
MANAUS – Em meio a uma investigação de poucos resultados visíveis da CPI dos Combustíveis da Assembleia Legislativa do Amazonas, as distribuidoras e postos de combustíveis no Estado resolveram desafiar os deputados e os órgãos de defesa do consumidor, que vinham unindo esforços para tentar provar que os preços praticados em Manaus são combinados e acima do que o consumidor deveria pagar.
No dia 31 de maio, os postos de Manaus vendiam a gasolina a R$ 3,99, em média, depois de uma redução do patamar de R$ 4,49 praticado dias antes. Nesse dia, a Petrobras anunciou a redução de 7,15% no preço da gasolina para as refinarias. Em vez de o preço em Manaus cair, os postos reajustaram para R$ 4,59 ou R$ 4,58 (gasolina comum), acima do que vinham praticando antes da queda promovida pelos próprios postos.
Nesta segunda-feira, 10, a Petrobras anunciou nova redução, desta vez de 3%, no preço do combustível vendido para as refinarias. Mas nas bombas, os postos continuam com o preço de R$ 4,59. E a CPI e os órgãos de defesa do consumidor só assistem ao festival de preços altos.
Numa economia de livre mercado, os preços são definidos pelo comerciante, mas regras como reajuste de preços de acordo com a movimento do mercado devem ser observadas para os dois lados.


Não repassar as reduções nos combustíveis e vender combustível adulterado É O MESMO QUE FAZER GATO DE ENERGIA ELÉTRICA. Tem que prender os empresários. Infelizmente no Amazonas é assim. Fazem o que bem entende e ninguém faz nada. Está na hora do Fantástico vir a Manaus. Vejam que no relatório dos presídios o Moro viu bandidos mandam nos presídios no Amazonas e a polícia?????