O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Desemprego sobe em 16 unidades da federação no 1º trimestre

18 de maio de 2023 Economia
Compartilhar
desemprego-trabalho
Trabalhadores em fila para emprego: aumentou número de desempregados (Foto: Divulgação)
Por Leonardo Vieceli, da Folhapress

RIO DE JANEIRO – A taxa de desemprego subiu em 16 unidades da federação no primeiro trimestre de 2023, informou nesta quinta-feira (18) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Nos demais estados, o indicador ficou estável em relação aos três meses imediatamente anteriores.

Os dados integram a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, que analisa tanto o mercado de trabalho formal quanto o informal.

Na mesma comparação, o desemprego cresceu em todas as grandes regiões do país, com destaque para o Nordeste, onde a taxa aumentou 1,4 ponto percentual e chegou a 12,2%.

No Brasil, a taxa de desemprego subiu para 8,8% no primeiro trimestre deste ano, após marcar 7,9% nos três meses imediatamente anteriores. Apesar do avanço, o indicador é o menor para o primeiro trimestre desde 2015 (8%).

Historicamente, o início de ano registra aumento da desocupação. A busca por vagas de emprego costuma ser impulsionada por fatores como o término dos contratos temporários de final de ano.

Além disso, segundo analistas, a recuperação do mercado de trabalho tende a perder velocidade em 2023. A projeção está associada ao cenário de desaceleração da atividade econômica em meio ao contexto de juros elevados.

“Após um ano de 2022 de recuperação do mercado de trabalho pós-pandemia, em 2023, parece que o movimento sazonal de aumento da desocupação no começo do ano está voltando ao padrão da série histórica”, disse Alessandra Brito, analista da pesquisa do IBGE.

O Nordeste seguiu com a maior taxa de desocupação entre as regiões, enquanto o Sul (5%) teve a menor. Das 10 unidades da federação com os maiores indicadores, 7 são estados nordestinos. Entre eles, destacam-se Bahia (14,4%) e Pernambuco (14,1%), com as maiores taxas do país.

As menores taxas de desocupação do país foram registradas por Rondônia (3,2%), Santa Catarina (3,8%) e Mato Grosso (4,5%).

Para a analista do IBGE, essa diferença é associada à informalidade. “Bahia e Pernambuco, bem como a região Nordeste como um todo, têm um peso maior de trabalho informal [emprego sem carteira e conta própria sem CNPJ], o que torna a inserção no mercado de trabalho mais volátil, podendo gerar pressão de procura por trabalho”, diz Brito.

Todos os estados do Norte e do Nordeste registraram taxas de informalidade maiores que a média nacional (39%). Os maiores percentuais entre eles foram registrados por Pará (59,6%), Amazonas (57,2%) e Maranhão (56,5%).

Notícias relacionadas

Empresários rebatem Flávio Bolsonaro sobre mistura de etanol na gasolina

Pix proporcionou inclusão financeira da baixa renda, diz presidente do BC

Índice de ESG no futebol mapeará relação com bets e até lixo dos times

Brasil busca investimento chinês para projetos de infraestrutura

Pix enfrenta instabilidade na manhã deste domingo

Assuntos desemprego
Cleber Oliveira 18 de maio de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Brasil tem desemprego de 5,4%, o menor já registrado pelo IBGE (Foto: Fotos Públicas)
Economia

Desemprego entre mulheres é maior do que entre os homens

14 de agosto de 2026
Brasil tem desemprego de 5,4%, o menor já registrado pelo IBGE (Foto: Fotos Públicas)
Economia

Desemprego atinge menor nível desde 2012; salário médio é de R$ 3.738

30 de julho de 2026
Economia

Taxa de desemprego até maio foi a menor desde 2012, registra o IBGE

26 de junho de 2026
Defensoria alega que a população negra tem maior dificuldade de fazer o isolamento social, já que grande parte trabalha na informalidade (Foto: Tânia Rego/Agência Brasil)
Dia a Dia

Desemprego atinge 24,7% das mulheres negras jovens no Brasil

5 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?