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GastronomiaTurismo Amazônia

Curupira mulher, bodó: tatuagens refletem paixão pela Amazônia

2 de maio de 2019 Gastronomia Turismo Amazônia
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Por Michelle Portela, da Redação

MANAUS – A chef de cozinha Naiana Mileide Zagonel, natural Amambaí, no Mato Grosso do Sul, cursava veterinária quando descobriu a sua verdadeira paixão e começou a regionalizar pratos utilizando peixes da região, inclusive, o amado e odiado bodó (Pterygoplichthys pardalis).

“Eu cozinhava para amigos e um deles montou uma temakeria, onde eu comecei a fazer sushi com peixe regional. Testei um com bodó e foi incrível. Fiz um filés de bodós empanados que iam dentro dos rolls de sushi com cheiro verde, algo bem simples, na verdade, que fez muito sucesso numa feira que participamos”, relata Naiana.

A experiência foi tão positiva que impulsionou Naiana para os outros passos da vida. “Foi aí que mudei toda a minha vida. Mudei de faculdade, comecei gastronomia, e o bodó me acompanhou, pois, ao decorrer dos primeiros períodos, me dediquei a preparar receitas clássicas francesas com bodó, chocando meus colegas e amigos”, ressalta.

E por onde ia, Naiana abraçava o seu bodó, até fazer a sua tatuagem em homenagem a um dos itens amazônicos mais controversos. “Levei o bodó para muitos lugares e sempre provoco aquela inquietação nas pessoas. Muitas não querem provar os pratos causa desse preconceito. Eu queria muito fazer uma tattoo que me ajudasse a representar esse período da minha vida e, ao mesmo tempo, que não deixasse as pessoas esquecerem desse peixe que, pra muitos, é um alimento incrível e, para outros, uma limitação, por puro preconceito”.

Naiana abraça o seu bodó aonde vai. Uso do peixe em pratos sofisticados projetou a chef e mudou a sua vida. “Quis tatuar um bodó porque é uma tradição alimentar que com o tempo será esquecida e, se ninguém chamar atenção pra isso, principalmente pras novas gerações, isso vai se perder”.
Foto: Acervo pessoal)

A antropóloga Dassuem Nogueira, doutoranda na mesma área pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), queria homenagear um personagem também memorável do folclore brasileiro, mas com um toque de representatividade feminista. “Eu queria uma curupira menina. Eu brinco que é uma cunhãpira”, diz, em referência a cunhã, palavra tupi-guarani que significa “menina” – em português.

Curupira é um personagem do folclore brasileiro. A motivação da antropóloga foi representar o imaginário popular na condição feminina. (Foto: Acervo do tatuador/Emerson)

Gostou tanto do resultado que partiu para a próxima tatuagem, com o mesmo apelo aos motivos amazônicos. “A muiraquitã [amuleto produzido em pedras verdes por povos indígenas] eu queria gordinha, pra combinar comigo”, explica Dassuem.

Muiraquitã é o nome dado pelos índios a pequenos amuletos trabalhados em forma de animal, geralmente representando sapos. São feitos de pedras de cor verde, ou de minerais como a nefrita. Dassuem tem o amuleto desenhado na panturrilha direita.
(Foto: Acervo do tatuador/Emerson)

A bióloga Jéssica Albuquerque tatuou a costa com a imagem de uma onça estilizada com uma flor de guaraná, bebida típica da região. “Eu sou muito ligada à Amazônia e a tudo que envolve animais. Para mim, nada mais justo que eternizar esse amor pela Amazônia e a fauna em forma de registro na pele”.

A bióloga acredita que na força mística da natureza e fez uma tatuagem para se sentir ainda mais comunicada com a Amazônia. (Foto: Acervo pessoal)

O marqueteiro Eduardo Franzoia, paulista que mora em Manaus há 30 anos, tatuou a bandeira do Estado do Amazonas no braço. “Nessa tatuagem, preferi colocar a bandeira do Amazonas, pois é o estado natal da minha esposa e filhas. Além disso, me vejo como um amazonense, pois vivo aqui 30 anos. O melhor da vida eu encontrei aqui”, finaliza.

Tatuagem de Eduardo Franzoia em homenagem à esposa e filhas. (Foto: Acervo pessoal)

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Assuntos Amazonas, atuagem, tatoo
Redação 2 de maio de 2019
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