O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Alfredo Lopes

Desacordo do clima Brasil

26 de setembro de 2017 Alfredo Lopes
Compartilhar

Em desvantagem na luta contra o tráfico e a violência, e sob o crivo advocatício e das seduções parlamentares, o Brasil vai bem, e à deriva, obrigado. O que esperar, neste cenário obscuro, da agenda brasileira nos desdobramentos do Acordo do Clima, com uma temperatura tão elevada no cotidiano político-institucional? Há um ano, o País ratificou os NDCs – Compromissos Nacionalmente Determinados, os ODS – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, e se deu conta de um prazo exíguo, na pauta amazônica – desmatamento zero e reposição de 12 milhões de hectares devastados – a se encerrar em 2030.

Estudiosos e empreendedores, focados no bioma amazônico, já se deram conta que a definição e seleção de no arranjos produtivos para empinar a economia florestal, dentro do Acordo do Clima, está registrada em lugar nenhum. O mundo já se movimenta, os países amazônicos vizinhos estão em estado de prontidão e aptos a acolher investimentos. As ONGs do Sudeste brasileiro também.

Enquanto isso, Brasília investe na publicidade policial nas favelas cariocas e tenta livrar seus dirigentes de outras cadeias.  Peru, Bolivia e Colômbia estarão na Food Matters Live, em Londres, de 21 a 23 novembro próximo, numa feira mundial de inovação de alimentos e bebidas alternativas. Castanha, pirarucu, café, alimentos orgânicos e funcionais amazônicos – até agora nenhum brasileiro – vai demonstrar a viabilidade de uma agricultura integral não predatória, que se dá como recuperação de áreas degradadas, ou em campos naturais da Hileia. O clima agradece e o fator humano também, para quem se habilitou.

Sobram intuições, falta vontade política no Amazonas. Setores como piscicultura, fruticultura, dermocosmética, biomoléculas, com aplicativos e ensaios industriais, não saem do papel. São verdadeiros clusteres de novos negócios na busca de soluções de curto, médio e longo prazo para consolidar novas configurações de economia. A má política – de um Brasil que permanece de costas para sua floresta – sufoca, inibe boas práticas e desestimula iniciativas que permitiriam a esta região independer progressivamente de renúncia fiscal.

No Reino Unido, a diplomacia brasileira padece de argumentos para justificar, junto à OMC, os incentivos fiscais da indústria eletrônica e automotiva no Sudeste do Brasil, a região que concentra a maior riqueza e se aboleta em recursos do BNDES. Ao mesmo tempo, portas diplomáticas foram abertas pela Embaixada do Brasil para a Suframa atrair novas empresas que queiram associar sua marca à proteção florestal.

Além do açaí, saudado recentemente por um artigo de Carlos Nobre, empenhado em promover uma economia regional florestal na contramão do agronegócio, temos também, agora, o reconhecimento de uma floresta quase intacta graças a indústria que aqui opera. Sem chaminé e, neste momento, transformada no único ativo e contrapartida do Brasil entre seus múltiplos e constrangedores compromissos climáticos.

Faz sentido, pois, para este Brasil cantar em verso e prosa o que o Amazonas está fazendo com os incentivos fiscais que recebe, numa apresentação/vitrine dos acertos ambientais e estratégias da Zona Franca de Manaus. Difícil será explicar porque não foram criadas extensões econômicas, igualmente não-predatórias, como a indústria instalada no a Amazonas, com os recursos recolhidos por estas empresas para tão nobre fim, como manda a Lei.

A renúncia fiscal amazônica, apenas 9% do bolo fiscal que o Brasil utiliza, virou um “case” global por seu formato organizado e estratégico de proteção da floresta.

Desde 2013, depois de conhecer as potencialidades econômicas sustentáveis, de novas cadeias produtivas – guaraná orgânico, borracha, açaí, buriti, banana, mandioca, entre outras –  aceitas nos mercados americanos e europeus, a direção do BID, Banco Interamericano de Desenvolvimento disponibilizou recursos na ordem de US$ 200 bilhões para cooperativas assumidamente qualificadas para empreender cadeias produtivas não-predatórias.

Foi dado suporte de qualificação para a agência local, AFEAM, seus técnicos e parceiros.  O clima político, entretanto, não reserva p a menor importância para projetos dessa envergadura e se esgota na gestão e livramento de outras cadeias, no arco das contradições e sombrias prioridades de um país sem direção.


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Lula propõe resgate do verde e amarelo pela esquerda e critica apropriação bolsonarista

Adnet elogia Rodrigo Santoro por viver João Saldanha em ‘Brasil 70’

Lula diz que Festival de Parintins dá ‘lição de civilidade’ ao Brasil

Brasil obtém avaliação ‘muito alto’ em desenvolvimento humano

Morre aos 80 anos a 1ª mulher trans a passar por redesignação sexual no Brasil

Assuntos Afeam, Alfredo Lopes, brasil, desenvolvimento sustentável, OMC
Redação 26 de setembro de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Lula propõe resgate do verde e amarelo pela esquerda e critica apropriação bolsonarista

30 de maio de 2026
Rodrigo Santoro com Marcelo Adnet em cena do documentário Brasil 70 (Imagem: Netflix/Reprodução)
Variedades

Adnet elogia Rodrigo Santoro por viver João Saldanha em ‘Brasil 70’

28 de maio de 2026
Dia a Dia

Lula diz que Festival de Parintins dá ‘lição de civilidade’ ao Brasil

27 de maio de 2026
Consumidores em rua comercial de São Paulo: indicadores de desenvolvimento humano melhoraram no Brasil (Foto Marcelo-Camargo-ABr)
Dia a Dia

Brasil obtém avaliação ‘muito alto’ em desenvolvimento humano

26 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?