O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Expressão

Como o aumento de preços pressiona os mais pobres

1 de setembro de 2021 Expressão
Compartilhar
pessoas sem moradia
Pessoas sem moradia nas ruas de São Paulo (Foto: Eliane Neves /Fotoarena/Folhapress)
EDITORIAL

MANAUS – O aumento de preços de produtos e serviços tem um efeito dominó e chega a todos os brasileiros de alguma forma, mesmo que um produto não seja usado por determinada parcela da população. Mas esse “fenômeno” atinge de forma mais cruel os trabalhadores de baixa renda e os pobres de modo geral.

Isso ocorre porque o aumento de preço vai sendo repassado para outros produtos e serviços, e não representa qualquer prejuízo para quem está acima da base da pirâmide social.

Uma empresa, seja de pequeno, médio ou grande porte, por exemplo, repassa o aumento de preço dos combustíveis, da energia elétrica, dos insumos e dos impostos aos seus produtos. Esse item entra na contabilidade da empresa como despesa, que é considerada na formação do preço final do produto produzido ou do serviço prestado.

Um profissional liberal, como o dentista, o advogado ou o médico, também podem elevar o preço de seus serviços para compensar a inflação.

O mesmo não acontece com o trabalhador, o aposentado, ou os dependentes dos benefícios sociais pagos pelos governos. Esses dependem da boa vontade das empresas de reajustar seus salários ou do aumento do salário mínimo determinado pelo governo central.

A pesquisa da cesta básica realizada pelo Dieese, no mês de junho, aponta que o salário mínimo necessário para uma família de quatro pessoas (considerando dois adultos e duas crianças) deveria ser de R$ 5.421,84.

Esse valor calculado pelo Dieese é 38% superior que em janeiro de 2019, quando houve a mudança de governo da União e dos Estados. Naquele mês, o salário mínimo necessário era R$ 3.928,73.

Enquanto o valor necessário para o sustento de uma família média brasileira subiu 38%, o salário mínimo subiu apenas 11,02%. Saiu de R$ 998,00 em janeiro de 2019 para R$ 1.100,00 atuais.

Na última pesquisa do Dieese, uma família estava gastando, em média, 55,68% do salário mínimo para comprar os produtos da cesta básica para uma pessoa adulta. Isso significa que o salário mínimo não dá para pagar a cesta básica para duas pessoas adultas.

Mas a cesta básica não é a única despesa das famílias: em Manaus, a concessionária de água aumentou o valor da tarifa em 24,5% no mês passado, reajuste que foi barrado por decisão judicial na noite desta terça-feira (31).

Para este mês a Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou um aumento de 50% no valor da conta de luz, ao autorizar o aumento do preço da bandeira tarifária. Esse é mais um caso em que o trabalhador não tem como recuperar o aumento, ao contrário das empresas, que repassam o novo valor para seus produtos ou serviços.

A lógica do aumento de preços no Brasil é um salve-se quem puder. O problema é que as famílias de baixa renda estão jogadas ao mar sem colete salva-vidas. Portanto, essa parcela da sociedade, ao fim e ao cabo, é a que sente a maior pressão do aumento de preços.

O pobre não compra gasolina para o carro, mas paga mais caro pelo arroz e o feijão, porque o preço dos combustíveis é repassado pelo produtor, pelo transportador e pela rede varejista.

Notícias relacionadas

Conversas de Lula e de Flávio com Vorcaro são incomparáveis

Custo da cesta básica sobe em todas as 27 capitais, registra o Dieese

A idiotização dos jovens de direita

Mínimo existencial de R$ 600 não garante uma vida digna, afirmam economistas

A bela homenagem de Milton Hatoum a Joaquim Melo, da Banca do Largo

Assuntos aumento de preços, cesta básica, Dieese, famílias de baixa renda, Salário mínimo
Valmir Lima 1 de setembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

A pesquisa atual abrangeu dez estabelecimentos distribuídos por todas as zonas de Manaus (Foto: Valter Campanato/ABr)
Economia

Custo da cesta básica sobe em todas as 27 capitais, registra o Dieese

11 de maio de 2026
Dinheiro
Economia

Mínimo existencial de R$ 600 não garante uma vida digna, afirmam economistas

4 de maio de 2026
Para receber o auxílio, a renda familiar deve ser de até R$ 522,50 por pessoa ou de até três salários mínimos (Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)
Economia

Governo Lula propõe salário mínimo de R$ 1.717,00 para 2027

16 de abril de 2026
Maior variação de preços de produtos da cesta básica ocorreu em Manaus (Foto: Rafa Neddermeyer/ABr)
Economia

Maior alta de preços dos produtos da cesta básica ocorreu em Manaus

8 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?