O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Saúde

Covid-19 não foi superada como problema de saúde, diz ministra Nísia

11 de março de 2024 Saúde
Compartilhar
Ministra Nísia Andrade em evento que marcou quatro anos de declaração de pandemia (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Ministra Nísia Trindade em evento sobre os quatro anos da Covid-19 (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Por Leon Ferrari, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – A ministra da Saúde Nísia Trindade afirmou nesta segunda-feira (11), exatos quatro anos desde que a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou a Covid-19 como pandemia, que, embora não seja mais uma emergência sanitária, a doença é ainda um problema de saúde pública não superado no Brasil. A fala ocorreu na abertura do evento destinado à criação do Memorial da Pandemia de Covid-19.

“Ao falar de um memorial e de uma política de memória, não circunscrevemos a pandemia de Covid-19 ao passado”, frisou. “A despeito de termos superado a emergência sanitária, não superamos a Covid-19 como um problema de saúde pública”.

“Em função é dos últimos números, a Covid ainda permanece como uma doença de preocupação”. De acordo com os dados do ministério, em 2024 foram notificados 381.446 casos e 1.789 óbitos de Covid-19 até 2 de março.

Os casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) aumentaram 75% nas últimas quatro semanas, de acordo com boletim InfoGripe da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). O país ultrapassou as 700 mil mortes pela doença.

O tom da abertura do evento que se estende até terça-feira (12) foi de críticas à gestão anterior do governo federal e de cobrança de responsabilização pelas mortes evitáveis. As autoridades também reforçaram a importância da memória – “lembrar para aprender” – e a necessidade de avançar tecnologicamente.

“Há exatos quatro anos, a Organização Mundial de Saúde elevava a Covid-19 à categoria de pandemia. Mais de 6 milhões de vidas foram ceifadas pela doença em todo o mundo, sendo 710 mil brasileiros, graças a uma gestão negligente das ações sanitárias de prevenção e cuidados com a população brasileira”, leu o cerimonialista, antes de passar a palavra à ministra, que pediu um minuto de silêncio às vítimas.

A ministra agradeceu a todos aqueles que estiveram juntos na “resistência”, palavra que usou para classificar o combate à pandemia da Covid-19, em especial os trabalhadores do SUS (Sistema Único da Saúde).

“A pandemia deixou marcas de profundo sofrimento na população brasileira. Isso nos impõe promover a defesa da dignidade humana e da vida”, disse Rosângela Dornelles, representante da Rede Nacional das Entidades de Familiares e Vítimas da Covid.

“Dessas mais de 710 mil vidas que foram tiradas de nós, sabemos que a maioria delas ainda poderiam estar conosco”, afirmou o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Fernando Pigatto.

Segundo estimativas do Grupo Alerta, formado pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), a Oxfam Brasil, a SBPC (Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência) e a Anistia Internacional Brasil, cerca de 120 mil mortes ocorridas no primeiro ano da pandemia (de março de 2020 a março de 2021) poderiam ter sido evitadas se o Brasil tivesse adotado medidas preventivas, como distanciamento social e restrições a aglomerações. “Como nada foi feito, verificou-se 305 mil mortes acima do esperado no período”.

“Temos muito trabalho ainda a fazer, mas vamos continuar. Memória é para aprender e para que nunca mais aconteça”, finalizou Pigatto.

Em março, o CNS voltou à PGR (Procuradoria Geral da República) para pedir a responsabilização de agentes públicos por omissão na condução da pandemia. O documento “Denúncia de Violações dos Direitos à Vida e à Saúde no contexto da pandemia da Covid-19 no Brasil” já havia sido apresentado à PGR em 2021.

Para Márcia Rollemberg, secretária de cidadania e diversidade cultural do Ministério da Cultura, é preciso criar uma política de memória no País. “É importante conformar um local de acolhimento para as pessoas se reunirem, encontrarem conforto, terem uma roda de conversa, interagirem e trazerem o registro de testemunhos com ensinamentos que alimentem a esperança, a busca de superações e a cura emocional após traumas individuais e coletivos”,

“A pandemia mostrou o quanto temos que avançar com o nosso complexo industrial e tecnológico, com os nossos sistema de informação. Além de avançar e amadurecer enquanto sociedade: estarmos unidos quando o nosso inimigo é comum”, destacou ainda Hisham Mohamad Hamida, presidente do Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde).

Notícias relacionadas

Dino devolve ao STJ inquérito sobre compra de respiradores pelo ex-governador da Bahia

Anvisa alerta que é falsa notícia sobre testes de canetas emagrecedoras

Brasileiro prefere pagar menos impostos do que ter serviço público gratuito

Centro de diagnóstico em Manaus emitirá laudos sobre câncer em até 20 dias

IBGE vai pesquisar hábitos de vida, acesso e utilização de serviços de saúde

Assuntos Covid-19, Nísia Trindade, saúde pública
Redação 11 de março de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

CPI havia convocado ministro Rui Costa , mas convocação foi anulada (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Política

Dino devolve ao STJ inquérito sobre compra de respiradores pelo ex-governador da Bahia

9 de julho de 2026
Receita Federal libera consulta a lote residual do Imposto de Renda (Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)
Política

Brasileiro prefere pagar menos impostos do que ter serviço público gratuito

4 de julho de 2026
Política

Amom cobra explicação da SES sobre o Sisreg e funcionamento do Saúde AM Digital

23 de junho de 2026
Dia a Dia

Caso dos respiradores muda de relatoria no STJ após suspeição de ministro

23 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?