O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Críticas ao protecionismo no comércio global dominam encontro dos Brics

13 de novembro de 2019 Economia
Compartilhar
Encontro dos Brics no Brasil
Presidente da China, Xi Jinping, discursa no encontro dos Brics (Foto: Marcos Corrêa/PR)
Da Folhapress

BRASÍLIA, DF, e SÃO PAULO, SP – As críticas à escalada do protecionismo no comércio global deram o tom dos discursos no primeiro dia da XI Cúpula dos Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), promovida em Brasília.

No encerramento do fórum empresarial dos países do grupo, a fala mais assertiva foi a do dirigente da China, Xi Jinping, que vem criando tarifas a produtos americanos como resposta às taxas criadas pelo governo de Donald Trump a bens do país asiático. 

A guerra comercial entre os países vem causando queda nas previsões de crescimento global. As declarações são feitas em um momento em que o governo brasileiro adota uma postura de alinhamento aos Estados Unidos. 

“O crescente protecionismo e ameaças no mundo estão colocando em risco o comércio e o investimento internacional, levando à desaceleração da economia internacional”, disse a uma plateia formada por empresários e sob os olhares dos demais líderes do bloco.

O chinês defendeu a queda de barreiras comerciais entre os países em desenvolvimento e ressaltou que o mundo passa por um momento de transformações que aumenta as oportunidades para acordos.

“As nossas economias enfrentam desafios e creio que as inovações são a melhor maneira de enfrentar esses desafios que comprometem nosso desenvolvimento econômico. Nós temos de propor novos caminhos para a nossa indústria”, disse.

Ele ressaltou que, nos últimos cinco anos, a China teve participação de 30% no crescimento econômico mundial e que não recuará na decisão de abrir o seu mercado ao mundo.

“Nós queremos abrir a nossa economia, aumentar nossas exportações e importações e criar ambiente mais favorável aos negócios”, afirmou.

Xi fez ainda um chamado para que os países dos Brics participem da Iniciativa Cinturão e Rota, de grandes obras de infraestrutura em parceria com a China e com financiamento do Banco de Desenvolvimento Chinês.

“A Iniciativa Cinturão e Rota está entrando em novo patamar, espero que todos vocês possam participar mais ativamente desta plataforma”, afirmou. 

A iniciativa sofre críticas dos EUA, que acusam a China de aumentar o endividamento de países e fazer investimentos predatórios, apenas para garantir fornecimento de commodities. 

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que a situação da economia global “continua complexa” e defendeu que os países do bloco não se abatam com o crescimento das barreiras ao comércio.

“Temos visto crescimento de atitudes protecionistas e de problemas alfandegários. Os países do Brics têm que se esforçar para não se deixar abater por essas coisas. Temos que manter o nível de vida de nossas populações e aumentá-las”, disse. 

Em linha semelhante, o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, afirmou que a desaceleração do mercado global e o crescimento do protecionismo diminui oportunidades de investimento e gera mais incertezas ao comércio global.

“Permanecemos empenhados em [defender] mercados livres e justos para o comércio global. Continuamos apoiando a governança que crie oportunidades para o crescimento inclusivo”, disse.

Outro ponto comum nos discursos foi a menção a medidas econômicas tomadas nos respectivos países para melhorar o ambiente de negócios e o chamado por investimentos. 

O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, fez um apelo para que empresários desembarquem no país. “A estabilidade política e previsibilidade econômica, além das reformas, tornaram a Índia mais próspera”, disse.

Putin citou a melhora do país no ranking de ambiente de negócios do Banco Mundial e a valorização dos títulos de dívida do país. Ele também disse estar disposto a trabalhar em conjunto em áreas como a nuclear, a farmacêutica, aeronáutica e em tecnologia da informação.

“Gostaríamos que outros países olhassem para nossos avanços nessas áreas para participar conosco”, afirmou.

Xi, Modi e Putin deram destaque especial ainda a investimentos em energias renováveis e economia verde, algo que não é prioridade do governo brasileiro. 

Modi agradeceu a Bolsonaro pela medida que elimina necessidade de visto para indianos entrarem no país. Xi não mencionou isso em seu discurso, apesar de a China também ter sido beneficiada.

Notícias relacionadas

Bancos impulsionam consignado privado pelo Crédito do Trabalhador

Fim da escala 6×1: economistas alertam sobre envelhecimento e custo do trabalho

CNI entra com ação no Supremo contra o fim da taxa das blusinhas

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Assuntos Brics, China, Estados Unidos, protecionismo, Rússia
Valmir Lima 13 de novembro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Processamento de carne bovina: Brasil bateu recorde de exportação em 2025 (Imagem: YouTube/Reprodução)
Economia

China suspende compra de carne de três frigoríficos brasileiros

21 de maio de 2026
Eduardo Bolsonaro
Política

Fundo de advogado e aliado de Eduardo Bolsonaro comprou casa em cidade em que ele vive nos EUA

16 de maio de 2026
bandeira dos Estados Unidos
Geral

Validade do visto americano: o que realmente significa ter um visto válido

13 de maio de 2026
Donald Trump
Dia a Dia

Departamento de justiça dos EUA aprova execuções por fuzilamento

25 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?