O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

‘Crise levou chefes de família ao desalento’, diz economista

18 de maio de 2018 Economia
Compartilhar
Demissões são maiores que as contratações na economia do Amazonas (Foto: Fábio Pozzebom/ABr)
Crise atual pegou brasileiros que geralmente são os últimos a ficar desempregados (Foto: Fábio Pozzebom/ABr)

Do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – Os números ainda desoladores do mercado de trabalho refletem um lado cruel da crise: ela desestruturou famílias, chegou ao chefe de domicílio e forçou os mais jovens a entrar mais cedo no mercado. Essa é a avaliação do economista Sérgio Firpo, do Insper, que aponta, a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, que o desemprego entre os principais responsáveis pelos lares passou de 3,5% a 7 4% apenas entre 2012 e o ano passado.

Na avaliação de Firpo, que começa a publicar nesta sexta-feira. 18, um blog no portal do Estadão, o impacto negativo nas gerações mais jovens ainda vai perdurar por muitos anos. “Uma geração que se forma durante uma crise já começa em grande desvantagem.” A seguir, os principais trechos da entrevista.

Em que o atual momento do mercado de trabalho se diferencia de crises anteriores?

A crise atual pegou brasileiros que geralmente são os últimos a ficar desempregados. São chefes de família, gente experiente que estava há muito tempo exercendo aquelas funções e que cuja demissão as empresas costumam postergar. Um levantamento que fiz com Alysson Portella, doutorando do Insper, a partir da Pnad, mostra que a taxa de desemprego dos chefes mais que dobrou entre o quarto trimestre de 2012 e o quarto trimestre do ano passado, indo de 3,5% para 7,4%. Isso parece indicar que a crise levou os chefes de domicílio ao desalento (o desânimo em procurar emprego), forçando a entrada dos filhos e companheiros no mercado.

E quais são os efeitos disso nas gerações mais jovens?

Eu acredito que os efeitos tendem a ser duradouros. É péssimo ser afetado ainda jovem por uma crise como essa. Em termos de escolaridade, o jovem muitas vezes tem de abandonar o ensino antes da hora e dificilmente vai voltar onde parou. O País aborta o investimento em capital humano, o que tem um efeito enorme sobre a renda futura. Uma geração que se forma na crise já começa em grande desvantagem.

É como se, numa corrida, essa geração largasse depois?

Exato. Esse abismo vai continuar por muito tempo. E não é apenas uma questão de geração. Mesmo entre pessoas de faixa etária parecida, mas com diferenças de renda, os impactos são diferentes. Entre as famílias mais vulneráveis, o principal efeito é que o jovem que estava para terminar o ensino médio e havia se escolarizado tardiamente nos últimos anos, na hora em que termina a escola, têm chances menores. Ele já imaginava que iria conseguir um emprego de menor remuneração do que os outros, mas nos últimos anos, nem isso. Outro problema é que mesmos algumas pessoas que tinham conseguido entrar em uma faculdade, tinham começado a estudar ou se formado em uma instituição mais fraca. Esse jovem sabe que o seu diploma não será suficiente para dar grandes saltos.

Como reverter essas perdas?

A chave é investir na produtividade e na eficiência das empresas fazer aportes em capital humano. Esse tipo de investimento é algo que só é premiado lá na frente, o País demora mesmo a colher esses frutos.

Qual será o papel da reforma trabalhista, em vigor desde novembro, na retomada do mercado de trabalho do País? Ela tem mesmo potencial para facilitar novas contratações?

Sim, a reforma trabalhista pode incentivar o crescimento, por incluir uma parcela da mão de obra que até então estava informal sem carteira assinada e sem direitos garantidos. Sobretudo por contemplar essas modalidades diferentes de contratação, como o trabalho intermitente.

Por que os seis meses de reforma ainda não causaram grande impacto nas contratações?

É que ainda é preciso de um pouco mais de tempo para avaliar. Uma perspectiva de mudança importante é o quanto ela pode reverter a sobrecarga do sistema judicial. Se isso realmente gerar um ganho de eficiência, deslocar menos recursos para o sistema, ocupar menos o tempo do juiz e tirar processo na fila, pode melhorar o bem-estar da população. A reforma, em si, reduz o nível de incerteza sobre o custo do trabalho, agora as firmas sabem que o empregado não vai poder requerer qualquer coisa que por meio da Justiça.

Que lições ficaram da crise?

A lição é que os duros anos que tivemos foram causados por uma série de políticas equivocadas do fim do mandato ex-presidente Lula e durante o governo Dilma, que tiveram por consequência o aumento do endividamento e dos gastos. Gastou-se como se o limite não existisse, sem nenhuma avaliação que atingisse as metas que haviam sido colocadas, de aumentar emprego e a segurança do trabalho. Isso se refletiu na crise de confiança, em um Estado que ficou falido e sem capacidade de investir. O Rio de Janeiro é o exemplo mais gritante disso. Então, a lição que fica é a de que uma política econômica mal sucedida pode gerar um impacto profundo na vida das pessoas. O manejo da economia não deve estar a cargo de principiantes.

Notícias relacionadas

FUP e sindicatos questionam isenção fiscal para refino na ZFM

Lula anuncia investimentos de R$ 2,8 bilhões da Petrobras no Amazonas

Desenrola Brasil: uso do FGTS para pagar dívidas começa nesta segunda

INSS paga segunda parcela do 13º a aposentados e pensionistas

Delegado diz que motivo da morte de entregador na Compensa foi vingança

Assuntos Amazonas, brasil, economia, família, IBGE, Pnad
Redação 18 de maio de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Lula e Magda Chambriard
Economia

Lula anuncia investimentos de R$ 2,8 bilhões da Petrobras no Amazonas

25 de maio de 2026
Ricardo Cunha, da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros, deu detalhes sobre o caso (Foto: WhatsApp/reprodução)
Polícia

Delegado diz que motivo da morte de entregador na Compensa foi vingança

25 de maio de 2026
Dia a Dia

Erosão deixa BR-174 parcialmente interditada no Amazonas

25 de maio de 2026
Polícia

Justiça converte em preventiva prisão de dupla detida com drogas em Itapiranga

25 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?