. 

O consórcio já havia vencido o leilão da Boa Vista Energia, distribuidora em Roraima, em agosto deste ano.

O grupo pagou o valor simbólico de R$ 50 mil, mas terá que fazer um aumento de capital na empresa de R$ 491 milhões.

A privatização da companhia foi uma das mais difíceis. Além das tentativas judiciais de impedir o leilão, o governo teve que lançar mão de diferentes recursos para garantir que o leilão tivesse interessados.  

O motivo da dificuldade é a péssima situação financeira da empresam, que tem um alto nível de endividamento e acumula resultados operacionais negativos nos últimos anos. 

Quando a avaliação da companhia foi feita pelo BNDES, em dezembro de 2016, o patrimônio líquido da empresa era negativo em R$ 9,3 bilhões, com prejuízos acumulados de R$ 10,2 bilhões nos cinco exercícios anteriores e endividamento de R$ 3,2 bilhões.

Desde o fim do ano passado, o governo tentava aprovar no Congresso uma lei que permitiria transferir à conta de luz dos consumidores passivos bilionários da empresa. Desde então, viu fracassarem as votações de uma medida provisória e um projeto de lei. 

Sem conseguir viabilizar a venda, a Eletrobras teve que adiar o leilão sucessivas vezes. 

Em novembro, o governo publicou uma nova medida provisória autorizando que consumidores paguem dívidas bilionárias da empresa –o texto, porém, ainda não foi aprovado pelo Congresso.  

Caso a empresa não fosse vendida, ela teria que ser extinta. Nesse cenário, considerado o pior possível pelas autoridades do setor elétrico, uma empresa teria que ser contratada provisoriamente para garantir a prestação do serviço, os funcionários seriam demitidos e os passivos bilionários decorrentes do processo ficariam com a controladora, Eletrobras.

A companhia foi vendida para o Consórcio Oliveira/Atem, formado por empresas do Amazonas.

O consórcio já havia vencido o leilão da Boa Vista Energia, distribuidora em Roraima, em agosto deste ano.

O grupo pagou o valor simbólico de R$ 50 mil, mas terá que fazer um aumento de capital na empresa de R$ 491 milhões.

A privatização da companhia foi uma das mais difíceis. Além das tentativas judiciais de impedir o leilão, o governo teve que lançar mão de diferentes recursos para garantir que o leilão tivesse interessados. 

O motivo da dificuldade é a péssima situação financeira da empresam, que tem um alto nível de endividamento e acumula resultados operacionais negativos nos últimos anos. 

Quando a avaliação da companhia foi feita pelo BNDES, em dezembro de 2016, o patrimônio líquido da empresa era negativo em R$ 9,3 bilhões, com prejuízos acumulados de R$ 10,2 bilhões nos cinco exercícios anteriores e endividamento de R$ 3,2 bilhões.

Desde o fim do ano passado, o governo tentava aprovar no Congresso uma lei que permitiria transferir à conta de luz dos consumidores passivos bilionários da empresa. Desde então, viu fracassarem as votações de uma medida provisória e um projeto de lei. 

Sem conseguir viabilizar a venda, a Eletrobras teve que adiar o leilão sucessivas vezes. 

Em novembro, o governo publicou uma nova medida provisória autorizando que consumidores paguem dívidas bilionárias da empresa –o texto, porém, ainda não foi aprovado pelo Congresso. 

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Assuntos Amazonas Energia, Consórcio Oliveira/Atem
Redação 10 de dezembro de 2018
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