O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Delação é alternativa à impunidade, afirma procurador

3 de agosto de 2015 Política
Compartilhar
O procurador da República Deltan Dallagnol, que integra o núcleo da Operação Lava Jato,  participa de lançamento, no Rio, do projeto 10 Medidas Contra a Corrupção, do MPF  (Vladimir Platonow/Repórter da Agência Brasil)
O procurador da República Deltan Dallagnol, afirma que as delações premiadas firmadas geraram um “efeito dominó” (Vladimir Platonow/Repórter da Agência Brasil)

O procurador da República Deltan Dallagnol, um dos principais integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato, afirma que as delações premiadas firmadas geraram um “efeito dominó” que contribui decisivamente para o aprofundamento das investigações. Segundo ele, a “a alternativa à colaboração (premiada), em grande parte dos casos, é a impunidade”.

“(A delação) Jamais serve sozinha para acusar alguém criminalmente, mas é um excelente início de prova para aprofundar a investigação. Assim aconteceu, por exemplo, no caso da Odebrecht, em que o aprofundamento das investigações nos levou a conseguir depósitos bancários milionários feitos por contas em nome da Odebrecht em favor de ex-diretores da Petrobras, tudo de modo escondido, no exterior”, disse o procurador em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

Na semana passada, a Justiça Federal no Paraná acolheu denúncia da Procuradoria da República e abriu ação penal contra o empreiteiro Marcelo Bahia Odebrecht e outros cinco acusados ligados à construtora, que vão responder por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A empresa e os ex-diretores negam envolvimento com o esquema de corrupção na Petrobrás.

Ao defender as delações premiadas, Dallagnol destacou que a medida é uma forma de evitar que “advogados renomados de colarinhos-brancos” consigam “protelar processos na Justiça até alcançar a prescrição”.

De acordo com ele, no caso da Lava Jato, esse risco está descartado. “Existe um alinhamento muito grande de condições que indicam que não haverá impunidade: excelentes juízes, imparciais mas firmes. Atuam da primeira à última instância, e há uma perspectiva de celeridade em razão da importância do caso. Se nosso sistema de Justiça penal fosse efetivo, poderíamos ter várias Lava Jatos por todo o País.”

O procurador afirmou também que a corrupção é “sistêmica” e não um problema de um partido ou de um governo. Dallagnol condena “a crença ilusória” de que o País vencerá os malfeitos com a mudança de governos ou partidos. “Precisamos de sistemas e instituições saudáveis. A história nos mostra que a corrupção não tem cor ou partido.”

Projeto

A meta de Dallagnol e a de seus pares no Ministério Público Federal é levar ao Congresso um projeto de lei que contemple dez medidas contra a corrupção. “Precisamos de um milhão e meio de assinaturas para que essas ideias se transformem em um projeto, assim como a Ficha Limpa.”

Uma das propostas é responsabilizar partidos políticos em casos de atos ilícitos, bem como a criminalização do caixa 2. As punições vão desde multa ao cancelamento do registro da legenda envolvida em atos de corrupção. Segundo os procuradores, as legendas podem ser punidas com valor entre 10% e 40% dos repasses do Fundo Partidário (recurso público destinado aos partidos) relativos ao exercício no qual ocorreu o crime. Podem ainda ser suspensos do recebimento de repasses do fundo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

 

Notícias relacionadas

Procurador-geral da República afirma que combate a deepfakes nas eleições será imediato

Nunes Marques rejeita pedido de deputado e advogado para barrar filme sobre Bolsonaro

Produtora de filme sobre Bolsonaro diz que usou R$ 75 milhões de fundo ligado a Eduardo

Lula reclama de lentidão na execução de projetos e pede que população cobre o governo

AGU pede adiamento de ação penal contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro

Assuntos delação premiada, Deltan Dallagnol, Investigações, Lava Jato, Ministério Público Federal, policia federal
Valmir Lima 3 de agosto de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Davi Alcolumbre adota cautela na tramitação da PEC sobre fim d escala 6x1 (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
Política

Vorcaro está disposto a revelar propina de R$ 153,5 milhões para Alcolumbre, diz a Veja

12 de junho de 2026
Tenente-coronel Mauro Cid
Política

Alexandre de Moraes pede que PGR opine sobre o cumprimento de pena por Mauro Cid

8 de junho de 2026
Daniel Vorcaro foi transferido nesta segunda-feira (18) (Foto: PC-DF/Divulgação)
Política

Defesa de Daniel Vorcaro propõe nova deleção do banqueiro à Polícia Federal e à PGR

3 de junho de 2026
Daniel Vorcaro foi transferido nesta segunda-feira (18) (Foto: PC-DF/Divulgação)
Política

PF rejeita delação de Vorcaro por não incluir informações novas sobre o caso Master

21 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?