O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Geral

Descoberta de dezenas de corpos perto de Kiev aumenta pressão sobre Rússia

3 de abril de 2022 Geral
Compartilhar
Da Folhapress

SÃO PAULO – A descoberta de dezenas de corpos pelas ruas e em valas comuns em Bucha, subúrbio da capital ucraniana de Kiev, após a retirada de tropas russas, provocou reações de líderes pelo mundo e aumentou a pressão sobre a Rússia.

“Chocado com as imagens perturbadoras das atrocidades cometidas pelo exército russo na região libertada de Kiev”, disse o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel. “A União Europeia está ajudando a Ucrânia e ONGs a reunir as provas necessárias para ações nos tribunais internacionais”, disse ele, acrescentando que mais sanções contra a Rússia estão por vir.

A secretária de Relações Exteriores do Reino Unido, Liz Truss, afirmou em comunicado que os “atos espantosos” cometidos pelo exército russo devem ser investigados como crimes de guerra. O mesmo pediu o ministro da Economia da Alemanha, Robert Habeck, que afirmou que “este terrível crime de guerra não pode ficar sem resposta” e disse que é preciso reforçar as sanções contra a Rússia.

A Rússia tem retirado tropas da região de Kiev, e a Ucrânia afirmou no sábado que já retomou o controle de todas as áreas ao redor da capital e que tem todo o comando da região pela primeira vez desde que a invasão russa, em 24 de fevereiro.

Mas a retomada de Bucha, após mais semanas de controle russo, escancarou um cenário devastador, com corpos de homens e mulheres espalhados pela cidade, alguns com as mãos amarradas e muitos carregando panos brancos, sinal para alertar que eram civis e estavam desarmados.

O chanceler ucraniano, Dmitro Kuleba, pediu por mais sanções e chamou o episódio de “massacre deliberado”. O conselheiro do presidente, Mijailo Podoliak, descreveu a situação como “o inferno do século 21”. “Corpos de homens e mulheres que morreram com as mãos atadas. Os piores crimes do nazismo estão de volta à Europa”, afirmou.

Entre os mortos encontrados perto de Kiev estava Maks Levin, fotógrafo e cinegrafista ucraniano que estava desaparecido havia três semanas.

O governo ucraniano afirma ainda que a Rússia tem espalhado minas terrestres pelas cidades de onde está retirando tropas. O serviço de emergências da Ucrânia disse que mais de 1.500 explosivos foram encontrados em um dia durante uma busca na vila de Dmitrivka, a oeste da capital.

A Human Rights Watch divulgou um comunicado dizendo ter encontrado “vários casos de forças militares russas cometendo violações das leis de guerra” em regiões controladas pela Rússia, como nos arredores da capital, além de Tchernihiv e Kharkiv.

“Os casos que documentamos representam crueldade e violência indescritíveis e deliberadas contra civis ucranianos”, disse Hugh Williamson, diretor da organização para Europa e Ásia Central. “Estupro, assassinato e outros atos violentos contra pessoas sob custódia das forças russas devem ser investigados como crimes de guerra”, afirmou. O relatório ainda acusa soldados russos de saquear propriedades civis, incluindo alimentos, roupas e lenha.

O Kremlin não respondeu às acusações, mas por diversas vezes desde o começo da guerra negou atacar civis e rejeita as alegações de crimes de guerra.

Neste domingo, mísseis russos atingiram alvos próximos ao importante porto de Odessa, no sul da Ucrânia, às margens do mar Negro. A administração regional afirmou que instalações de infraestrutura da cidade foram atingidas. Não há registro de vítimas.

O Ministério da Defesa da Rússia reivindicou o ataque e afirmou que os mísseis destruíram uma refinaria de petróleo e três galpões de armazenamento de combustível que, segundo os russos, seriam usados para abastecer tropas ucranianas perto da cidade de Mikolaiv, alvo de ataque nos últimos dias.

Odessa é a principal base da Marinha da Ucrânia, e é importante para a Rússia por dois motivos: primeiro, pela tentativa de fechar o acesso da Ucrânia ao mar; segundo, para estabelecer um corredor terrestre para a Transnístria, uma província separatista na Moldávia onde se fala majoritariamente a língua russa e que abriga tropas russas.

“A fumaça é visível em algumas áreas da cidade. Todos os sistemas e estruturas relevantes estão funcionando. Nenhuma vítima foi relatada”, disse Vladislav Nazarov, oficial do Comando Operacional Sul da Ucrânia.

Dmitro Lunin, governador da região central de Poltava, afirmou que outro ataque no sábado (2) destruiu a refinaria de petróleo Kremenchug, a 350 quilômetros a nordeste de Odessa.

Também no mar Negro, um ataque atingiu Mikolaiv neste domingo, disse o ministério do interior da Ucrânia.

Ainda na costa sul do país, esforços de retirada de civis devem continuar em Mariupol e nas proximidades de Berdiansk, com um comboio de ônibus da Cruz Vermelha. O órgão abandonou tentativas anteriores alegando não ter condições de segurança para avançar. Mariupol é hoje o principal alvo da Rússia na região de Donbas, no sudeste da Ucrânia, e dezenas de milhares de civis estão presos na cidade com pouco acesso a comida e água.

No sábado, o negociador ucraniano David Arakhamia afirmou que houve progresso na tentativa de organizar uma reunião entre os presidentes da Ucrânia, Volodimir Zelenski, e da Rússia, Vladimir Putin, mas os russos descartam essa possibilidade por ora, disse o negociador-chefe da Rússia, Vladimir Medinski, neste domingo.

Medinski disse que, embora a Ucrânia esteja se mostrando mais aberta ao concordar em manter um status neutro, não ingressar em um bloco militar e se recusar a abrigar bases militares, não houve progresso em outras demandas importantes da Rússia.

“Repito: a posição da Rússia sobre a Crimeia e Donbass permanece inalterada”, disse ele no Telegram, acrescentando que rodadas de negociação por videoconferência continuarão nesta segunda-feira (4).

A Rússia anexou a Crimeia da Ucrânia em 2014 e reconheceu a independência das autoproclamadas repúblicas de Luhansk e Donetsk, na região do Donbass, no leste da Ucrânia.

ODESSA

Mísseis russos atingiram neste domingo (3) alvos próximos ao importante porto de Odessa, no sul da Ucrânia, às margens do mar Negro. A administração regional afirmou que instalações de infraestrutura da cidade foram atingidas. Não há registro de vítimas.

O Ministério da Defesa da Rússia reivindicou o ataque e afirmou que os mísseis destruíram uma refinaria de petróleo e três galpões de armazenamento de combustível que, segundo os russos, seriam usados para abastecer tropas ucranianas perto da cidade de Mikolaiv, alvo de ataque nos últimos dias.

Principal base da Marinha da Ucrânia, Odessa é importante para a Rússia por dois motivos: primeiro, pela tentativa de fechar o acesso da Ucrânia ao mar; segundo, para estabelecer um corredor terrestre para a Transnístria, uma província separatista na Moldávia que abriga tropas russas e onde se fala majoritariamente a língua russa.

“A fumaça é visível em algumas áreas da cidade. Todos os sistemas e estruturas relevantes estão funcionando. Nenhuma vítima foi relatada”, disse Vladislav Nazarov, oficial do Comando Operacional Sul da Ucrânia.

Também no mar Negro, um ataque atingiu Mikolaiv neste domingo, disse o ministério do interior da Ucrânia.

Dmitro Lunin, governador da região central de Poltava, afirmou que outro ataque no sábado (2) destruiu a refinaria de petróleo Kremenchug, a 350 quilômetros a nordeste de Odessa.

Notícias relacionadas

Como conseguir backlinks de qualidade e acelerar o crescimento no Google

Top 10 produtos ViX para presentear no Dia dos Namorados

Como organizar documentos importantes de forma prática e segura

Validade do visto americano: o que realmente significa ter um visto válido

Homem investigado por estupro de vulnerável é preso pela PF

Assuntos guerra, Kiev, Rússia
Redação 3 de abril de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Sandoval Alves Rocha

A guerra e a abolição da humanidade

3 de abril de 2026
Destruição causada por bombardeio no Irã: líder supremo do país ameaçar atacar pontos tuísticos pelo mundo (Imagem: Aljazeera/YouTube/Reprodução)
Dia a Dia

Líder supremo do Irã ameaça atacar pontos turísticos no mundo

20 de março de 2026
Messi e Yamal
Esporte

Finalíssima Argentina x Espanha é cancelada por Guerra no Oriente Médio

15 de março de 2026
Refinaria de petróleo: produtores liberam reservas de emergência em meio à guerra do Irã (Imagem: YouTube/Reprodução)
Economia

Coalização dos produtores de petróleo libera reserva de emergência

11 de março de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?