O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
PolíticaPolítica.

Defesa do impeachment conta com aprovação de contas

23 de dezembro de 2015 Política Política.
Compartilhar
dilma wagner foto divulgação
O governo e aliados no Congresso também defendem usar a votação das contas de Dilma para “enquadrar” um recado ao TCU (Foto: Divulgação)

BRASÍLIA – O Palácio do Planalto articula com a base aliada no Congresso aprovar, o quanto antes em 2016, as contas da presidente Dilma Rousseff do ano passado para “robustecer” a defesa da petista no processo de impeachment. Na estratégia definida pelo governo com aliados, o pedido de impedimento contra Dilma, que cita fatos de 2015, se baseia nos mesmos argumentos das contas da gestão dela no ano passado. Por isso, uma aprovação rápida das contas da presidente daria aos parlamentares argumentos técnicos para que defendam, em voto aberto, a manutenção de seu mandato.

Na terça-feira, 22, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO), relator das contas da presidente na Comissão Mista de Orçamento (CMO), apresentou seu parecer em que defende a aprovação das contas de Dilma de 2014 “com ressalvas”. Na sua manifestação, ele contrariou a manifestação do Tribunal de Contas da União (TCU) que, em outubro, recomendou por unanimidade ao Congresso a rejeição das contas da petista.

Aliado do governo, Acir rebateu em seu parecer os dois principais argumentos que embasaram a decisão do TCU. Primeiro, ela não poderia ser pessoalmente responsabilizada pelas pedaladas fiscais do ano passado porque a prática não é crime, uma vez que está amparada em contratos e também foi realizada por gestões anteriores – numa crítica de que o TCU inovou em sua decisão; 2) havia previsão no Orçamento e na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014 para que Dilma assinasse decretos sem precisar de aprovação prévia do Congresso.

Coincidentemente, os dois argumentos – as pedaladas fiscais e os decretos – foram usados pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para admitir a abertura do processo de impeachment contra Dilma. A principal diferença é que, no caso de Cunha, ele discute condutas praticadas em 2015. Segundo o peemedebista, o processo de afastamento só pode discutir fatos ocorridos no mandato atual.

Os parlamentares da base, maioria na comissão mista, querem aprovar o parecer de Acir no colegiado e, se possível, no plenário do Congresso antes do fim de março. Essa data limite poderia permitir que a manifestação de deputados e senadores sobre as contas da presidente ocorra antes da votação da Câmara em plenário que poderá decidir se admite a abertura do processo contra a presidente. E que a atual composição da CMO, tida como favorável ao governo, participe ativamente da decisão – em abril novos integrantes serão escolhidos e os atuais estão proibidos de serem reconduzidos.

Contrária ao impeachment de Dilma, a presidente da comissão, senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), trabalha para concluir a votação antes de encerrar sua gestão. “Não tem sentido esperar uma nova composição com pessoas que não acompanharam o debate. Esse processo tem que ser concluído na gestão da presidente Rose. Não há nenhum sentido lógico deixar isso para depois”, endossou o líder do governo na CMO, deputado Paulo Pimenta (PT-RS).

O governo e aliados no Congresso também defendem usar a votação das contas de Dilma para “enquadrar” um recado ao TCU. Para eles a Corte, um órgão auxiliar de fiscalização do Poder Legislativo extrapolou as suas prerrogativas ao recomendar a reprovação, de forma tão contundente, da gestão do ano passado da petista por práticas adotadas por governos passados, inclusive pelo tucano Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

Alinhado com a defesa do Planalto, Acir Gurgacz deu uma cutucada na posição do tribunal quando apresentou seu parecer. “Meu relatório está menos politizado do que o relatório do TCU, deveria ser o contrário”, disse, na terça-feira.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Redes sociais democratizaram debate público, mas disseminam desinformação, diz Barroso

Voto de Cármen Lúcia sobre Ficha Limpa é de ‘elevada relevância’, diz Movimento Anticorrupção

Prefeitura repassará R$ 348,4 milhões à Câmara Municipal este ano

Justiça nega extradição para o Brasil e ex-deputada Carla Zambelli é libertada na Itália

Suplente de Alcolumbre é indiciado pela PF por associação criminosa e corrupção

Assuntos Acir Gurgacz, base aliada, Eduardo Cunha, governo, Impeachment, processo
Valmir Lima 23 de dezembro de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Manejo sustentável do pirarucu valoriza atividade de povos e comunidades tradicionais em áreas protegidas (Foto: Floresta+Amazônia)
Economia

Governo vai pagar comunidades por manejo do pirarucu no Amazonas

6 de maio de 2026
Grupo de trabalho terá participação de técnicos de ministérios (Foto: José Cruz/ABr)
Economia

Governo autoriza nomeação de 3.147 aprovados no Enem dos concursos

22 de abril de 2026
Presidente da CPI, Fabiano Contarato, observa o relator Alessandro Vieira ler o relatório que foi rejeitado (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
Política

CPI do Crime Organizado rejeita relatório que pedia indiciamento de ministros do STF

15 de abril de 2026
STF
Política

Partido Novo obriga candidatos a apoiarem impeachment de ministros do STF

8 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?