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Política

Eleitor varre PT do comando das capitais e adota sublegendas do centrão

30 de novembro de 2020 Política
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Boulos e Manuela D'Avila perderam em São Paulo e Porto Alegre (Fotos: Facebook/Reprodução)
Boulos e Manuela D’Avila perderam em São Paulo e Porto Alegre (Fotos: Facebook/Reprodução)
Por Vinicius Torres Freire, da Folhapress

SÃO PAULO – Os meteoros vermelhos que brilharam nesta eleição caíram. Os candidatos mais jovens da esquerda perderam, por diferença de votos maior do que as das projeções de véspera das pesquisas. O PT não venceu nenhuma capital. O PSOL conquistou Belém, com Edmilson Rodrigues, prefeito agora pela terceira vez, com um vice do PT, batendo o candidato bolsonarista.

De destaque, foi tudo. A eleição foi uma onda cinza, dominada pelas sublegendas do centrão, pelo crescimento do PSD e pelo ressurgimento do DEM, onda confirmada neste segundo turno.

Guilherme Boulos (PSOL) perdeu para o PSDB em São Paulo, Marília Arraes (PT) perdeu para a “esquerda de centro” do PSB em Recife, Manuela D’Ávila (PC do B) perdeu para a velha política do MDB em Porto Alegre.

Sob certo aspecto, ainda assim essas derrotas têm um quê de ressurreição no fundo do poço. Nessas cidades muito grandes, simbólicas e importantes, candidatos de cara nova mostraram que a esquerda tem um grande potencial de votos. Deve haver mais gente no restante do país disposta a ouvir candidatos esquerdistas. Talvez seja necessário mudar a conversa.

As derrotas do PT e a passagem dos meteoros vermelhos indicam que o eleitorado desse campo do território político procura alternativas ou pode prestar atenção nelas. As lideranças nacionais da esquerda, ao menos em poder de voto, estão agora divididas em vários partidos, das velhas às novas, de Ciro a Boulos. O PT aparece no retrato, mas num canto.

Das legendas contadas como “esquerda” na geografia do Congresso, apenas o PDT de Ciro Gomes teve resultados razoáveis, em termos de números. Quase manteve o número de prefeituras conquistadas pelo país na eleição passada. Ganhou em duas capitais, Aracaju e Fortaleza.

O PT levou apenas 4 das suas 15 disputas de segundo turno, em redutos tradicionais em Minas Gerais, com duas prefeitas eleitas (Contagem e Juiz de Fora), e na região metropolitana de São Paulo (Mauá e Diadema).

Foi o partido com mais candidatos na disputa final deste domingo (em 2016, disputou apenas 7 rodadas finais). Mas esse desempenho não apaga nem traços do desastre na cidade de São Paulo e da derrota da renovação que seria Marília Arraes, novidade sabotada pelo PT local até quase as vésperas da campanha eleitoral.

Um problema do partido, notável neste século, pode explicar parte de suas dificuldades: o centralismo, o culto da personalidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o escanteamento das novas lideranças, o abafamento de quem ponha a cabeça para a fora, a desconexão crescente com os novos movimentos sociais. Tudo isso dificulta a renovação de quadros e ideias do PT.

Em parte, o PSOL, em especial o paulista, cresceu neste vácuo, mostrando caras novas e levando coletivos e movimentos sociais novos da periferia para o Legislativo.

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Assuntos Eleições 2020, eleições municipais, Guilherme Boulos, Manuela D’Ávila, PT
Cleber Oliveira 30 de novembro de 2020
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1 Comment
  • Carlos Paiva disse:
    30 de novembro de 2020 às 10:26

    Os eleitores brasileiros não votam em partido, votam em pessoas. O PT, assim como o PSOL, estão colhendo o que plantaram nesses últimos 16 anos. Assim, também, como determinados políticos que o eleitor não aceita mais justamente por se sentirem traídos. Tenho convicções que nas próximas eleições, outros políticos receberão os mesmos castigos. Hoje, com essa grande facilidades que o povo tomou conhecimento e gosto, as mídias sociais, não sendo mais somente a imprensa tradicional, ficou um pouco mais complicado e difícil serem facilmente manipulados.

    Responder

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