O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Eletrobras é denunciada na SEC por omitir risco bilionário dos acionistas

17 de maio de 2022 Economia
Compartilhar
Comissão quer ouvir Eletrobras sobre impacto da privatização (Foto: Eletrobras/Divulgação)
Técnicos da Eletrobras trabalham em linha de transmissão: risco para acionistas (Foto: Eletrobras/Divulgação)
Por Alexa Salomão, da Folhapress

BRASÍLIA – A Eletrobras omite de seus acionistas a dimensão dos riscos financeiros que sofre com a Hidrelétrica de Santo Antônio. A usina, que enfrenta dificuldades para pagar uma sentença, tem Furnas, subsidiária da estatal, entre os seus acionistas, com 43,06% de participação.

Esses argumentos embasam denúncia apresentada nesta terça-feira (17) à SEC, órgão regulador do mercado de capitais dos Estados Unidos. A Eletrobras é listada no mercado americano. Tem depósitos de recibos, os ADRs (American Depositary Receipt) negociados na bolsa de Nova York, sendo assim, está subordinada a acompanhamento pelos órgãos reguladores locais.

Subscrevem o documento três entidades de servidores da estatal, AEEL (Associação dos Empregados da Eletrobras), ASEF (Associação dos Empregados de Furnas) e CNE (Coletivo Nacional dos Eletricitários).

Na avaliação delas, Eletrobras protela a divulgação de detalhes financeiros sensíveis sobre Santo Antônio na tentativa de agilizar o calendário de sua privatização, ainda que isso imponha prejuízos para a companhia e seus acionistas.

A Usina Santo Antônio é uma das maiores do Brasil. Está instalada no Rio Madeira, na altura de Porto Velho (RO). A hidrelétrica é controlada pela Madeira Energia, que tem como sócios, além de Furnas, Andrade Gutierrez, Odebrecht, FIP Caixa Amazônia Energia e Cemig.

O documento enviado a SEC detalha que a Madeira Energia enfrenta bilionária derrota numa câmara arbitral internacional, movida por construtores e fornecedores de equipamentos para a obra da usina. A sentença contra a Madeira Energia já foi proferida, mas a aplicação adiada após pedido de esclarecimentos adicionais.

Segundo o texto protocolado na SEC, ao qual a Folha teve acesso, a arbitragem decidiu que a Madeira Energia terá de pagar cerca de US$ 300 milhões (R$ 1,5 bilhão).

A denúncia destaque que, em comunicado ao mercado em 18 de março de 2022, a Eletrobras demonstrou sua preocupação com a arbitragem. No entanto, no balanço apresentado à assembleia geral ordinária da Eletrobras, realizada mais de um mês depois, em 22 de abril, não divulgou o montante total, apesar de já ter conhecimento dele.

Segundo a denúncia, a Eletrobras preferiu apresentar que a provisão para a dívida era de cerca de R$ 706 milhões, ou US$ 141 milhões, subestimando as perdas com a arbitragem em cerca de 50%, e o risco de inadimplência total da Madeira Energia.

“A dívida bilionária que Furnas pode carregar e, portanto, a Eletrobras, já eram conhecidas pelo controlador da Eletrobras, mas surpreendentemente nenhuma divulgação foi feita a nenhum dos acionistas”, afirma a denúncia protocolada na SEC.

A intenção de realizar a operação de aumento de capital foi avaliada e aprovada em 29 de abril, e comunicada ao mercado pela Santo Antonio e pela Eletrobras.

Segundo a denúncia na SEC, a Eletrobras ainda omite outras informações dos acionistas.

O texto afirma que os demais sócios da usina, Andrade Gutierrez, Odebrecht e FIP Caixa Amazônia Energia já declararam que não vão fazer parte do aumento de capital, sem que essa informação tenha sido divulgada. A Cemig oficializou que não participará em comunicado a mercado.

Como acionistas, as entidades AEEL e ASEF, destacam que Eletrobras também não informou ainda qual valor caberia a Furnas nessa operação, nem tratou sobre os cenários de riscos com ou sem participação de sua subsidiária na operação.

Afirmam que, sem aporte, e empresa pode quebrar, mas com um aporte integral de Furnas, ela passa a ser estatal, fazendo com que a subsidiária e, por consequência, a Eletrobras absorva uma dívida de R$ 18 bilhões.

A denúncia na SEC também questiona os procedimentos adotados para a divulgação dos balanços.

Segundo a denúncia, a diretoria da Madeira Energia aprovou o balanço da empresa em 8 de fevereiro, um dia antes de declarar seu prejuízo ao mercado e sem registrar em seus livros o verdadeiro valor desse enorme prejuízo.

“Fomos informados de que a Deloitte, empresa de auditoria independente responsável pela auditoria do balanço da MESA [Madeira Energia], havia recomendado fortemente que a empresa republicasse seus resultados, incluindo o valor integral definido pela referida arbitragem”, destaca o texto da denúncia.

Por sua vez, o balanço da Eletrobras, diz a queixa, foi aprovado antes do balanço de Furnas.

Enquanto o conselho de administração da Eletrobras holding aprovou o balanço anual de 2021 em 18 de março de 2022, o balanço de Furnas foi aprovado por seu conselho em 21 de março de 2022, três dias depois.

“Há evidências de que o conselho de administração de Furnas aprovou o balanço anual da empresa sem considerar qualquer documento escrito fornecido pela auditoria interna ou pela auditoria independente [Deloitte]. É importante dizer que a aprovação não foi unânime, com pelo menos um conselheiro votando contra”, afirma a denúncia.

Nesse meio tempo, ocorreu a troca do presidente de Furnas. O advogado Clóvis Torres, que conduzia o processo de privatização na subsidiária foi substituído em 9 de abril. No seu lugar assumiu Caio Pompeu, diretor financeiro de Furnas.

Na avaliação dos denunciantes, tanta falta de transparência beira a fraude.

Diante disso, as entidades solicitam a SEC que investigue o conselho de administração da Eletrobras por má conduta na apresentação de informações prestadas que durante a assembleia geral ordinária, que aprovou o balanço anual da companhia.

A denuncia contra a Eletrobras foi inspirada na decisão da SEC de questionar a Vale por não ter informado os acionistas sobre os problemas e os riscos operacionais da mina Córrego do Feijão, o que levou a tragédia de Brumadinho.

As divergências ocorrem ao mesmo tempo que a estatal entra na reta final para ser vendida. Nesta quarta-feira (18), a privatização da Eletrobras volta à pauta para julgamento no TCU (Tribunal de Contas da União).

Superada essa fase, será preciso cumprir os protocolos no mercado de capitais para levar à oferta em Bolsas, no Brasil e nos Estados Unidos. Segundo bancos de investimentos, não é recomendável fazer a operação no segundo semestre.

Notícias relacionadas

Renda sobe no Brasil, mas não consegue acompanhar custo de vida

Fiesp entra com ação contra leilão de energia elétrica e pede novo certame

STF mantém decisão que rejeitou revisão da vida toda do INSS

Braga reage a ação da Fiesp contra a Zona Franca de Manaus

Recurso do FGTS para pagar dívida será liberado dia 25 de maio

Assuntos acionistas, denuncia, eletrobras, risco bilionário
Murilo Rodrigues 17 de maio de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

TJAM discute ampliar apuração do caso Eletrobras, mas julgamento é suspenso

17 de março de 2026
Petrobras
Economia

Petrobras vai pagar dividendos de R$ 12,1 bilhões em duas parcelas

7 de novembro de 2025
Eletrobras
Economia

Eletrobras inaugura linha de transmissão Manaus-Boa Vista

22 de setembro de 2025
Petrobras
Economia

Petrobras vai pagar R$ 8,66 bilhões em dividendos para os acionistas

8 de agosto de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?