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Política

Desembargador do TJAM diz que foi inadequado e pede desculpas por insultos

8 de setembro de 2020 Política
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Desembargadores Aristóteles Thury, Socorro Guedes e Yedo Simões (Foto: TJAM/Divulgação)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – O desembargador Aristóteles Thury, do TJAM (Tribunal de Justiça do Amazonas), reconheceu, em sessão virtual do pleno nesta terça-feira, 8, que comemorou de forma inadequada a vitória do entendimento dele em julgamento do colegiado no dia 1º de setembro e pediu desculpas por insultar os desembargadores Socorro Guedes e Yedo Simões.

Na ocasião, Thury, que também é presidente do TRE-AM (Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas), esqueceu que o microfone dele estava ligado e deixou vazar a declaração de que Guedes e Simões, que defenderam entendimento contrário a ele, haviam pegado “porrada”. “Pegou porrada, lesa. Ela e o Simões, o Yedo”, disse Thury.

“Reconheço que naquele momento utilizei expressões constrangedoras contra os nobres colegas que mantinham um entendimento diferente do meu. Por isso, sinto-me na obrigação de vir a público expressar minhas sinceras desculpas a desembargadora Socorro Guedes e ao desembargador Yedo Simões”, afirmou o desembargador, nesta terça-feira.

Thury disse que não teve a intenção de menosprezar a divergência que os colegas apresentaram e nem de deixá-los constrangidos. O magistrado alegou que não tem motivos para insultar pessoas que o apoiaram em diversos momentos da vida dele e que reconhece o “erro da comemoração inadequada” e as consequências dele.

O desembargador também afirmou que sempre defendeu a liberdade de ideias e manteve uma relação harmoniosa, de forma respeitosa e honrada, com os colegas. Segundo Thury, todos que o conhecem sabem o quanto ele é “barulhento, emotivo e, às vezes, explosivo, mas também sabem o quanto ele valoriza a amizade que tem pelos colegas.

De acordo com o magistrado, na terça-feira, a esposa dele assistiu a um noticiário onde ele foi chamado de “desrespeitador de honras” pela desembargadora Socorro Guedes, que negou que tenha dado qualquer entrevista para veículos de comunicação. Segundo Thury, a esposa passou mal com a suposta declaração de Guedes.

“Ela estava chorando, debulhando em lágrimas. Tentei explicar, mas acontece que não consegui. De lá pra lá minha mulher adoeceu, inclusive, estive com ela ontem no hospital, mas graças a Deus estamos resolvendo o problema de saúde dela. Felizmente”, afirmou Thury.

Guedes recebeu as desculpas de Thury e disse que não esperava outra postura do colega. “Essa página está vencida. Eu acho que nós fechamos esse momento com as escusas de vossa excelência, que é lógico que eu recebo. Nós somos um colegiado. Às vezes, por um motivo ou por outro, nos inflamamos. É nossa humanidade, mas antes de tudo devemos e somos fraternos”, disse Guedes.

“Eu não dei entrevista para nenhuma emissora. Quem me procurou rádio e televisão, eu não me manifestei. Se vossa excelência fizer busca, verá que o que foi passado na emissora foi o que foi dito na sessão do pleno deste Tribunal porque nenhuma entrevista dei”, disse Guedes.

O desembargador Yedo Simões, que também foi citado por Thury, não fez nenhuma declaração nesta terça-feira, 8. Na semana passada, após o vazamento do áudio, o ex-presidente do TJAM afirmou que o posicionamento dele sobre a matéria não foi pessoal e repudiou a declaração de Thury.

“E eu não aceito esse tratamento imposto pelo desembargador Thury que, em plena sessão, diz que ‘pegou porrada’. Por que isso, desembargador Thury? Eu sempre lhe tratei com o respeito que o senhor deve porque o senhor é um colega de quase 40 anos de atividade e eu não aceito esse tipo de tratamento”, disse Simões.

“Eu acho que aqui as nossas posições nunca levaram para o lado pessoal. Não estou levando para o lado pessoal quando acompanhei a desembargadora Socorro. É um desrespeito a ela e aqueles que votaram com a divergência. É um entendimento nosso. Eu acho que nós temos liberdade de assim decidir. Eu repudio o seu posicionamento, suas palavras ofensivas”, afirmou o ex-presidente do TJAM.

Thury negou que tenha citado Yedo. “Eu não me referi ao desembargador Yedo, não. Eu inclusive não nominei ninguém”, disse Thury. Yedo rebateu afirmando que tinha sido citado e o presidente do TRE-AM pediu desculpas. “Tá bom. Eu peço desculpas ao desembargador”, disse. Simões disse que aceitava o pedido de desculpas.

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Assuntos Aristoteles Thury, destaque, Socorro Guedes, TJAM, Yedo Simões
Felipe Campinas 8 de setembro de 2020
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1 Comment
  • Alcione Amorim disse:
    5 de outubro de 2020 às 10:14

    Sou Alcione Alves Amorim o Presidente da Câmara Justiça Arbitral de Manacapuru com a sigla CJAM

    O Tribunal de Justiça do Amazonas da nenhum suporte para a Arbitragem, Não conseguimos comunicação com o judiciário do estado, não existe uma porta especifica no site para receber as cartas arbitrais conforme o Artigo 22 C da Lei 13.129/2015, no fórum de Manacapuru- AM não recebem os oficios de forma física, em fim a Arbitragem é excluída do judiciário do Amazonas. A unica Maneira acho seria por carta precatória, que acredito que não cumpririam, conforme a LA 9.307)96.
    Ou será que o estado tem uma constituição própria e diferente da constituição federal?
    O Judiciário do Amazonas hoje deveria apoiar as câmaras de arbitragem e não desprestigiar como vem fazendo. A ARBITRAGEM CONTRIBUIRIA MUITO PARA DIMINUIR OS MILHARES DE PROCESSOS ACUMULADOS NO JUDICIÁRIO
    O Amazonas é o único estado no Brasil que trata a arbitragem como se não existisse.
    A comunicação entre Árbitros e Juízes é importante para o andamento dos processos.
    A arbitragem no direito brasileiro é regulada pela Lei 9.307/1996 e pode ser definida como uma forma de resolução de conflitos fora do âmbito do poder judiciário.
    O Novo código de processo civil consagrou a arbitragem no Brasil como jurisdição e ratificou o direito das partes a optarem pelo juízo arbitral.

    A CÂMARA DE JUSTIÇA ARBITRAL DE MANACAPURU ESTÁ DESACREDITADA POR NÃO TER UM JUDICIÁRIO QUE CUMPRA A CONSTITUIÇÃO FEDERAL BRASILEIRA.
    A ARBITRAGEM VEIO PARA AUXILIAR O JUDICIÁRIO A DESAFOGAR, MAS PARECE QUE NO AMAZONAS AS PORTAS DO JUDICIÁRIO SÃO FECHADAS PARA A ARBITRAGEM.

    ESSE É DESABAFO DE QUEM VER UMA INSTITUIÇÃO DE ARBITRAGEM DESMORALIZADA E PRESTE A FECHAR AS PORTAS POR TER CUMPRIMENTO DE SENTENÇAS QUE É DE COMPETÊNCIA DO JUDICIÁRIO.

    SOU ALCIONE ALVES AMORIM E RESPONSABILIZO PELO TEXTO.
    CONTATO: (92) 99103-0198

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