O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Conferência da ONU põe oceanos no centro da agenda climática

27 de junho de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
Embalagens de plástico recolhidas do Oceano: dano ambiental (Foto :Divulgação/ONU)
Por Giuliana Miranda, da Folhapress

LISBOA – Embora cubram mais de 70% da superfície da Terra e tenham sido responsáveis por absorver 91% do aquecimento do planeta, os oceanos não costumam protagonizar os debates ambientais de alto nível. Realizada em Lisboa de 27 de junho a 1º de julho, a 2ª Conferência dos Oceanos da ONU tenta trazer as questões para o centro das discussões.

“Infelizmente, tomamos os oceanos como garantidos e hoje enfrentamos o que eu chamaria de ‘emergência nos oceanos'”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, na abertura do encontro. “Temos de inverter a maré. Oceanos saudáveis e produtivos são vitais para o nosso futuro comum”.

A missão dos mais de 140 países com presença confirmada na conferência, no entanto, é complexa. Os oceanos sofrem hoje com uma série de problemas, como o despejo intensivo de resíduos sem tratamento, o acúmulo de plásticos e a sobrepesca.

Há ainda outras questões graves. De acordo com o último relatório sobre o clima da Organização Meteorológica Mundial, em 2021 a acidificação dos oceanos, o aumento do nível do mar e a concentração de gases-estufa atingiram níveis recordes.

“Os oceanos não têm estado na mesa de negociações, não têm estado nem nas prioridades políticas, nem nas prioridades econômicas”, diz Tiago Pitta e Cunha, presidente da Fundação Oceano Azul, maior organização não governamental de Portugal na área de proteção marinha.

Segundo ele, após um período de discussões muito intensivas sobre os mares entre 1982 e 1994, devido sobretudo aos interesses econômicos e políticos das grandes potências, o tema passou praticamente à margem das últimas grandes negociações.

“Estes últimos 20 anos foram verdadeiramente perdidos para a causa dos oceanos em nível mundial”, diz o presidente da Fundação Oceano Azul.

“No tratado mais importante dos primeiros 20 anos deste século, que é o Acordo de Paris para o clima, a palavra ‘oceanos’ aparece apenas uma vez no preâmbulo. Parece acrescentado à última hora”, exemplifica ele, que relembra também o pouco espaço que o tema recebeu durante a conferência Rio+20, realizada em 2012.

Diretora de conservação e políticas na Associação Natureza Portugal/WWF, Catarina Grilo considera que, desde a última Conferência do Clima da ONU, em 2021, o tema dos oceanos tem ganhado mais protagonismo.

“De fato, os oceanos têm sido pouco privilegiados na agenda climática, mas foi dado um passo importante na COP de Glasgow, quando houve o reconhecimento do papel dos oceanos na regulação do clima e de que precisamos de oceanos saudáveis para ter também o clima estável”, avalia.

Embora as expectativas sejam altas, o documento final produzido pela conferência não deve ser um tratado vinculativo entre as nações. “Esta não é uma conferência para gerar acordos”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, José Gomes Cravinho, em apresentação oficial do encontro.

Ainda assim, a declaração final da conferência, que vem sendo negociada por diplomatas no âmbito das Nações Unidas há mais de um ano, deve apresentar propostas para um plano de ação futura.

Delegados da ONU, assim como representantes da sociedade civil, trabalham para garantir que as nações apresentem compromissos voluntários concretos para ações sobre os oceanos.

“A nossa expectativa é de que haja, por parte dos países, não só o anúncio de novos compromissos para os oceanos, mas também de ações em concreto para implementar aqueles compromissos que ficaram por cumprir desde a última Conferência dos Oceanos, em 2017”, diz Catarina Grilo, da ANP/WWF.

Segundo ela, há expectativas elevadas para anúncios sobre processos de negociações que já estão em curso, como um tratado internacional sobre os plásticos e de proteção da biodiversidade em áreas além da jurisdição nacional.

“Há alguma expectativa também em relação aos países declararem moratória para mineração em mar profundo nas suas águas”, completa.

Além das sessões plenárias, a conferência conta com mais de 250 eventos paralelos. Pelo menos 25 chefes de Estado e de governo e 113 ministros confirmaram presença no evento, que tem mais de mil organizações não governamentais credenciadas para participar.

Notícias relacionadas

Bomba caseira explode e fere dez alunos em escola pública no Rio

Governador diz que prefeito quer ‘jogar’ para o governo obrigação de tapar buracos

Dia das Mães: governo antecipa pagamento do Auxílio Estadual

Árvores ajudam a resfriar cidades e conter calor, mostra estudo

Motociclista fica com pé preso entre roda e corrente ao ser atingido por carro

Assuntos aquecimento global, Conferência da ONU
Murilo Rodrigues 27 de junho de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Guilherme Leal defende união dos países para frear aquecimento global (Imagem: FecomercioSP/YouTube/Reprodução)
COP 30

Empresário defende ‘inteligência’ para conciliar economia e meio ambiente

12 de novembro de 2025
Sombrinha para se proteger do sol na calçada próximo ao Parque Gigantes da Floresta; área sem arborização (Foto: Valter Calheiros/AM ATUAL)
COP 30

Cientista faz alerta na COP 30 sobre risco de ‘overshooting’ no planeta

12 de novembro de 2025
Para os pesquisadores, a proteção das florestas da amazônia é decisiva para conter o aquecimento global (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
Dia a Dia

Estudo em 5 países identifica risco à captura de carbono na Amazônia

23 de outubro de 2025
Orla do Rio Negro no Centro de Manaus: calor intenso (Foto: Valter Calheiros/AM ATUAL)
Dia a Dia

Temperatura da Terra supera limiar e gera alerta mundial

10 de janeiro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?