O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Efeito prático do PL Antifacção é mais eleitoral que de segurança pública

23 de novembro de 2025 Política
Compartilhar
Hugo Motta defende regulação das redes sociais pelo Legislativo, mas projeto está há quase dois anos parado (Foto: Mário Agra/Agência Câmara)
Hugo Motta aproveitou apoio popular à ação no Rio em que morreram 121 pessoas para aprovar PL Antifacção (Foto: Mário Agra/Agência Câmara)
Agência Pública selo
Por Dyepeson Martins, da Agência Pública

BRASÍLIA – Mesmo sem consenso com a base governista e após impasses com a oposição, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) conseguiu aprovar o projeto de lei de combate ao crime organizado (PL 5582/25). Fontes próximas a ele atribuem a insistência em aprovar o texto a um “cálculo político” feito após a megaoperação contra o Comando Vermelho (CV) nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro – 121 pessoas morreram.

O projeto foi aprovado na terça-feira, 18 de novembro, com 370 votos a favor e 110 contra e endurece as penas para integrantes de organizações criminosas, cria novas regras para a apreensão de bens e monitoramento dos investigados. A proposta agora será analisada no Senado, onde terá como relator o senador Alessandro Vieira (MDB-SE). A expectativa do governo é incluir suas propostas no projeto nessa nova fase da tramitação. 

“É claro que há uma força eleitoral e política forte envolvida nisso”, disse um dos deputados aliados de Hugo Motta sobre a urgência em aprovar o texto enquanto o tema está “em alta” por conta da ação policial no Rio de Janeiro.

Um outro aliado – que auxiliou na articulação do projeto – afirmou que o presidente não poderia ignorar a opinião pública diante da grande “pressão popular” evidenciada na pesquisa Quaest, que apontou a aprovação de 67% dos brasileiros em relação à operação na capital carioca. “Não tem moeda de troca, só se fala nisso. Fala-se de outra coisa no Brasil? Não, né. É a pauta”, disse.

Nesse contexto, a proposta não pode ser observada de forma desprendida de um “jogo eleitoral”, como observa Daniel Hirata, professor e coordenador do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos da Universidade Federal Fluminense.

“O aumento de pena não terá um efeito efetivo no enfrentamento das organizações criminais. Então é muito barulho por nada do ponto de vista de quem está olhando para propostas direcionadas à área de segurança pública, não de quem está de olho no processo eleitoral”, explica Hirata. 

“É importante separar essas duas coisas para entender o que tem a ver com a política e [o que tem a ver com] ações direcionadas à segurança pública; o que é, do ponto de vista de uma política de Estado, comprovadas medidas de atuação no enfrentamento aos grupos armados”, complementa.

Corpos enfileirados em Praça da Penha: resultado de ação policial no Rio foi aproveitado politicamente na Câmara (Foto: Eusébio Gomes / TV Brasil)

“Jogo eleitoral”

Em coletiva à imprensa na terça-feira ao lado de correligionários, além dos governadores do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL); e de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), Motta reforçou ver o texto como uma “resposta à população” e “indignação com o momento que o país vive e o avanço das organizações criminosas”.

Esse tipo de discurso reflete como a opinião pública influencia as ações do parlamento, segundo o doutor em ciência política da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Rangel Ramos.

“Tendo um parlamento enfraquecido, especialmente pelo espectro da direita, quando a narrativa começa a falhar, quando a população começa a perceber que é um parlamento que legisla em causa própria, o espectro da direita tenta ganhar mais capital político assumindo para si esse projeto”, afirma. 

“A pauta polêmica sempre vai ajudar no capital político. Do ponto de vista do marketing político, você tem uma propaganda gratuita porque a imprensa vai dar essa visibilidade”, avalia Ramos.

Insistência na aprovação rápida 

Como presidente da Câmara, Hugo Motta tem acumulado desgastes na gestão, e passou a receber críticas constantes de seus pares, inclusive de aliados. A imagem negativa acentuou-se após Lula vetar uma das principais articulações do paraibano com sua base, o aumento de 513 para 531 cadeiras na Câmara dos Deputados. Além disso, a PEC da Blindagem, fortemente apoiada pelo presidente da Casa, foi alvo de protestos Brasil afora depois de ser aprovada na Câmara. As manifestações levaram o Senado a rechaçar a matéria e Motta sentiu o fracasso. 

O “PL Antifacção”, renomeado para Marco Legal do Crime Organizado, reflete uma tentativa do presidente da Câmara em melhorar a própria imagem frente às críticas na compreensão tanto de parlamentares ouvidos pela Agência Pública como de especialistas. 

A proposta inicial foi enviada pelo governo Lula, mas, para agradar a oposição, Motta concedeu a relatoria do projeto para o deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), que se licenciou da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo para abraçar a missão. 

Com diversas alterações, foram apresentadas seis versões do texto até a aprovação final, o PL gerou reações da base governista que tentou barrar a votação, mas saiu derrotada. 

A última reunião de Motta com líderes partidários sobre o projeto teve clima tenso e discussões entre o líder do PT, Lindberg Farias (RJ), e o relator, Guilherme Derrite.

O clima ficou acalorado após Derrite admitir que decidiu não comparecer à uma reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e com a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. O relator justificou a ausência por, segundo ele, ter sido procurado pelo governo somente no dia da votação.

Com a relatoria de Derrite – o projeto ainda enfrentou resistência da oposição, que buscava, entre outras mudanças, a redefinição de organizações criminosas “ultraviolentas” para “grupos terroristas”. A reivindicação, no entanto, não foi acatada; mesmo assim, o projeto avançou com o apoio de partidos do centrão e da extrema-direita.

Com o cenário desfavorável no plenário, o governo ainda tentou, sem sucesso, apresentar quatro destaques para reaproximar o projeto do primeiro texto, mantendo, por exemplo, no Fundo Nacional de Segurança Pública os valores confiscados de facções.

A matéria aprovada, no entanto, prevê a divisão dos recursos quando houver atuação conjunta entre a Polícia Federal e forças de segurança pública estaduais ou distritais. Para governistas, esse rateio enfraquece a atuação da PF com a redução de investimentos.

Notícias relacionadas

Flávio Bolsonaro revela que o pai, Jair, descartou Michelle como candidata

‘Mentiras atraentes’ nas redes sociais geram engajamento, afirma Nobel da Paz

MPAM investiga contrato do lixo prorrogado sem licitação até 2035

Lei institui obrigação de agressor pagar despesa da vítima de violência doméstica

MP denuncia 16 implicados na Operação Erga Omnes no Amazonas

Assuntos crime organizado, destaque, facção criminosa, Hugo Motta, PL Antifacção
Cleber Oliveira 23 de novembro de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

coleta de lixo semulsp
Dia a Dia

MPAM investiga contrato do lixo prorrogado sem licitação até 2035

14 de maio de 2026
Vítimas de violência doméstica no Amazonas (Foto: Pixabay)
Dia a Dia

Lei institui obrigação de agressor pagar despesa da vítima de violência doméstica

14 de maio de 2026
Suspeita e suspeito chegam à delegacia ao serem detidos em operação de combate ao crime organizado (Imagens: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

MP denuncia 16 implicados na Operação Erga Omnes no Amazonas

14 de maio de 2026
Eduardo Braga e Alberto Neto lideram em preferência de voto para o Senado (Fotos: Divulgação)
Política

Eduardo Braga e Alberto Neto lideram disputa para o Senado no Amazonas

14 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?